Coluna Minas Gerais
Pouso Alegre cria polo de inovação
Foto: Guilherme Bergamini / ALMG
COLUNA MG
Principais destaques dos jornais e portais integrantes da rede Sindijori MG
Pouso Alegre cria polo de inovação
Com investimentos privados que devem alcançar a marca de R$ 1 bilhão até o fim de 2025, Pouso Alegre se prepara para dar um salto na diversificação da economia. Conhecida pela força da indústria, a cidade mira se consolidar como polo de inovação e pesquisa, entrando no radar da tecnologia nacional. O primeiro passo é a implantação de um hub de inovação, previsto para iniciar as atividades em março de 2026. O centro terá parceria com importantes universidades e abrigará inicialmente formações em inteligência artificial (IA) e ciência de dados. (Diário do Comércio – Belo Horizonte)
https://diariodocomercio.com.br/economia/pouso-alegre-polo-inovacao/
Nestlé anuncia R$ 450 milhões em MoC
A Nestlé anunciou recursos de R$ 450 milhões até 2028 para ampliar em 40% a capacidade de produção na fábrica de Nescafé Dolce Gusto, em Montes Claros. O aporte faz parte do investimento de R$ 7 bilhões que a companhia fará no Brasil no período. A unidade de Montes Claros é uma das cinco fábricas de Nescafé Dolce Gusto no mundo e a única das Américas, sendo responsável por abastecer o mercado da América Latina. (Novo Jornal de Notícias – Montes Claros)
https://novojornaldenoticias.com/noticias/nestle-anuncia-r-450-milhoes-na-ampliacao-da-dolce-gusto/
Negociações para sucessão se intensificam
A recente filiação do deputado estadual Gustavo Valadares no PSD movimentou os bastidores da política mineira, apontando também para a possível filiação à sigla do vice-governador Mateus Simões (Novo). Isso de acordo com entendimentos realizados de maneira super reservada entre interlocutores de Simões e o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. Nos corredores da Assembleia Legislativa, propala-se uma informação indicando a possível atuação do vice-governador na filiação de mais 20 prefeitos ao PSD. Assim, estaria ficando clara a sua pretensão de deixar o Partido Novo para se apoiar em quem tem mais capilaridade pelo interior do Estado. (Edição do Brasil – Belo Horizonte)
https://edicaodobrasil.com.br/mateus-simoes-busca-apoio-de-cleitinho-azevedo-e-nikolas/
Uberaba reabre restaurante popular
O Restaurante Popular reabriu as portas com cardápio especial e música ao vivo para recepcionar a população. O serviço marca também o início da operação da Plena Alimentação (SP), que assume a gestão do espaço pelos próximos cinco anos. A reabertura foi confirmada pelo secretário Ernani Neri. Segundo ele, a empresa aceitou aplicar o valor de R$ 6 para a refeição, até que a Câmara Municipal de Uberaba dê o aval para a administração municipal subsidiar o restante do valor fechado no processo licitatório, que é de R$ 8,38. (Jornal da Manhã – Uberaba)
Golpe imobiliário descoberto em Unai
Pelo menos dez famílias de Uní foram vítimas de um esquema de estelionato envolvendo a venda de terrenos públicos no bairro Mamoeiro. O golpista se apresentava como servidor da Prefeitura e chegou a usar documentos falsificados com carimbos de cartório e assinaturas de funcionários municipais. O golpe só foi descoberto quando a vítima procurou a Prefeitura para regularizar o IPTU e instalar água no imóvel. Foi então informada de que o terreno pertencia ao município e não poderia ser comercializado. (Paracatu News)
Fliaraxá tem data definida
O 13º Festival Literário Internacional de Araxá (Fliaraxá) está com data marcada para transformar a cidade mineira em um polo de reflexão e cultura. Entre os dias 1º e 5 de outubro de 2025, o evento trará grandes nomes da literatura nacional e internacional para debater o tema “Literatura, Encruzilhada e Memória” no Teatro CBMM do Centro Cultural Uniaraxá. A edição de 2025 homenageia dois autores de peso: a aclamada escritora ruandesa Scholastique Mukasonga e o premiado baiano Itamar Vieira Junior, autor de Torto Arado. O festival também contará com a presença da escritora camaronesa Léonora Miano, entre outros mais de 40 autores de diversas regiões do Brasil, como Jeferson Tenório, Ale Santos e Bianca Santana. (Clarin.net – Araxá)
Coluna Minas Gerais
Como Lucas Kallas integrou sustentabilidade e impacto social ao setor de mineração
CEDRO | Divulgação
O pensamento do mineiro Lucas Kallas, que quer deixar seu legado por meio da mineração sustentável e de outros negócios estratégicos para o país, se traduz hoje na Cedro Participações, com faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões.
- Agência Minera Brasil
“Consegui unir paixão e convicção ao longo da minha trajetória”. É com brilho nos olhos que Lucas Kallas relembra o início da sua caminhada profissional, ainda no setor imobiliário — trajetória que o levou a atuar como chairman e presidente do Conselho de Administração da Cedro Participações, uma holding com presença em setores estratégicos da economia. Desde a fundação, os negócios sob o guarda-chuva da holding avançam em frentes como agronegócio, saúde, logística e real estate, sempre sob a lógica de atuação integrada e geração de valor, com foco em sustentabilidade, inovação e impacto social.
Com investimentos acima de R$ 2 bilhões, a holding faturou cerca de R$ 2,5 bilhões (referência pública de 2024), com a maior parte do montante oriunda da Cedro Mineração, carro-chefe do grupo para o qual Lucas tem um plano de expansão bem definido: posicioná-la entre as maiores produtoras privadas de minério de ferro do país até 2030, quando estima alcançar uma produção de aproximadamente 20 milhões de toneladas/ano, a partir de suas minas em Mariana e Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Para chegar à marca de 20 milhões de toneladas, a companhia prevê investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (estimativa divulgada). “Entendemos que temos um papel importante e estratégico a cumprir para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Fazemos isso reinvestindo parte substancial dos nossos lucros em setores estratégicos para o crescimento do país e das comunidades onde atuamos”, afirma.
Com perfil inovador, arrojado e carismático, disciplina de execução e faro apurado para oportunidades, Lucas ressalta que a holding é uma expressão do seu DNA empreendedor — algo que ele define como Jeito Cedro. “Nossos negócios combinam esforços em diversas frentes para chegar à equação ideal que orienta todas as ações do grupo: Sociedade + Sustentabilidade + Resultados”, explica.
Ele conta que esse olhar o levou a implementar, em todos os negócios da holding, a ideia de que as pessoas devem estar no centro de tudo. Com essa mentalidade, reitera que tanto as decisões do dia a dia quanto as mais estratégicas são tomadas, acima de tudo, pela análise do impacto positivo que possam gerar aos diferentes stakeholders direta ou indiretamente envolvidos — sejam acionistas, colaboradores, clientes, municípios ou comunidades do entorno.
“Começar os negócios do zero dá à Cedro a oportunidade — e também o desafio — de fazer tudo da forma como gostaríamos. Para quem está realmente preocupado com as pessoas que estão dentro da cadeia de relacionamentos da empresa, essa é sempre a melhor maneira de dar o pontapé inicial. Assim conseguimos adotar o jeito Cedro de fazer negócios, com sustentabilidade e excelência, em todos os nossos projetos”, explica.

Divulgação/Cedro
- DNA sustentável
Comprometido com a Agenda 2030, Lucas reforça que investir priorizando a sustentabilidade é a melhor forma de a holding não apenas inovar e ser mais competitiva, mas também garantir um futuro mais próspero e seguro para as pessoas e o planeta.
“Desde que iniciamos as operações da Cedro, ainda no setor de mineração, sempre atuamos focados na sustentabilidade, tendo como primeiro projeto o beneficiamento de rejeitos de minério estocados, com o uso de tecnologia de processamento apta a eliminar o uso de barragens”, pontua.
As plantas em Nova Lima e Mariana são exemplos do compromisso com inovação e segurança ambiental do grupo. Em Nova Lima, foram adotados processos de empilhamento a seco (com alto reaproveitamento de água), eliminando o uso de barragens de rejeitos.
Em Nova Lima, também foi desenvolvido um projeto de aproveitamento de materiais com baixo teor de ferro, antes descartados. Essas iniciativas foram reconhecidas por premiações setoriais associadas a inovação e eficiência operacional.
Lucas destaca ainda investimentos em tecnologia para que a Cedro se torne referência na produção de pellet feed para redução direta — o chamado “minério verde” — uma matéria-prima mais fina, rica e com baixos níveis de impurezas, destinada à produção de pelotas de minério de ferro que, nos fornos das siderúrgicas, podem reduzir em até 50% as emissões de carbono.
No agronegócio, para sustentar as fazendas em que investe, a Cedro Agro adota tecnologias modernas de captação de água e irrigação, além de infraestrutura de apoio adequada.
“Gosto de falar de como estruturamos os projetos, do planejamento ao controle de rejeitos. Em todas as ações, buscamos tanto a preservação do patrimônio histórico, ambiental e cultural quanto investimos na preservação de áreas de reserva e sítios arqueológicos das fazendas”, relata.
- Negócios diversos e estratégicos
A Cedro vem ampliando sua presença no setor de logística, com a concessão de um terminal portuário em Itaguaí (RJ), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões. O empreendimento é peça-chave para verticalizar a logística da Cedro e abrir alternativa operacional para pequenas e médias mineradoras. O projeto deve ter capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas por ano, reduzindo gargalos e ampliando a competitividade do setor.
Da mesma forma, a visão de oportunidade resultou na autorização concedida pela ANTT para implantação de um ramal ferroviário de cerca de 26 quilômetros, na região de Serra Azul, como opção de escoamento para mineradoras e indústrias do entorno. “Enxergamos a holding como uma promotora de negócios que geram retornos muito além do quadrante econômico-financeiro. Estamos investindo, por exemplo, R$ 1,5 bilhão nesta shortline que, ao iniciar sua operação nos próximos anos (estimativa), promete retirar cerca de 5 mil carretas por dia das rodovias e reduzir de forma relevante o risco de acidentes na BR-381. Entregamos uma solução logística eficiente, mas também mais segura e limpa”, explica Kallas.

Cedro é mantenedora da Creche São Judas Tadeu em Nova Lima – MG. Mais de 800 crianças atendidas. Divulgação/Cedro
- Integração com as comunidades
Lucas afirma que a integração com as comunidades próximas aos negócios do grupo é uma forma genuína de aproximação e entrega de valor.
“A Cedro se preocupa com as pessoas e sabe da importância do impacto que seus projetos têm para as comunidades nas quais está inserida. Por isso, priorizamos a contratação e a formação de mão de obra local para que a riqueza gerada por nossos empreendimentos tenha o maior impacto positivo possível em âmbito local”, acredita.
Com atividades em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Goiás, a Cedro Participações conta com 3.200 colaboradores diretos e indiretos, sob regras rigorosas de governança e compliance.
Além disso, a holding lidera mais de 60 projetos sociais, com ações voltadas para educação, cultura, esporte e saúde. O grupo é mantenedor da Creche São Judas Tadeu, em Nova Lima, que atende 800 crianças em período integral e fornece cerca de 4 mil refeições diárias. Desde 2020, os investimentos sociais e urbanos já ultrapassaram R$ 80 milhões, beneficiando diretamente as comunidades de Nova Lima, Mariana e Ouro Preto.
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrásEm Uberlândia cesta ultrapassa R$ 700
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrásSINFERSI e FIEMG cobram do DNIT solução para restrição de carga na ponte da BR&365, em Pirapora (MG)
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrásInstituto de Sete Lagoas inicia atividades
-
Coluna Minas Gerais3 dias atrásFábrica impulsiona produção de celulose
-
Coluna Minas Gerais2 dias atrásProdução de cachaça ganha reforço
-
Coluna Minas Gerais2 dias atrásPiscicultura mineira preparada para a Semana Santa
-
Coluna Minas Gerais1 dia atrásOuro Preto recebe investimento de 300 milhões
-
Coluna Minas Gerais8 horas atrásReforma acende alerta no campo



