Brasil e Mundo
Veja quem são os golpistas presos na operação Lesa Pátria da PF


A terceira fase da operação Lesa Pátria , da Polícia Federal , prendeu nesta sexta-feira (27) quatro pessoas que participaram dos atos golpistas de do dia 8 de janeiro contra os Três Poderes da República .
De acordo com informações divulgadas pela PF, serão cumpridos 11 mandados de prisão preventiva e 27 mandados de busca e apreensão em cinco estados e no DF. Veja detalhes:
- Distrito Federal: 2 mandados de prisão, 4 de busca e apreensão
- Espírito Santo: 4 mandados de prisão, 8 de busca e apreensão
- Minas Gerais: 2 mandados de prisão, 4 de busca e apreensão
- Paraná: 1 mandado de prisão, 1 de busca e apreensão
- Rio de Janeiro: 1 mandado de prisão, 9 de busca e apreensão
- Santa Catarina: 1 mandado de prisão, 1 de busca e apreensão
Um dos mandados de busca e apreensão é contra o sobrinho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio .
Até pouco antes das 9h da manhã, cinco dos 11 mandados de prisão já haviam sido cumpridos pelos agentes. Os presos ficarão detidos em seus estados de origem e devem prestar depoimento ainda nesta sexta.
Veja quais são os crimes investigados e os presos, segundo a PF:
- abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
- golpe de Estado;
- associação criminosa;
- incitação ao crime;
- destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
Santa Catarina
Maria de Fátima Mendonça Jacinto Souza, conhecida nas redes como “Fátima de Tubarão “ , está entre as pessoas presas nesta sexta-feira. Ela foi flagrada em vídeos depredando os prédios públicos e, antes, já tinha sido presa por tráfico.
Nos vídeos compartilhados nas redes, ela fala: ” Vamos para a guerra, é guerra agora” . Ela também ameaça Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF): “Vamos pegar o Xandão agora”.
Além do envolvimento nos atos golpistas, outro processo contra Fátima corre em Santa Catarina. Ela já foi condenada por tráfico de drogas em 2014, em processo que está em segredo de Justiça.
Minas Gerais
No estado, foram presos Eduardo Antunes Barcelos, da cidade de Cataguases, e Marcelo Eberle Motta, de Juiz de Fora.
Barcelos é advogado e participou do ato de terroristas às sedes dos três Poderes em Brasília: Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto e Congresso Nacional. Ele trabalha como coordenador da assessoria jurídica da Santa Casa de Misericórdia de Cataguases.
Já Marcelo Eberle Motta, aparece em um vídeo agradecendo “amigos” por ajudá-lo a estar em Brasília. “Estamos em concentração em frente ao QG Duque de Caxias aguardando orientações para seguir para a praça dos três Poderes”, disse em um vídeo publicado nas redes sociais.
Paraná
No Paraná foi preso o empresário Claudio Mazzia.
Flávio Dino, ministro da Justiça e Segurança Pública, divulgou os números da operação em uma rede social.
“Hoje estão sendo cumpridos, pela Polícia Federal, mais 11 mandados de prisões preventivas e 27 de busca e apreensão contra golpistas e terroristas. A autoridade da lei é maior do que os extremistas”, escreveu.
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Fonte: IG Política


ARTIGOS
Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.
Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.
Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.
As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.
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