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Parceria fortalece prevenção a incêndios rurais em Minas

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FAEMG SENAR | Divulgação

A prevenção e o combate aos incêndios no meio rural ganharam um novo capítulo nesta segunda-feira (13/10) com a assinatura do Protocolo de Intenções que formaliza a união entre o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e o setor agropecuário.

A iniciativa envolve o Sistema Faemg Senar, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a Associação Mineira da Indústria Florestal (Amif), o Sistema Ocemg, a Associação da Indústria da Bioenergia e do Açúcar de Minas Gerais (Siamig Bioenergia) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG).

O acordo prevê ações conjuntas voltadas à capacitação de brigadas rurais, troca de informações sobre focos de calor e promoção de educação ambiental, fortalecendo a prevenção e a resposta a incêndios florestais em todo o estado.


Entidades se unem para reforçar prevenção e proteger o meio rural

“Sabemos o quanto os incêndios causam danos às nossas florestas, às áreas plantadas e às propriedades rurais. Precisamos cuidar com atenção desse ativo valioso, fortalecer a prevenção e investir em capacitação — como já fizemos ao treinar mais de 5.000 pessoas nos últimos anos. É hora de agir de forma conjunta, planejada e preventiva. O fogo não é prática do produtor rural moderno, e sim um risco que precisa ser combatido com orientação e união. Contem conosco para seguir juntos nesse esforço por uma Minas mais segura, produtiva e em paz”, destacou o presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, durante a cerimônia.

O protocolo reforça o compromisso das instituições em desenvolver normas técnicas conjuntas, promover capacitação contínua, compartilhar informações sobre focos de calor e integrar esforços para aumentar a resiliência das comunidades rurais frente aos incêndios florestais.

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A iniciativa busca alinhar estratégias de comunicação, educação ambiental e políticas públicas voltadas à sustentabilidade, criando uma rede colaborativa entre governo, produtores e sociedade civil para enfrentar os desafios das queimadas no campo.

“A assinatura deste protocolo representa um marco de maturidade institucional para o nosso estado. Trabalhar em parceria com o setor agropecuário é essencial: precisamos unir forças, compartilhar experiências e buscar soluções conjuntas. Temos tecnologia, conhecimento e, sobretudo, comprometimento para agir de forma coordenada, proteger o meio ambiente e garantir a sustentabilidade e o desenvolvimento de Minas Gerais. O fogo não reconhece fronteiras, mas, juntos, estaremos cada vez mais preparados para enfrentá-lo”, afirmou a comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, coronel BM Jordana Daldegan.

O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, também ressaltou a importância da união entre os setores.

“A prevenção de incêndios rurais, junto a todos esses parceiros, é fundamental. Nosso objetivo é alertar e conscientizar cada vez mais o produtor sobre os riscos do fogo no campo. Os protocolos firmados priorizam justamente a prevenção e a agilidade no combate aos primeiros focos. Unindo forças e levando conhecimento até a ponta, junto aos produtores, tenho certeza de que conseguiremos reduzir significativamente os incêndios florestais e garantir colheitas mais fartas, ano após ano”, afirmou.

Presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, assinando protocolo de intenções 

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Também assinaram o protocolo a presidente da Amif, Adriana Maugeri; o assessor institucional do Sistema Ocemg, Geraldo Magela da Silva; o presidente da Siamig Bioenergia, Mário Campos; e o diretor-presidente da Emater-MG, Otávio Maia.


Queimadas em Minas

Minas Gerais possui uma das maiores áreas rurais do país, com destaque para culturas de grande relevância nacional e internacional, como florestas plantadas, soja, cana-de-açúcar, milho e algodão. O período de estiagem aumenta a vulnerabilidade do meio rural à ocorrência de incêndios, que causam prejuízos econômicos, ambientais e sociais, afetando agricultores, comunidades rurais e matas nativas.

Entre julho e setembro de 2024, as queimadas em Minas atingiram mais de 305 mil hectares e geraram prejuízos estimados em R$ 1,2 bilhão, especialmente em pastagens e lavouras.

A nova parceria busca fortalecer a atuação integrada e ampliar a colaboração entre governo, produtores e sociedade, promovendo proteção ambiental, segurança no campo e redução dos impactos das queimadas.

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Coluna Minas Gerais

Belo Horizonte sedia a 1ª edição regional do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável e coloca a mineiridade no centro da sustentabilidade

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FECOMÉRCIO – Divulgação

Capital mineira inaugura novo ciclo do evento em março de 2026 e consolida Minas Gerais como referência nacional em práticas ESG e turismo de base local

Em um cenário de crescimento acelerado do turismo em Minas Gerais, a capital mineira recebe a 1ª edição regional do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável, nos dias 10 e 11 de março de 2026, no Teatro Francisco Nunes. A iniciativa marca uma nova etapa do evento e reconhece o protagonismo do estado em um momento de expansão e reposicionamento estratégico do setor no cenário nacional. 

Realizado pelo Grupo Vivejar, ecossistema pioneiro em turismo responsável no Brasil, com apoio da Belotur e do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, o Fórum amplia sua atuação para os territórios com o objetivo de aprofundar debates locais, dar visibilidade a boas práticas e fortalecer governanças regionais. Para a CEO do Grupo Vivejar e curadora do evento, Marianne Costa, sediar a estreia regional em Minas tem significado simbólico. 

“Tenho muito orgulho de Minas Gerais receber a 1ª edição do Fórum, demonstrando compromisso com o pioneirismo e na inspiração da tomada de responsabilidade no turismo. Não há turismo em Minas que não preserve a cultura, a natureza e, principalmente, que não valorize nosso maior legado: a mineiridade e as pessoas. Por isso, é tão importante que esse coletivo de profissionais se reconheça, se conecte e se fortaleça. Nosso Fórum tem esse propósito”, afirma. 

A escolha de Belo Horizonte dialoga com o momento vivido pelo estado, que vem ampliando sua relevância nacional a partir da valorização da cultura, da gastronomia, dos territórios criativos e das experiências de base local. O presidente da Belotur, Eduardo Cruvinel, destaca que o Fórum reforça a estratégia de posicionamento da cidade. 

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“Sediar a 1ª edição regional do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável reafirma Belo Horizonte como uma cidade preparada para receber grandes eventos e promover encontros que geram conhecimento, oportunidades e desenvolvimento. Com o apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, a capital mineira se consolida como um destino relevante no cenário nacional justamente por promover vivências que combinam cultura, sustentabilidade, hospitalidade e desenvolvimento local, e sediar o Fórum dialoga diretamente com essa estratégia de futuro para a cidade”, ressalta. 

Na mesma linha, o presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac, Nadim Donato, enfatiza o impacto econômico da agenda cultural e turística. “Entendemos que cultura e turismo caminham juntos como vetores de desenvolvimento econômico e social. Quando investimos em cultura, quando apoiamos grandes eventos e quando estruturamos projetos permanentes, estamos movimentando toda a cadeia do comércio e dos serviços: hotéis, bares, restaurantes, transportes, produtores culturais e pequenos empreendedores. Estamos gerando renda, oportunidades e fortalecendo a economia local.” 

  • Carnaval de BH: referência prática em ESG 

Se há um exemplo concreto de como Belo Horizonte alia grandiosidade e responsabilidade, ele está nas ruas durante o Carnaval. A edição de 2026 entrou para a história: foram 23 dias de programação, 457 desfiles de blocos e 6,6 milhões de foliões, sendo 349 mil turistas. A movimentação econômica alcançou R$ 1,4 bilhão, com alta taxa de ocupação hoteleira. 

“A capital mineira tem na sua gastronomia, no patrimônio cultural do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, nas festas populares, como o Carnaval e o Arraial de Belo Horizonte, e na criatividade e na experiência dos seus territórios a base para um turismo cada vez mais responsável e conectado às pessoas”, detalha o presidente da Belotur. 

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O diferencial da cidade, no entanto, não está apenas nos recordes. A atuação integrada dos órgãos municipais garantiu indicadores positivos em segurança, saúde e limpeza urbana, consolidando o modelo de gestão do evento como uma das principais referências de aplicação prática de ESG no turismo brasileiro. 

Entre as iniciativas reconhecidas estão o ReciclaBelô, que elevou em mais de 180% a renda de catadoras e catadores durante a festa, o acolhimento de filhos de ambulantes e trabalhadores da reciclagem em escolas municipais nos dias de folia e a política de editais transparentes, que distribui oportunidades econômicas no território e amplia o impacto social do evento. 

Esse modelo, que alia crescimento econômico à responsabilidade ambiental, social e de governança, está no centro das discussões propostas pelo Fórum. 

  • Compromisso com legado e coerência 

Alinhada aos princípios do turismo responsável, a edição mineira do Fórum será carbono neutro e plástico zero, além de contar com a produção de um Relatório de Impacto, garantindo transparência e legado para a cidade e a região. A programação inclui plenárias, debates, oficinas práticas, experiências imersivas e espaços de networking voltados a gestores públicos, empreendedores, lideranças comunitárias, pesquisadores, estudantes e comunicadores. 

  • SERVIÇO

Evento: Fórum Brasileiro de Turismo Responsável

1ª Edição Regional: Belo Horizonte

Data: 10 e 11 de março de 2026

Local: Teatro Francisco Nunes – Belo Horizonte (MG)

Inscrições: via Sympla

Programação: Fórum Brasileiro de Turismo Responsável – Edição BH

Acompanhe: @forumturismoresponsavel no Instagram 

Informações para a imprensa: Ana Paula Moreira – (31) 99957-0689

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