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Natal de Ouro Preto atraiu 90 mil

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Foto: Ane Souz

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Natal de Ouro Preto atraiu 90 mil
Do dia 23 de novembro de 2024 a 6 de janeiro de 2025, Ouro Preto foi adornada com mais de um milhão de pontos de luz, transformando os cartões postais da cidade em um verdadeiro espetáculo natalino, e maior árvore de natal das cidades históricas, em frente ao Museu da Inconfidência. Segundo estimativas da Secretaria de Turismo, um público de 90 mil pessoas passou pela cidade, com visitantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Dinamarca, Inglaterra, Chile, Venezuela e de cidades próximas como Belo Horizonte, Mariana e a própria Ouro Preto, entre outras. (O Liberal – Ouro Preto)
https://oliberalinconfidentes.com.br/destaque/natal-de-ouro-preto-2024-evento-cultural-atrai-90-mil-pessoas-e-gera-impacto-economico-de-r-21-milhoes/

Cartilha reforça combate ao trabalho infantil
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) de Minas Gerais lançou uma cartilha voltada ao combate ao trabalho infantil, com o objetivo de orientar profissionais da assistência social e gestores municipais. O documento oferece estratégias práticas para erradicar o problema, apresentando dados sobre o trabalho infantil no estado e detalhando as ações do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). Com base na intersetorialidade, a cartilha propõe integração entre áreas como assistência social, educação e saúde para potencializar as ações de proteção às crianças e adolescentes. (Gazeta Norte Mineira – Montes Claros)
https://gazetanm.com.br/sedese-lanca-cartilha-para-reforcar-combate-ao-trabalho-infantil-em-minas-gerais/

Pessoas com deficiência terão preferência
Foi publicada uma nova legislação em Minas Gerais que garante a reserva preferencial de unidades habitacionais da Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab) para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. A norma estabelece que 12% das moradias sejam destinadas a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e 3% a idosos. Para se beneficiar, os interessados devem se cadastrar e atender aos requisitos dos programas habitacionais. Caso não haja candidatos nas categorias reservadas, as unidades poderão ser oferecidas ao público geral. (Gazeta de Varginha)
https://www.gazetadevarginha.com.br/post/pessoas-com-defici%C3%AAncia-e-idosos-ter%C3%A3o-reserva-preferencial-para-compra-de-im%C3%B3veis

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Lagoa tem maior representatividade
A representatividade feminina nas Câmaras Municipais da região tem mostrado diferenças marcantes. Lagoa da Prata, com quatro mulheres para o Legislativo municipal, ocupa uma parcela significativa das cadeiras e reforça a importância da presença feminina na política. Por outro lado, Pains se apresenta com a menor representatividade, já que nenhuma mulher foi eleita para a Câmara Municipal nas últimas eleições. Especialistas apontam que essa disparidade está ligada a fatores como a escassez de candidaturas femininas, questões culturais e estruturas de poder ainda tradicionais. (Tribuna Formiguense)
https://tribunacentroeste.com.br/noticias/lagoa-da-prata-a-cidade-com-maior-representatividade-feminina-na-c-mara-e-pains-a-menor

Alcoa investe R$ 2,8 milhões em Poços
Ao longo de 2024, a Alcoa Poços de Caldas reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento socioambiental, investindo R$ 2,8 milhões em 57 projetos em áreas como educação, meio ambiente, saúde, desenvolvimento econômico e bem-estar social que beneficiaram cinco cidades: Andradas, Caldas e Poços de Caldas, em Minas Gerais, e Divinolândia e São Sebastião da Grama, em São Paulo. Esses investimentos foram realizados com recursos da própria unidade (Alcoa Poços), Alcoa Foundation, Instituto Alcoa e por meio da Lei de Incentivo Municipal à Cultura. (Jornal Mantiqueira – Poços de Caldas)
https://www.jornalmantiqueira.com.br/2025/01/03/alcoa-pocos-de-caldas-investe-r-28-milhoes-em-iniciativas-socioambientais-na-regiao/

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JF espera 280 mil no Carnaval
Na primeira entrevista coletiva à imprensa desde que assumirem as novas pastas, Eduardo Crochet, secretário de Turismo, e Rogério de Freitas, diretor-geral da Funalfa, apresentaram o planejamento e a organização para os blocos de rua do carnaval de 2025 em Juiz de Fora. Até o momento, conforme a prefeitura, são 74 blocos pré-cadastrados, sendo que o processo ainda não fechou e o número pode, por isso, aumentar. O carnaval de 2025 contará com 16 dias de folia: 14, 15 e 16 de fevereiro, além do período entre 21 do mesmo mês a 5 de março. A expectativa de público para a folia é de cerca de 280 mil pessoas, mas buscando um público maior.  (Tribuna de Minas – Juiz de Fora)
https://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/06-01-2025/carnaval-circuitos.html

Campo Belo enfrenta dengue
Na segunda-feira, 06 as Secretarias Municipais de Infraestrutura, Meio Ambiente e Saúde de Campo Belo, junto à Assessoria de Governo, realizaram uma reunião estratégica para intensificar os trabalhos de Prevenção e Combate à Dengue no município. Durante a reunião, foram discutidas e delegadas atividades a serem implementadas de forma imediata, com destaque para a limpeza de locais de descarte de resíduos em diversas regiões da cidade. O objetivo é eliminar focos que possam contribuir para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue. (Jornal Panorama – Caxambu)
https://jornalpanoramaminas.com.br/site/prefeitura-de-campo-belo-intensifica-acoes-de-prevencao-e-combate-a-dengue/

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Mesmo com alta produção, Minas Gerais passa a importar tilápia pela primeira vez em quase 30 anos

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Entrada de produto estrangeiro acende alerta para competitividade, tributação e sanidade do setor

Minas Gerais registrou, pela primeira vez desde 1997, a importação de tilápia, mesmo em um cenário de forte crescimento da piscicultura estadual. Em fevereiro de 2026, foram importadas 122 toneladas do Vietnã, segundo dados do ComexStat — o primeiro registro da série histórica.

O movimento acompanha uma tendência nacional. No mesmo período, o Brasil importou mais de 1,3 mil toneladas de filé de tilápia, volume equivalente a cerca de 4,1 mil toneladas de peixe vivo, segundo o Ministério da Agricultura. Pela primeira vez, as importações superaram as exportações e passaram a representar 6,5% da produção mensal do país.

  • Importação não é falta de produção — é preço

Segundo a analista de agronegócios do Sistema Faemg Senar, Nathália Rabelo, o cenário não está ligado à escassez interna, mas sim a fatores econômicos.

┃ O filé importado chega com preços mais competitivos, resultado da produção em larga escala e dos custos menores no Vietnã. Isso exige atenção, pois pode comprometer a competitividade da cadeia produtiva mineira, explica.

O alerta é relevante porque Minas vem se consolidando como um dos principais polos da piscicultura nacional, com destaque para Morada Nova de Minas, atualmente o maior produtor de tilápia do Brasil.

  • Produção cresce — e muito
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Mesmo com o avanço das importações, os números da produção seguem em alta:

  • Brasil:
    442 mil toneladas (2023)
    499 mil toneladas (2024) → +12,8%
  • Minas Gerais:
    45,5 mil toneladas (2023)
    58,4 mil toneladas (2024) → +28%

O estado já responde por cerca de 11,7% da produção nacional, ocupando a terceira posição no ranking, atrás apenas de Paraná e São Paulo.

Além do volume, Minas tem investido em:

  • Tecnologia
  • Genética
  • Nutrição
  • Processamento

Concorrência desleal entra no radar

Para produtores, o problema central está na diferença de custos e tributação.

┃ O produtor mineiro paga ICMS, enquanto o filé importado entra sem essa carga. Na prática, estamos subsidiando o produto estrangeiro, afirma o produtor Carlos Junior de Faria Ribeiro.

Segundo ele, outros estados já adotaram medidas de proteção, enquanto Minas ainda não reagiu com a mesma intensidade.

  • Risco sanitário preocupa o setor

Além da questão econômica, há preocupação com a sanidade da produção nacional.

A importação pode aumentar o risco de entrada de doenças como o vírus da tilápia do lago (TiLV) — atualmente ausente no Brasil, mas com potencial de causar grandes prejuízos ao setor.

  • Possível mudança regulatória aumenta incerteza
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Outro ponto sensível é a discussão sobre a classificação da tilápia como espécie exótica invasora, tema que avançou em 2025 na Comissão Nacional de Biodiversidade, mas ainda está em revisão.

Segundo o analista de Sustentabilidade do Sistema Faemg Senar, Guilherme Oliveira, a medida pode gerar impactos relevantes.

┃ Pode haver aumento de custos, mais burocracia e insegurança jurídica, afetando principalmente pequenos e médios produtores, explica.

  • Cenário exige reação rápida

O cenário combina três fatores críticos:

  • Produção em crescimento
  • Importações mais baratas
  • Riscos regulatórios e sanitários

Isso coloca pressão direta sobre a competitividade da piscicultura mineira, que, apesar do avanço técnico e produtivo, pode perder espaço sem medidas de proteção e ajuste no ambiente de negócios.

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