Coluna Minas Gerais
Montes Claros inaugura novo Fórum
Foto: Divulgação
COLUNA MG
Principais destaques dos jornais e portais integrantes da rede Sindijori MG
Montes Claros inaugura novo Fórum
A cidade de Montes Claros viveu na quinta-feira, 16, um momento marcante para o sistema judiciário e para a cidadania regional: a inauguração oficial do novo prédio do Fórum Gonçalves Chaves. O evento, que simbolizou um novo capítulo na história do Judiciário no Norte de Minas, teve como principal destaque a presença do Presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Desembargador Luiz Carlos de Azevedo Corrêa Júnior, e do Corregedor-Geral de Justiça do Estado, Desembargador Estevão Lucheci de Carvalho, além de juízes, promotores, defensores públicos, advogados, parlamentares e autoridades do Executivo municipal e estadual. (Gazeta Norte Mineira)
Nova empresa de ônibus SP/MG
A FlixBus, empresa de tecnologia que conecta pessoas por meio do transporte rodoviário, anuncia o início da comercialização de uma nova rota entre São Paulo e Minas Gerais, operada pela Levare Transportes. A novidade liga a grande São Paulo à capital mineira, Belo Horizonte, ampliando as opções de viagem entre dois dos principais polos econômicos do país. A empresa já comercializa passagens em outras rotas, com destinos como Uberlândia, Uberaba, Montes Claros, Patos de Minas e Patrocínio, e segue expandindo sua presença nesse importante corredor interestadual. (Jornal MG Turismo)
Uberaba recebe 13 milhões para saúde
A Secretaria Municipal de Saúde de Uberaba informou, por meio de edital, o recebimento de uma série de repasses financeiros do Ministério da Saúde, que, somados, ultrapassam a marca de R$13,3 milhões. Os recursos, destinados a diversas áreas da saúde municipal e regional, foram creditados nas contas da pasta entre os dias 6 e 16 de outubro. O maior volume de recursos (R$5.246.558,27) corresponde à parcela 10 de 12 do Teto MAC (Média e Alta Complexidade), fundamental para o custeio de procedimentos de maior complexidade. (Jornal da Manhã – Uberaba)
Agressor terá que ressarcis SUS
A Prefeitura de Varginha sancionou a Lei Municipal que determina que agressores de vítimas de violência doméstica e familiar devem ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) pelos custos do atendimento prestado às vítimas. Originado do Projeto de Lei nº 53/2025, proposto pelo vereador Alexandre Prado, o texto foi sancionado pelo prefeito Leonardo Ciacci em 18 de setembro de 2025 e publicado oficialmente no portal da Prefeitura. O vereador destacou que a lei representa um marco de justiça e conscientização. (Gazeta de Varginha)
Minas cria mais de 87 mil empresas
Minas Gerais está prestes a alcançar um marco histórico na criação de empresas. De janeiro a setembro deste ano, foram formalizados 87.913 novos empreendimentos no Estado, um crescimento de 17,95% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 74.536 negócios. Apenas em setembro, 9.255 empresas foram abertas, o que equivale a mais de 300 novos registros por dia. As informações fazem parte do relatório mensal de registros mercantis divulgado pela Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg). (Edição do Brasil)
https://edicaodobrasil.com.br/estado-registra-abertura-de-cerca-de-88-mil-novos-empreendimentos/
Valadas debate campus da UFJF
A construção do Campus Unificado da Universidade Federal de Juiz de Fora em Governador Valadares (UFJF-GV) foi tema de uma audiência pública realizada na semana que passou, na Câmara Municipal. O encontro reuniu representantes da universidade, docentes, estudantes e lideranças locais. O debate ocorreu em um momento estratégico, diante da previsão de novos investimentos federais por meio do Novo Acordo Rio Doce, que prevê a destinação de R$ 6,5 bilhões para ciência e tecnologia, dentro de um pacote mais amplo de R$ 170 bilhões voltados à reparação e ao desenvolvimento da bacia do Rio Doce. (Diário do Rio Doce)
https://drd.com.br/valadares-avanca-no-debate-sobre-campus-unificado-da-ufjf/
Coluna Minas Gerais
Importações mantêm pressão sobre produtores
Live promovida pelo Sistema Faemg Senar reuniu produtores, sindicatos, cooperativas, Sistema CNA, lideranças políticas e técnicos do setor.
FAEMG SENAR | Divulgação
Setor cobra medidas nacionais e avanço da investigação antidumping para conter desequilíbrio do mercado
O aumento expressivo das importações de leite em pó mantém sob forte pressão o setor leiteiro nacional no início de 2026. Mesmo após medidas adotadas por importantes estados produtores, como Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o volume importado segue elevado, pressionando os preços pagos ao produtor e comprometendo a sustentabilidade da atividade.
O cenário foi debatido em live realizada pelo Sistema Faemg Senar nessa segunda-feira (26), reunindo produtores, sindicatos, cooperativas, o Sistema CNA, lideranças políticas e técnicos do setor. O encontro teve como foco a discussão de soluções e a busca por caminhos para reduzir os impactos das importações sobre a cadeia leiteira. No último ano, a captação aumentou 7,9% no Brasil e as importações permaneceram em patamares elevados, ampliando a oferta além da capacidade de absorção do mercado e pressionando os preços.
| Os produtores brasileiros estão competindo em condições desiguais. Temos uma produção eficiente, que cumpre rigorosamente as regras ambientais e sanitárias, mas enfrentamos produtos importados que chegam ao país a preços muito mais baixos. A continuidade desse cenário ameaça a renda no campo e a permanência dos produtores na atividade.
A avaliação é do presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, que reforça a necessidade de medidas nacionais capazes de trazer previsibilidade ao setor.
| É fundamental dar continuidade à investigação antidumping e convencer o governo da urgência de medidas provisórias que garantam mais segurança ao produtor.
- Entenda o histórico
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou, em 2024, pedido de investigação antidumping contra o leite em pó importado da Argentina e do Uruguai. O governo federal acatou a solicitação com base em indícios técnicos e instaurou o processo. Em agosto de 2025, contudo, um entendimento técnico apontou ausência de similaridade entre o produto importado e o nacional, o que poderia interromper a investigação. Após articulação das federações, esse posicionamento foi revertido, permitindo a continuidade do processo e a possibilidade de adoção de medidas provisórias.
Segundo o assessor técnico da CNA, Guilherme Dias, a crise do leite se intensificou a partir de 2023, quando o aumento das importações passou a impactar de forma mais direta o mercado brasileiro. Desde então, o Sistema Faemg Senar e a CNA intensificaram articulações junto ao governo federal.
O tema ganhou visibilidade nacional com a realização do 1º Encontro dos Produtores Brasileiros de Leite, em Brasília, que reuniu mais de 600 produtores. Em 2023, a segunda edição contou com mais de mil participantes, ampliando a pressão por soluções estruturais. Entre as medidas adotadas, destaca-se a publicação do Decreto nº 11.732/2023, que alterou regras do Programa Mais Leite Saudável.
Em março de 2024, mais de sete mil produtores participaram do movimento Minas Grita pelo Leite, liderado pela Faemg, em Belo Horizonte. Como resultado, Minas Gerais suspendeu o diferimento do ICMS para o leite em pó importado, iniciativa posteriormente adotada por Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Alagoas e Pernambuco. No ano seguinte, o governo mineiro incluiu o queijo muçarela na diferenciação tributária.
- Balança comercial reforça alerta
O histórico da balança comercial de lácteos mostra que o Brasil é tradicionalmente importador desses produtos, com volumes de importação superiores às exportações na maior parte das últimas décadas. Entre o fim dos anos 1990 e os anos 2000, o país registrou déficits acentuados, impulsionados pela entrada de leite em pó, principalmente da União Europeia e da Nova Zelândia.
Nesse contexto, a CNA articulou a aplicação de direitos antidumping contra produtos desses mercados, o que contribuiu para reduzir o ritmo das importações e trazer maior equilíbrio ao mercado interno. A partir de 2022, observa-se novo crescimento das importações e ampliação do déficit da balança comercial.
Como consequência, a participação dos produtos importados na captação nacional saltou de patamares históricos entre 2% e 4% para níveis entre 8% e 10%, reduzindo a competitividade da produção brasileira.
| Os dados mostram que instrumentos de defesa comercial ajudam a equilibrar o mercado. Não se trata de fechar o mercado, mas de garantir concorrência justa. O produtor brasileiro quer competir, desde que seja em condições iguais.
A avaliação reforça o posicionamento do Sistema Faemg Senar de que o avanço da investigação antidumping é decisivo para a sustentabilidade da cadeia leiteira nacional.

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