Brasil e Mundo
TSE pede ao STF dados sobre perícia da “minuta do golpe”


O corregedor da Justiça Eleitoral, Benedito Gonçalves, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) acesso às informações sobre a perícia realizada pela Polícia Federal na minuta golpista encontrada na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. O ofício foi enviado ao STF nesta segunda-feira (20).
Segundo Gonçalves, os dados serão anexados como prova em um processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, investigado por abuso de poder político e econômico. O inquérito investiga a reunião com embaixadores em que o ex-presidente ataca as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral no Brasil.
“O pedido abarca, em parte, pontos já fulminados pela preclusão temporal, lógica e consumativa. É que, conforme relatado, a admissibilidade da juntada da minuta de decreto de Estado de Defesa e o entendimento pela inexistência de violação à estabilização da demanda ou de alteração da causa de pedir são pontos decididos anteriormente e referendados em Plenário. Não há espaço para rediscutir esses pontos e, menos ainda, para questionar o prazo que havia sido assinalado para a manifestação dos investigados a respeito do documento”, afirma Gonçalves em seu despacho.
O ministro do TSE ressaltou que a Corte eleitoral já entendeu que a minuta é uma prova no processo. Caso seja condenado, Bolsonaro poderá ficar inelegível.
Na última semana, Anderson Torres prestou depoimento ao TSE e minimizou o encontro da minuta golpista. Ao corregedor, Torres chamou a minuta de ‘lixo’ e disse que o texto é ‘folclórico’.
O documento foi encontrado na casa do ex-ministro após um mandado de busca e apreensão no inquérito que investiga os atos golpistas de 8 de janeiro. Desde o dia 14, Anderson Torres está preso na carceragem da Polícia Militar em Brasília.
O TSE ainda quer prosseguir com as investigações contra a cúpula bolsonarista e deve intimar o deputado Filipe Barros (PL-PR) nos próximos dias. Barros é acusado de vazar informações sobre o inquérito que investiga um ataque hacker ao sistema do TSE.
Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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