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Zema diz que governo se fez de ‘vítima’ durante os atos em Brasília

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Romeu Zema (Novo)
Reprodução – 04.06.2022

Romeu Zema (Novo)

governador de Minas Gerais , Romeu Zema (Novo) afirmou nesta segunda-feira (16) que governo federal pode ter se feito de “vítima” ao fazer “vista grossa” para os atos de vandalismo que depredaram a Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro

“Me parece que houve um erro da direita radical, que é minoria. Houve um erro também, talvez até proposital do governo federal, que fez vista grossa para que o pior acontecesse e ele se fizessem de vítima. É uma suposição. Mas as investigações vão dizer se foi isso”, disse Zema em entrevista à Rádio Gaúcha.

O governador criticou ainda a detenção dos golpistas que estavam “se manifestando de forma ordeira”.

“Você confundir um cidadão de bem com um depredador é erro gravíssimo. Que se puna essas pessoas que fizeram o vandalismo. Agora, estender isso a esses que estão se manifestando de forma ordeira, é uma situação muito distinta”, opinou Zema.

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Romeu Zema também não aprovou de afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) . Para ele, foi uma decisão “prematura, desnecessária e injusta”.

O emedebista foi afastado por 90 dias do governo do Distrito Federal por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes . Para o magistrado, Ibaneis Rocha foi omisso e conivente com os atos em Brasília.

Rocha prestou depoimento à Polícia Federal na última sexta-feira (13)  e negou “qualquer tipo de conivência” com os atos golpistas. Ele negou omissão e disse não ter conhecimento da possibilidade de ações extremistas. O governador afastado disse ainda que os órgãos de segurança do DF haviam sido preparados para agir integrados e que, como gestor, não participou das reuniões. 

Atos golpistas

Os atos em Brasília deixaram um rastro de destruição ao vandalizar o patrimônio público, artístico, histórico e arquitetônico brasileiro. Com uma invasão planejada há semanas através das redes sociais, grupos golpistas incitavam a um golpe de Estado no país através da ocupação do Palácio do Planalto, do Congresso e do Supremo Tribunal Federal.

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Fonte: IG Política

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Operação Integridade apura corrupção eleitoral em Passos

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Na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio da Promotoria Eleitoral de Passos e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO Regional de Passos), em parceria com a Polícia Militar, realizou a Operação Integridade. A ação busca investigar possíveis crimes relacionados à associação criminosa, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e propaganda eleitoral irregular durante as eleições municipais de 2024.

Conforme apontam as investigações, uma candidata ao cargo de vereadora em Passos poderia ter se associado a outras sete pessoas para, supostamente, aliciar eleitores por meio de oferta de dinheiro em troca de votos. Também estão sendo apuradas possíveis práticas de boca de urna e fixação de material de campanha em veículos e residências.

Durante a operação, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Passos/MG e um em Ribeirão Preto/SP. Participaram das ações cinco promotores de Justiça e 28 policiais militares.

As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e responsabilidades.

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