Coluna Minas Gerais
Montes Claros renova frota de coletivos
COLUNA MG
Principais destaques dos jornais e portais integrantes da Rede Sindijori MG
MoC renova frota de coletivos
A Prefeitura de Montes Claros deu um importante passo para melhorar a mobilidade urbana da cidade. Com um investimento de R$ 9,75 milhões em recursos próprios, foram adquiridos 13 novos e modernos ônibus que serão incorporados à frota do Consórcio Mocbus, responsável pelo transporte coletivo local. Cada veículo custou R$ 750 mil e foi projetado para atender as necessidades da população, sendo uma iniciativa estratégica para aprimorar o transporte coletivo e evitar reajustes tarifários. Além disso, a renovação da frota permitirá a retomada do passe-livre para estudantes. (Gazeta Norte Mineira – Montes Claros)
Procon Sete Lagoas faz balanço
O Procon Municipal de Sete Lagoas mais uma vez realizou uma série de fiscalizações tanto dias antes quanto durante a Black Friday para conferir de perto os preços praticados e orientar clientes e lojistas. “Foi uma fiscalização educativa e preventiva, sem gerar penalidades. Realizamos 210 abordagens ao comércio local durante três dias orientando sobre as promoções. Todos os comerciantes abordados receberam um formulário com as normas da Black Friday”, resumiu o coordenador do Procon Municipal, Matheus Mendes. (Diário de Sete Lagoas)
Divinópolis regulamenta câmeras
A Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settrans) de Divinópolis regulamentou o uso facultativo de câmeras corporais para os fiscais de trânsito e entrou em vigor em 3 de dezembro. O uso do equipamento é opcional, sendo que o servidor que optar por utilizá-lo deverá arcar com os custos. A medida visa melhorar a atuação dos fiscais e proteger os direitos de servidores e cidadãos, além de padronizar os procedimentos de gravação e gestão dos registros audiovisuais. As gravações podem ser utilizadas em contextos legais e serão acessíveis a autoridades competentes mediante solicitação. (Portal G37 de Notícias – Divinópolis)
Novas Casas de Cultura a cidades
A J. Mendes continua sua transformação cultural e social em Minas Gerais com a expansão das Casas de Cultura J. Mendes, agora chegando aos municípios de Congonhas e Ouro Preto, com inauguração prevista para 2025. Esses novos espaços oferecerão cursos gratuitos em áreas como dança, marcenaria, maquiagem cênica, design de moda e teatro, seguindo o modelo itinerante que já beneficiou milhares de pessoas em outras cidades. O projeto tem gerado emprego, renda e inclusão social, com 83% dos participantes conseguindo colocação no mercado ou criando novos negócios, além de 54% dos participantes se identificando como negros ou pardos e 80% sendo mulheres. (O Liberal – Ouro Preto)
Espetáculo emociona público
O espetáculo de dança “Trem de Minas”, apresentado no último domingo (1º) em Viçosa, emocionou o público ao celebrar a cultura e as riquezas de Minas Gerais. Quase 250 crianças e adolescentes do projeto Passos para um Futuro subiram ao palco, mesclando danças urbanas e ballet clássico. O evento resgatou a obra “Olhando Minas pela Janela”, criada nos anos 1990, agora reinterpretada pelos estudantes. O público, composto principalmente por famílias locais, ficou encantado com a apresentação, destacando a dedicação e a representatividade da arte. (Folha da Mata – Viços)
https://www.folhadamata.com.br/espetaculo-trem-de-minas-emociona-publico-em-vicosa
McCain apresenta balanço
A McCain, líder mundial no mercado de batatas pré-fritas congeladas, fez um balanço dos últimos anos, após a inauguração da primeira fábrica no país em 2022, com um resultado muito positivo. A companhia canadense escolheu a cidade de Araxá, no triangulo mineiro, para ter a sua unidade fabril e obteve ótimos resultados nos primeiros anos de produção local, incluindo o lançamento de novos produtos. O Brasil é o quinto maior mercado do mundo de batatas pré-fritas congeladas, o que demonstra sua importância para o cenário mundial. (Jornal InterAção – Araxá)
Coluna Minas Gerais
Como Lucas Kallas integrou sustentabilidade e impacto social ao setor de mineração
CEDRO | Divulgação
O pensamento do mineiro Lucas Kallas, que quer deixar seu legado por meio da mineração sustentável e de outros negócios estratégicos para o país, se traduz hoje na Cedro Participações, com faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões.
- Agência Minera Brasil
“Consegui unir paixão e convicção ao longo da minha trajetória”. É com brilho nos olhos que Lucas Kallas relembra o início da sua caminhada profissional, ainda no setor imobiliário — trajetória que o levou a atuar como chairman e presidente do Conselho de Administração da Cedro Participações, uma holding com presença em setores estratégicos da economia. Desde a fundação, os negócios sob o guarda-chuva da holding avançam em frentes como agronegócio, saúde, logística e real estate, sempre sob a lógica de atuação integrada e geração de valor, com foco em sustentabilidade, inovação e impacto social.
Com investimentos acima de R$ 2 bilhões, a holding faturou cerca de R$ 2,5 bilhões (referência pública de 2024), com a maior parte do montante oriunda da Cedro Mineração, carro-chefe do grupo para o qual Lucas tem um plano de expansão bem definido: posicioná-la entre as maiores produtoras privadas de minério de ferro do país até 2030, quando estima alcançar uma produção de aproximadamente 20 milhões de toneladas/ano, a partir de suas minas em Mariana e Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Para chegar à marca de 20 milhões de toneladas, a companhia prevê investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (estimativa divulgada). “Entendemos que temos um papel importante e estratégico a cumprir para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Fazemos isso reinvestindo parte substancial dos nossos lucros em setores estratégicos para o crescimento do país e das comunidades onde atuamos”, afirma.
Com perfil inovador, arrojado e carismático, disciplina de execução e faro apurado para oportunidades, Lucas ressalta que a holding é uma expressão do seu DNA empreendedor — algo que ele define como Jeito Cedro. “Nossos negócios combinam esforços em diversas frentes para chegar à equação ideal que orienta todas as ações do grupo: Sociedade + Sustentabilidade + Resultados”, explica.
Ele conta que esse olhar o levou a implementar, em todos os negócios da holding, a ideia de que as pessoas devem estar no centro de tudo. Com essa mentalidade, reitera que tanto as decisões do dia a dia quanto as mais estratégicas são tomadas, acima de tudo, pela análise do impacto positivo que possam gerar aos diferentes stakeholders direta ou indiretamente envolvidos — sejam acionistas, colaboradores, clientes, municípios ou comunidades do entorno.
“Começar os negócios do zero dá à Cedro a oportunidade — e também o desafio — de fazer tudo da forma como gostaríamos. Para quem está realmente preocupado com as pessoas que estão dentro da cadeia de relacionamentos da empresa, essa é sempre a melhor maneira de dar o pontapé inicial. Assim conseguimos adotar o jeito Cedro de fazer negócios, com sustentabilidade e excelência, em todos os nossos projetos”, explica.

Divulgação/Cedro
- DNA sustentável
Comprometido com a Agenda 2030, Lucas reforça que investir priorizando a sustentabilidade é a melhor forma de a holding não apenas inovar e ser mais competitiva, mas também garantir um futuro mais próspero e seguro para as pessoas e o planeta.
“Desde que iniciamos as operações da Cedro, ainda no setor de mineração, sempre atuamos focados na sustentabilidade, tendo como primeiro projeto o beneficiamento de rejeitos de minério estocados, com o uso de tecnologia de processamento apta a eliminar o uso de barragens”, pontua.
As plantas em Nova Lima e Mariana são exemplos do compromisso com inovação e segurança ambiental do grupo. Em Nova Lima, foram adotados processos de empilhamento a seco (com alto reaproveitamento de água), eliminando o uso de barragens de rejeitos.
Em Nova Lima, também foi desenvolvido um projeto de aproveitamento de materiais com baixo teor de ferro, antes descartados. Essas iniciativas foram reconhecidas por premiações setoriais associadas a inovação e eficiência operacional.
Lucas destaca ainda investimentos em tecnologia para que a Cedro se torne referência na produção de pellet feed para redução direta — o chamado “minério verde” — uma matéria-prima mais fina, rica e com baixos níveis de impurezas, destinada à produção de pelotas de minério de ferro que, nos fornos das siderúrgicas, podem reduzir em até 50% as emissões de carbono.
No agronegócio, para sustentar as fazendas em que investe, a Cedro Agro adota tecnologias modernas de captação de água e irrigação, além de infraestrutura de apoio adequada.
“Gosto de falar de como estruturamos os projetos, do planejamento ao controle de rejeitos. Em todas as ações, buscamos tanto a preservação do patrimônio histórico, ambiental e cultural quanto investimos na preservação de áreas de reserva e sítios arqueológicos das fazendas”, relata.
- Negócios diversos e estratégicos
A Cedro vem ampliando sua presença no setor de logística, com a concessão de um terminal portuário em Itaguaí (RJ), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões. O empreendimento é peça-chave para verticalizar a logística da Cedro e abrir alternativa operacional para pequenas e médias mineradoras. O projeto deve ter capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas por ano, reduzindo gargalos e ampliando a competitividade do setor.
Da mesma forma, a visão de oportunidade resultou na autorização concedida pela ANTT para implantação de um ramal ferroviário de cerca de 26 quilômetros, na região de Serra Azul, como opção de escoamento para mineradoras e indústrias do entorno. “Enxergamos a holding como uma promotora de negócios que geram retornos muito além do quadrante econômico-financeiro. Estamos investindo, por exemplo, R$ 1,5 bilhão nesta shortline que, ao iniciar sua operação nos próximos anos (estimativa), promete retirar cerca de 5 mil carretas por dia das rodovias e reduzir de forma relevante o risco de acidentes na BR-381. Entregamos uma solução logística eficiente, mas também mais segura e limpa”, explica Kallas.

Cedro é mantenedora da Creche São Judas Tadeu em Nova Lima – MG. Mais de 800 crianças atendidas. Divulgação/Cedro
- Integração com as comunidades
Lucas afirma que a integração com as comunidades próximas aos negócios do grupo é uma forma genuína de aproximação e entrega de valor.
“A Cedro se preocupa com as pessoas e sabe da importância do impacto que seus projetos têm para as comunidades nas quais está inserida. Por isso, priorizamos a contratação e a formação de mão de obra local para que a riqueza gerada por nossos empreendimentos tenha o maior impacto positivo possível em âmbito local”, acredita.
Com atividades em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Goiás, a Cedro Participações conta com 3.200 colaboradores diretos e indiretos, sob regras rigorosas de governança e compliance.
Além disso, a holding lidera mais de 60 projetos sociais, com ações voltadas para educação, cultura, esporte e saúde. O grupo é mantenedor da Creche São Judas Tadeu, em Nova Lima, que atende 800 crianças em período integral e fornece cerca de 4 mil refeições diárias. Desde 2020, os investimentos sociais e urbanos já ultrapassaram R$ 80 milhões, beneficiando diretamente as comunidades de Nova Lima, Mariana e Ouro Preto.
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