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‘Todos serão responsabilizados’, afirma futuro ministro da Justiça

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Governador do Maranhão, Flávio Dino
Agência Brasil

Governador do Maranhão, Flávio Dino

Flávio Dino, futuro ministro da Justiça, afirmou durante uma entrevista coletiva na noite desta segunda-feira (12) que todos que participaram dos  atos de vandalismo depredando um prédio da Polícia Federal e ateando fogo em veículos em Brasília serão responsabilidados.

De acordo com Dino, já foram tomadas medidas para responsabilizar os culpados pela ação. Uma investigação foi aberta para identificar e punir os vândalos nos próximos dias.

“Estamos aqui para consignar o fundamental. Em primeiro lugar, as medidas de responsabilização já adotadas – as que foram adotadas hoje e que vão ser adotadas a partir de amanhã – vão prosseguir”, disse Dino.

O futuro ministro da Justiça afirmou que todas as pessoas envolvidas serão responsabilizadas.

“Ninguém, absolutamente ninguém com atos de violência vai fazer cessar a providência de responsabilização. Isso todos podem ficar tranquilos. Com serenidade, com prudência, com tranquilidade, nos termos da lei. Todas as pessoas serão responsabilizadas”, continuou Dino.

Ao lado de Flávio Dino, o secretário de Segurança do Distrito Federal, Júlio Danilo, afirmou que o DF não vai tolerar vandalismo e que os culpados serão punidos.

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“A gente não vai tolerar. Aquelas pessoas que venham a ser identificadas serão responsabilizadas. A gente vai trabalhar, esse trabalho de identificar, foram feitas imagens, tem como a gente identificar”, declarou o secretário.

A ação de um grupo de bolsonaristas ocorreu na noite desta segunda-feira (12), eles tentaram invadir a sede da Polícia Federal localizada na Asa Norte de Brasília. Ônibus que circulavam no local foram incendiados.

Entenda o caso

Os atos começaram após Alexandre de Moraes, ministro do STF, determinar a prisão temporária de 10 dias de um indígena identificado como José Acácio Tserere Xavante por condutas ilícitas em atos antidemocráticos.

“A manifestação, em tese, criminosa e antidemocrática, revestiu-se do claro intuito de instigar a população a tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo a posse do presidente e do vice-presidente da República eleitos”, informou a Procuradoria-Geral da República no documento enviado ao STF.

As ações realizadas pelos apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) na capital federal contaram com a depredação de diversos carros, com a tentativa de invasão à sede da PF e incêndios a veículos como ônibus e carros.

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Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra também o momento em que manisfestantes tentam jogar um ônibus de cima de um viaduto. As imagens mostram que o veículo fica à beira de cair.

A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada para conter os protestos e houve confronto com os manifestantes. Os oficiais utilizaram balas de borracha, spray de pimenta e bombas de efeito moral para acalmar os bolsonaristas.

O futuro ministro da Justiça, Flavio Dino, chamou de “inaceitáveis” os atos de vandalismo realizados na noite desta segunda-feira em Brasília.

“Inaceitáveis a depredação e a tentativa de invasão do prédio da Polícia Federal em Brasília. Ordens judiciais devem ser cumpridas pela Polícia Federal. Os que se considerarem prejudicados devem oferecer os recursos cabíveis, jamais praticar violência política”, escreveu na sua conta oficial do Twitter.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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