Coluna Minas Gerais

Cemig investe R$ 1,3 bilhão em subestações e entrega mais 31 unidades no estado em 2024

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CEMIG| Divulgação

Com o foco em melhorar ainda mais a qualidade do fornecimento de energia em Minas Gerais, a Cemig destinou, apenas em 2024, R$ 1,3 bilhão para inaugurar 31 subestações e construir 1.109 km de rede em sua área de concessão. Essas instalações, que incrementaram 625 MVA ao sistema da companhia, são fundamentais para o setor de distribuição, garantindo estabilidade e confiabilidade, fatores essenciais para impulsionar o desenvolvimento econômico do estado. Para se ter uma ideia, esse incremento de energia representa a soma da carga dos municípios de Juiz de Fora, Governador Valadares, Pouso Alegre e Montes Claros.

Desde o início do programa, em 2021, a Cemig entregou 127 subestações com um investimento de R$ 3,9 bilhões. Ao todo, foram incrementados 2.553 MVA e construídos 3.289 km de rede. Até 2027, a empresa vai inaugurar outras 73 unidades, aumentando em 50% o número dessas instalações em seu sistema de distribuição.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), somente em 2024, foram instaladas quatro novas subestações, com destaque para a SE Serrano, que foi a 100ª desde o início do projeto. Foram destinados R$ 116 milhões para o incremento de 80 MVA. A região Norte de Minas Gerais foi a mais contemplada com novas unidades no ano passado, com seis novas subestações e investimentos de R$ 152 milhões.

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De acordo com o engenheiro de Estratégia e Expansão da Distribuição, Rodrigo Rennó, as novas subestações são fundamentais para que a companhia seja a indutora do desenvolvimento de Minas Gerais.

“A Cemig está com um plano robusto de investimentos em Minas Gerais e a ampliação das subestações irá permitir o crescimento das diversas iniciativas da companhia, de forma a melhorar ainda mais o atendimento aos nossos mais de 9 milhões de clientes, com o atendimento às demandas de novas cargas, sejam industriais, comerciais, residenciais e rurais do nosso estado”, destaca.

Subestações modernas

Além de contribuir com o desenvolvimento econômico de Minas Gerais e gerar emprego e renda para a população, as novas subestações são modernas e utilizam cerca de 40% menos áreas do que as instalações convencionais.

“Com as novas unidades, até 2027 serão disponibilizados 14.400 MVA (megavolt-amperes) de carga para os clientes, um aumento de 40% em relação a 2018. Para realizar essas obras nesse prazo tivemos de investir e desenvolver novas tecnologias, como, por exemplo, subestações compactas, que vão permitir redução das distâncias da alimentação com melhor qualidade e maior disponibilização de carga para os clientes”, afirma Rodrigo Rennó.  

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O engenheiro da Cemig completa explicando que “as novas subestações serão mais eficientes e modernas, possibilitando ampliar a capacidade de atendimento a novos pedidos de cargas, reduzir o tempo médio e o custo das obras de conexão de novas usinas, além de proporcionar uma energia confiável e de qualidade aos nossos clientes”, detalha.  

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Coluna Minas Gerais

Funrural, qual a melhor opção?

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FAEMG SENAR | Divulgação

Comercialização ou folha? Janeiro é mês da opção

No mês de janeiro, os produtores rurais devem informar à Receita Federal a opção de recolhimento do Funrural, que pode ser realizada com base na folha de pagamento ou na comercialização da produção. A escolha vale para todo o ano-calendário e precisa ser feita no momento do pagamento da contribuição referente à folha salarial de janeiro.

Desde 2019, com a vigência da Lei nº 13.606/2018, produtores rurais pessoas físicas e jurídicas passaram a ter o direito de optar pela forma de contribuição previdenciária. A decisão é considerada irretratável ao longo do ano, o que torna fundamental um planejamento prévio antes da definição.

A orientação é que os produtores façam simulações e avaliem, com o apoio do contador e do Sindicato de Produtores Rurais, qual modelo é mais vantajoso financeiramente: o desconto do Funrural na nota fiscal de venda da produção ou o recolhimento calculado sobre a folha de salários. Para apoiar essa escolha, o Sistema Faemg Senar disponibiliza um simulador de opção de recolhimento, que permite comparar os dois modelos e verificar qual gera menor impacto nos custos da atividade.

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É importante destacar que, independentemente da opção escolhida para o Funrural, a contribuição ao Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) continua sendo calculada sobre a comercialização da produção. Quando a venda é realizada para pessoa jurídica, a empresa compradora é responsável pela retenção. Já nas vendas entre pessoas físicas, o recolhimento deve ser feito pelo próprio produtor.

O segurado especial, que exerce atividade rural de forma individual ou em regime de economia familiar, não pode optar pela forma de recolhimento. Nesses casos, a contribuição permanece obrigatoriamente vinculada à comercialização da produção.

Para facilitar o planejamento, o produtor rural pode acessar a Calculadora Folha x Comercialização Funrural, que permite simular os dois modelos de recolhimento e identificar qual é o mais vantajoso para a sua realidade produtiva.

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