Dá-lhe Coelhão!!!

América vence Peñarol e estreia com pé direito na CONMEBOL Sudamericana

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Na noite desta quarta-feira, o América recebeu o Peñarol-URU pela estreia do Grupo F da CONMEBOL Sudamericana e venceu pelo placar de 4 a 1. Os gols foram marcados por Éder, Wellington Paulista e Mastriani, duas vezes.

Agora, o Coelho passa a pensar na grande decisão do Campeonato Mineiro contra o Atlético-MG. A partida será disputada no domingo, às 16h30, no Mineirão. Na sequência, a equipe viaja para o Rio de Janeiro, onde enfrentará o Nova Iguaçu-RJ pela Copa do Brasil.

O JOGO

Logo no início, o América colocou um ritmo muito intenso, e abriu o placar com Éder, aos 2 minutos. O zagueiro do Coelho recebeu um cruzamento perfeito de Benítez e cabeceou para o fundo das redes, sem chances para o goleiro adversário. Apenas três minutos depois, aos 5, Mastriani aproveitou a sobra dentro da área e bateu com muita classe, ampliando o marcador.

Com a vantagem na partida, o América passou a administrar mais o ritmo do jogo, e teve uma boa oportunidade com Matheusinho, aos 14 minutos. O meia-atacante acabou finalizando por cima da meta adversária.

A única boa chance do rival na primeira etapa veio aos 30 minutos, através de uma finalização de fora da área que assustou o goleiro Matheus Cavichioli, mas passou a direita da trave. Dessa forma, as equipes desceram para o vestiário com o Coelho em vantagem por dois gols.

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Na volta para o segundo tempo, a equipe americana seguiu indo para cima, e chegou ao terceiro gol com Mastriani, aos 11 minutos. O camisa 17 recebeu bom passe de Juninho, e completou para as redes com uma finalização no ângulo, marcando pela segunda vez na partida.

durante partida entre América x Peñarol, válida pela primeira rodada da fase de grupos da Copa Sudamericana 2023 realizada na Arena Independência na noite desta quarta-feira (05). Foto: Mourão Panda / América

Pouco depois, aos 23, foi a vez do argentino Martinez realizar um cruzamento perfeito para Wellington Paulista, que, em seu primeiro lance, cabeceou muito bem e marcou o quarto gol do Coelhão do jogo.

A equipe uruguaia ainda diminuiu aos 31 minutos, após bola alçada na área pelo lado direito e uma cabeçada certeira, tirando possibilidades de defesa de Matheus Cavichioli. O América seguiu controlando a partida e manteve dessa forma até o apito final.

FICHA DO JOGO

América 4×1 Peñarol-URU

Motivo: CONMEBOL Sudamericana – 1ª rodada

Local: Arena Independência

Árbitro: Guillermo Guerrero (EQU)

Auxiliares: Byron Romero e Danny Avila (EQU)

VAR: Juan Lara (CHI)

Gols: Éder, Mastriani (2x) e W. Paulista (América); Brian Mansilla (Peñarol)

Cartões amarelos: Léo Coelho e Lucas Hernández (Peñarol)

América

Matheus Cavichioli, Arthur, Iago Maidana, Éder, Marlon, Juninho (Lucas Kal), Alê (Mateus Gonçalves), Benitez (E. Martinez), Matheusinho, Everaldo (Henrique Almeida) e Mastriani (W. Paulista).

Técnico: Vagner Mancini

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CIDADES

Mateus ganha prefeitos, mas Nikolas ganha os eleitores

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A filiação do vice-governador de Minas Gerais, professor Mateus Simões, ao PSD, reacendeu lembranças recentes do cenário político mineiro. O ato, que reuniu mais de 150 prefeitos e cerca de mil lideranças políticas, remete a 2018, quando o então candidato Antônio Anastasia também mobilizou centenas de prefeitos — mais de 600 gestores municipais à época — e era apontado como favorito absoluto ao governo. Naquele momento, o então desconhecido Romeu Zema, do Partido Novo, tinha apenas 3% das intenções de voto, mas venceu a eleição graças à força das redes sociais e ao voto de convicção do eleitor mineiro.
O paralelo se impõe: hoje, novamente, parte da classe política se movimenta em torno de uma grande estrutura, enquanto o eleitor mostra estar muito mais atento à coerência, autenticidade e presença digital dos candidatos do que ao apoio de lideranças tradicionais.

Mas, ao contrário do que se tenta transmitir como uma “ampliação de diálogo”, o movimento revela uma mudança de eixo político clara. O PSD, partido que mantém raízes firmes no Centrão e que esteve alinhado ao governo Lula em praticamente todas as votações relevantes no Congresso, se distancia das pautas que marcaram a ascensão do Novo e do próprio eleitorado de perfil liberal-conservador.

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Com isso, parte expressiva do eleitorado mineiro — estimada entre 40% e 45% dos eleitores — tende a não se identificar com um projeto que se aproxima da estrutura política tradicional de Brasília. Esse espaço ideológico, deixado vago pela aliança PSD–Novo, pode ser justamente o terreno fértil para o crescimento do PL em Minas Gerais.

Nos bastidores, e até mesmo em falas públicas recentes, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) tem se posicionado com firmeza sobre temas nacionais e estaduais, alimentando a expectativa de que possa disputar o governo de Minas em 2026. Mesmo sem anunciar oficialmente qualquer pré-candidatura, Nikolas já aparece nas pesquisas com mais de 30% das intenções de voto, figurando entre os nomes mais citados e com forte apoio popular entre os jovens e o eleitorado conservador.

Com uma trajetória política marcada pela defesa intransigente dos valores cristãos, da liberdade de expressão, da responsabilidade fiscal e do combate aos privilégios da máquina pública, Nikolas consolidou-se como um dos principais porta-vozes da nova direita brasileira. Sua comunicação direta e a presença intensa nas redes sociais o transformaram em um fenômeno de mobilização popular, especialmente entre os mineiros que não se sentem representados pelo Centrão.

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Outro nome que surge com destaque nesse campo é o do senador Cleitinho Azevedo, também com forte apelo popular e perfil autêntico. Segundo análises de bastidor, uma eventual disputa entre Nikolas e Cleitinho pelo governo mineiro representaria uma divisão positiva dentro da própria direita, pois ambos reúnem legitimidade, coerência e conexão com o eleitorado.

Em conversas reservadas, líderes políticos e analistas avaliam que qualquer um dos dois — Nikolas ou Cleitinho — que se consolidar como o nome da direita em Minas, tem grandes chances de vencer. A percepção é de que a base conservadora do estado permanece sólida e organizada, e que há espaço para uma candidatura que represente valores, coerência e renovação, sem alianças com os grupos tradicionais de poder.

Enquanto o PSD tenta articular sua base junto ao Novo, o PL observa, analisa e se prepara. O cenário é de um Centrão cada vez mais unido de um lado, e de uma direita fortalecida e convicta do outro.

E, pelos movimentos dos bastidores, uma coisa é certa: Minas Gerais será o epicentro de uma das disputas mais emblemáticas de 2026 — entre o pragmatismo das alianças políticas e a força da representação ideológica.

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