Brasil e Mundo
TSE marca depoimento de França sobre ataque às urnas para segunda


O Tribunal Superior Eleitoral deve ouvir na próxima segunda-feira (19) o depoimento do ministro das Relações Exteriores , Carlos França , sobre uma reunião que ele teve com o atual presidente, Jair Bolsonaro , e com embaixadores em que o mandatário fez ataques às urnas e ao sistema eleitoral brasileiro.
Até fevereiro de 2023, outros ministros e assessores do presidente da República devem ser ouvidos. França será o primeiro a depor como testemunha sobre o encontro que ocorreu em julho.
Veja quem mais será convocado:
- o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira
- o secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência, Flavio Rocha
Segundo o TSE, os depoimentos fazem parte de um procedimento aberto a partir de uma ação que foi apresentada pelo PDT contra o chefe do Executivo e seu candidato a vice, Braga Netto.
Na última terça (13), o Tribunal Superior Eleitoral decidiu que o caso será mantido na Corte Eleitoral.
Os ministros da Corte decidiram por unanimidade que a Justiça Eleitoral é a instância “competente para apurar desvio de finalidade de atos praticados por agentes públicos, inclusive de Chefes de Estados” , quando se há indícios de uso do cargo para obter vantagens.
“Entender o contrário seria criar uma espécie de salvo conduto em relação a desvios eleitoreiros ocorridos, justamente no exercício do feixe de atribuições mais sensível do presidente da República”, afirmou o ministro Benedito Gonçalves, relator do caso.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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