Coluna Minas Gerais

Programa do Senar, em parceria com o SPR Sete Lagoas e a ABCCMM, transforma a vida de tratador de cavalos

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“Este programa do Sistema Faemg Senar ajudou a transformar a minha vida por completo. Recebi muito conhecimento e me tornei um profissional mais competente. Abriu portas para eu conseguir um trabalho melhor, em um lugar completamente diferente, com mais qualidade de vida e com minha família mais perto de mim”.

No mês de aniversário do Senar Minas, o depoimento do tratador de cavalos Bruno Virgilato representa milhares de histórias de vidas transformadas pelos cursos e programas oferecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Minas Gerais.

Bruno foi um dos 11 participantes do Programa de Formação por Competências em Equideocultura, promovido pelo Sistema Faemg Senar no município de Sete Lagoas. A proposta de um novo emprego surgiu enquanto ele ainda realizava a capacitação, que contou com 540 horas de formação — com módulos que abrangem desde noções básicas até gestão avançada — voltada à formação de profissionais capacitados para atuar na cadeia da equideocultura no Brasil.

“Na época, eu trabalhava em um haras em Pedro Leopoldo e me deslocava até Sete Lagoas para participar do programa. Durante as aulas, o proprietário de um haras entrou em contato com uma proposta de emprego, oferecendo melhor remuneração”, contou Bruno.

Ele concluiu o curso no fim de janeiro e, no mês seguinte, já se mudou com a esposa, Alessandra, e as três filhas para assumir a nova função no Haras Triângulo Mineiro, na cidade de Veríssimo.

No novo trabalho, Bruno é responsável pelos cuidados com 31 cavalos da raça Mangalarga Marchador.

“Aqui estou aplicando todo o conhecimento que adquiri no programa — desde o trato e o manejo sanitário até o processo de doma dos animais. O curso me ajudou a ter uma visão macro do dia a dia da propriedade”, explicou.

Para o futuro, Bruno deseja continuar se capacitando e já sonha em compartilhar seu aprendizado, contribuindo para a formação de outros profissionais.

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Coluna Minas Gerais

Residência agropecuária une teoria e prática

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FAEMG SENAR | Divulgação

O Programa de Residência Agropecuária é uma iniciativa do Senar Central em parceria com o Sistema Faemg Senar, voltada à capacitação prática de profissionais das Ciências Agrárias de nível técnico e superior, combinando teoria e vivência em propriedades rurais atendidas pelo Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).

A proposta é inserir os profissionais na rotina real do atendimento rural. Durante a residência, eles acompanham visitas técnicas, supervisões, análises de indicadores produtivos e gerenciais, além de participarem de capacitações metodológicas e cursos complementares. Também passam a atuar na leitura e interpretação de dados do SISATeG, sistema que monitora resultados das propriedades assistidas.

Com duração de seis meses, de fevereiro a julho de 2026, o programa oferecerá 960 horas de formação e bolsa mensal de R$ 2.500 para 10 residentes: quatro na área de produção vegetal, quatro na produção animal e dois na área de agroindústrias. Ao final do processo, os participantes poderão ser contratados como técnicos de campo.

┃ O projeto é muito importante porque prepara os profissionais recém-formados para que desenvolvam o perfil do técnico de campo do programa ATeG. Com isso, conseguimos ser mais assertivos na contratação, trazendo um profissional que já conhece a metodologia de trabalho, possui experiência prática e contribui diretamente para o desenvolvimento técnico e gerencial das propriedades atendidas., destaca a analista técnico-gerencial do Sistema Faemg Senar, Paula Lobato.

  • Formação conectada à realidade do produtor
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Os residentes atuarão dentro das cadeias produtivas atendidas pela ATeG em Minas Gerais, que, neste semestre, incluem agroindústria, bovinocultura de corte e leite, cafeicultura, fruticultura, grãos e olericultura. A experiência acontece diretamente nas propriedades acompanhadas pelo programa, permitindo contato com desafios reais de gestão e produção rural, desde a análise econômica até decisões técnicas de manejo.

┃ Participar do Programa de Residência Agropecuária tem sido uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. A experiência prática possibilita vivenciar a realidade do campo, aplicar os conhecimentos adquiridos na graduação, desenvolver uma visão mais ampla sobre os desafios da atividade agropecuária e fortalecer o senso crítico, o que será muito importante para atuar futuramente de forma efetiva no desenvolvimento das propriedades rurais., afirma a médica-veterinária e técnica em Zootecnia Nathalia Camila de Souza.

  • Impacto da assistência técnica em Minas

A residência está integrada ao trabalho da ATeG, que vem ampliando sua presença no estado. Em 2025, mais de 22 mil propriedades rurais foram atendidas em 777 municípios mineiros. Desde 2016, já foram realizadas mais de 840 mil visitas técnicas, com investimentos superiores a R$ 401 milhões em Minas Gerais, sendo mais de R$ 89,1 milhões apenas em 2025.

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Com o programa, a expectativa é qualificar ainda mais a equipe técnica e garantir continuidade do atendimento ao produtor rural, formando profissionais já adaptados à metodologia de campo e às demandas das cadeias produtivas.

Mais do que uma etapa de aprendizado, a residência funciona como uma ponte direta entre formação acadêmica e mercado de trabalho rural, preparando uma nova geração de técnicos para atuar com eficiência, gestão e visão prática dentro das propriedades mineiras.

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