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Licitação de R$ 71 milhões em Uberlândia

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Foto: Divulgação PMU

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Licitação de R$ 71 milhões em Uberlândia

A Prefeitura de Uberlândia lançou uma licitação para realizar obras de drenagem nos córregos Lagoinha e Mogi. A iniciativa busca resolver os problemas históricos de alagamentos na cidade, que se intensificam nos períodos de chuvas. O valor estimado do contrato é de R$ 71.905.267,77. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e o Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) conduzem o processo, com a sessão pública para propostas agendada para 13 de janeiro de 2026. (Regionalzão – Uberlândia)

https://regionalzao.com.br/cotidiano/uberlandia-lanca-licitacao-de-r-71-milhoes-para-obras-de-drenagem/

Alunos passam mal com merenda

A Prefeitura de Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, informou que 63 alunos da Escola Técnica Sandoval Soares de Azevedo passaram mal após consumirem salpicão servido na instituição nesta terça-feira (7). Os estudantes foram atendidos na UPA do Hospital e Maternidade Regional de Ibirité. Em nota publicada nas redes sociais, a administração municipal afirmou que não houve casos graves entre os atendidos até as 20h20. O número elevado de pacientes levou a unidade a operar em plano de contingência, com o apoio das equipes da Secretaria Municipal de Saúde, incluindo a Vigilância Sanitária e Epidemiológica. (Por Dentro de Minas)

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https://pordentrodeminas.com.br/noticias/gerais/2025/10/mais-de-60-alunos-passam-mal-apos-comer-salpicao-em-escola-de-ibirite-diz-prefeitura/

Arcos reivindica anel rodoviário

Em reunião realizada terça-feira, 07, no Ministério dos Transportes, representantes do município de Arcos participaram de encontro para tratar de melhorias no trecho urbano da BR-354. Será feito um estudo para uma conserva e intervenções na rodovia, após análise dos contratos para definição da empresa responsável pela execução. É necessário o projeto para um anel rodoviário de aproximadamente 18 km, com custo estimado entre 3,5 a 5 milhões de reais. (Jornal do Centro Oeste – Arcos)

https://www.jornalcco.com.br/anel-rodoviario-de-r-120-milhoes-na-br-354-em-arcos-e-pauta-no-ministerio-dos-transportes

Cajuruense conquista Olimpíada

Minas Gerais, em especial, a cidade de Carmo do Cajuru, foi muito bem representada durante a final da 2ª Olimpíada Nacional da Contabilidade (ONC). O evento foi realizado no último dia 26 de setembro, na cidade de Natal, no 14º Encontro Nacional da Mulher Contabilista. A disputa reuniu os melhores estudantes de Ciências Contábeis do país e atraiu expectativa nacional. Entre os destaques da competição, brilhou o nome de Driele Lopes Camargos, natural de Carmo do Cajuru, cidade vizinha de Divinópolis, ao conquistar uma honrosa terceira colocação, elevando o protagonismo feminino e mineiro no cenário contábil nacional. (Jornal Agora)

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https://www.agoracomvoce.com.br/2025/10/08/cajuruense-conquista-bronze-em-olimpiada-nacional-de-contabilidade/

Poços aprova Bolsa-Esporte

A Câmara Municipal aprovou projeto que institui o Programa Bolsa-Esporte do Município de Poços de Caldas. A nova lei tem como objetivo incentivar o esporte de rendimento, apoiar atletas, paratletas, técnicos, professores de educação física e equipes, e ampliar a presença da cidade em competições regionais, nacionais e internacionais. De acordo com o texto aprovado, o Bolsa-Esporte é um incentivo financeiro anual concedido por meio de 12 parcelas mensais para atletas e técnicos, e pagamento único para equipes. O valor do benefício varia conforme a categoria. (Jornal Mantiqueira – Poços de Caldas)

https://www.jornalmantiqueira.com.br/2025/10/07/camara-municipal-aprova-criacao-do-programa-bolsa-esporte-em-pocos/

JF quer ampliar inclusão

A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), por meio das secretarias de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo, da Inovação e Competitividade (Sedic) e de Assistência Social (SAS), realizará nesta quinta-feira (9) um encontro com representantes de Recursos Humanos de empresas locais. O objetivo é apresentar projetos das pastas voltados à inclusão socioprodutiva e à promoção da cidadania, aproximando o poder público do setor empresarial. Segundo a Prefeitura, o evento busca fortalecer a articulação entre empresas e o poder público, ampliando as oportunidades de encaminhamento profissional para pessoas atendidas por programas sociais do município. (RCW TV – Juiz de Fora)

https://www.rcwtv.com.br/noticia/prefeitura-promove-encontro-com-empresas-para-ampliar-inclusao-em-juiz-de-fora

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Como Lucas Kallas integrou sustentabilidade e impacto social ao setor de mineração

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CEDRO | Divulgação

O pensamento do mineiro Lucas Kallas, que quer deixar seu legado por meio da mineração sustentável e de outros negócios estratégicos para o país, se traduz hoje na Cedro Participações, com faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões.

  •  Agência Minera Brasil 

“Consegui unir paixão e convicção ao longo da minha trajetória”. É com brilho nos olhos que Lucas Kallas relembra o início da sua caminhada profissional, ainda no setor imobiliário — trajetória que o levou a atuar como chairman e presidente do Conselho de Administração da Cedro Participações, uma holding com presença em setores estratégicos da economia. Desde a fundação, os negócios sob o guarda-chuva da holding avançam em frentes como agronegócio, saúde, logística e real estate, sempre sob a lógica de atuação integrada e geração de valor, com foco em sustentabilidade, inovação e impacto social.

Com investimentos acima de R$ 2 bilhões, a holding faturou cerca de R$ 2,5 bilhões (referência pública de 2024), com a maior parte do montante oriunda da Cedro Mineração, carro-chefe do grupo para o qual Lucas tem um plano de expansão bem definido: posicioná-la entre as maiores produtoras privadas de minério de ferro do país até 2030, quando estima alcançar uma produção de aproximadamente 20 milhões de toneladas/ano, a partir de suas minas em Mariana e Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Para chegar à marca de 20 milhões de toneladas, a companhia prevê investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (estimativa divulgada). “Entendemos que temos um papel importante e estratégico a cumprir para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Fazemos isso reinvestindo parte substancial dos nossos lucros em setores estratégicos para o crescimento do país e das comunidades onde atuamos”, afirma.

Com perfil inovador, arrojado e carismático, disciplina de execução e faro apurado para oportunidades, Lucas ressalta que a holding é uma expressão do seu DNA empreendedor — algo que ele define como Jeito Cedro. “Nossos negócios combinam esforços em diversas frentes para chegar à equação ideal que orienta todas as ações do grupo: Sociedade + Sustentabilidade + Resultados”, explica.

Ele conta que esse olhar o levou a implementar, em todos os negócios da holding, a ideia de que as pessoas devem estar no centro de tudo. Com essa mentalidade, reitera que tanto as decisões do dia a dia quanto as mais estratégicas são tomadas, acima de tudo, pela análise do impacto positivo que possam gerar aos diferentes stakeholders direta ou indiretamente envolvidos — sejam acionistas, colaboradores, clientes, municípios ou comunidades do entorno.

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“Começar os negócios do zero dá à Cedro a oportunidade — e também o desafio — de fazer tudo da forma como gostaríamos. Para quem está realmente preocupado com as pessoas que estão dentro da cadeia de relacionamentos da empresa, essa é sempre a melhor maneira de dar o pontapé inicial. Assim conseguimos adotar o jeito Cedro de fazer negócios, com sustentabilidade e excelência, em todos os nossos projetos”, explica.

Divulgação/Cedro

  • DNA sustentável

Comprometido com a Agenda 2030, Lucas reforça que investir priorizando a sustentabilidade é a melhor forma de a holding não apenas inovar e ser mais competitiva, mas também garantir um futuro mais próspero e seguro para as pessoas e o planeta.

“Desde que iniciamos as operações da Cedro, ainda no setor de mineração, sempre atuamos focados na sustentabilidade, tendo como primeiro projeto o beneficiamento de rejeitos de minério estocados, com o uso de tecnologia de processamento apta a eliminar o uso de barragens”, pontua.

As plantas em Nova Lima e Mariana são exemplos do compromisso com inovação e segurança ambiental do grupo. Em Nova Lima, foram adotados processos de empilhamento a seco (com alto reaproveitamento de água), eliminando o uso de barragens de rejeitos.

Em Nova Lima, também foi desenvolvido um projeto de aproveitamento de materiais com baixo teor de ferro, antes descartados. Essas iniciativas foram reconhecidas por premiações setoriais associadas a inovação e eficiência operacional.

Lucas destaca ainda investimentos em tecnologia para que a Cedro se torne referência na produção de pellet feed para redução direta — o chamado “minério verde” — uma matéria-prima mais fina, rica e com baixos níveis de impurezas, destinada à produção de pelotas de minério de ferro que, nos fornos das siderúrgicas, podem reduzir em até 50% as emissões de carbono.

No agronegócio, para sustentar as fazendas em que investe, a Cedro Agro adota tecnologias modernas de captação de água e irrigação, além de infraestrutura de apoio adequada.

“Gosto de falar de como estruturamos os projetos, do planejamento ao controle de rejeitos. Em todas as ações, buscamos tanto a preservação do patrimônio histórico, ambiental e cultural quanto investimos na preservação de áreas de reserva e sítios arqueológicos das fazendas”, relata.

  • Negócios diversos e estratégicos
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A Cedro vem ampliando sua presença no setor de logística, com a concessão de um terminal portuário em Itaguaí (RJ), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões. O empreendimento é peça-chave para verticalizar a logística da Cedro e abrir alternativa operacional para pequenas e médias mineradoras. O projeto deve ter capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas por ano, reduzindo gargalos e ampliando a competitividade do setor.

Da mesma forma, a visão de oportunidade resultou na autorização concedida pela ANTT para implantação de um ramal ferroviário de cerca de 26 quilômetros, na região de Serra Azul, como opção de escoamento para mineradoras e indústrias do entorno. “Enxergamos a holding como uma promotora de negócios que geram retornos muito além do quadrante econômico-financeiro. Estamos investindo, por exemplo, R$ 1,5 bilhão nesta shortline que, ao iniciar sua operação nos próximos anos (estimativa), promete retirar cerca de 5 mil carretas por dia das rodovias e reduzir de forma relevante o risco de acidentes na BR-381. Entregamos uma solução logística eficiente, mas também mais segura e limpa”, explica Kallas.

Cedro é mantenedora da Creche São Judas Tadeu em Nova Lima – MG. Mais de 800 crianças atendidas.  Divulgação/Cedro

  • Integração com as comunidades

Lucas afirma que a integração com as comunidades próximas aos negócios do grupo é uma forma genuína de aproximação e entrega de valor.

“A Cedro se preocupa com as pessoas e sabe da importância do impacto que seus projetos têm para as comunidades nas quais está inserida. Por isso, priorizamos a contratação e a formação de mão de obra local para que a riqueza gerada por nossos empreendimentos tenha o maior impacto positivo possível em âmbito local”, acredita.

Com atividades em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Goiás, a Cedro Participações conta com 3.200 colaboradores diretos e indiretos, sob regras rigorosas de governança e compliance.

Além disso, a holding lidera mais de 60 projetos sociais, com ações voltadas para educação, cultura, esporte e saúde. O grupo é mantenedor da Creche São Judas Tadeu, em Nova Lima, que atende 800 crianças em período integral e fornece cerca de 4 mil refeições diárias. Desde 2020, os investimentos sociais e urbanos já ultrapassaram R$ 80 milhões, beneficiando diretamente as comunidades de Nova Lima, Mariana e Ouro Preto.

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