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Programa leva ações de saúde direto à propriedade

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Mais qualidade de vida para quem vive no campo (CNA/Divulgação)

FAEMG SENAR | Divulgação

Em uma iniciativa inédita em Minas Gerais, o Sistema Faemg Senar está levando ações de prevenção em saúde diretamente para as propriedades rurais, de forma individualizada e personalizada. Este é o diferencial do Programa Saúde no Campo, voltado para produtores atendidos pelo Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). O programa-piloto começou em outubro no Vale do Jequitinhonha e Mucuri e deve chegar às regiões de Juiz de Fora e Sete Lagoas em março de 2026.

Semelhante ao Programa ATeG, o programa conta com um supervisor de Saúde Rural (enfermeiro) e 15 técnicos de Saúde Rural (enfermeiros ou técnicos de enfermagem). Cada técnico atende 30 propriedades, com visitas mensais para avaliar condições de saúde, planejar medidas preventivas e incentivar o cuidado individual e coletivo. Até o momento, cerca de 360 famílias estão sendo atendidas em Minas Gerais.

“É um programa que complementa o atendimento aos produtores rurais, promovendo a prevenção em saúde para que possam melhorar a qualidade de vida e produzir mais e melhor. Com duração de dois anos, o programa atende não só a família que vive na propriedade, como também seus colaboradores”, destacou o gerente de Formação Profissional Rural e Promoção Social do Sistema Faemg Senar, Wander Magalhães.

Além disso, o programa contribui para reconhecer demandas específicas de cada comunidade, desenvolver ações direcionadas e ampliar o acesso a serviços especializados por meio da cooperação com Sindicatos Rurais, prefeituras e instituições de saúde parceiras. As ações também incluem acompanhamento por meio da telessaúde e a entrega de kits personalizados de higiene pessoal (adaptados por faixa etária) e de primeiros socorros.

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Em 2026, a previsão é alcançar 15 mil produtores rurais, em todo o estado, com a atuação de 160 técnicos de Saúde Rural.

“O objetivo é conscientizar o produtor a cuidar da própria saúde com o mesmo zelo e dedicação com que cuida de sua lavoura. Por isso, o programa leva os serviços de saúde até o campo, superando barreiras de distância e rotina”, explica a analista de Promoção Social, Marília Costa.

Técnicos de campo levam atendimento direto ao produtor (CNA/Divulgação)

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Coluna Minas Gerais

Quatro meses após pedido ao Governo de Minas, AMM segue sem resposta

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AMM | Divulgação

A Associação Mineira de Municípios (AMM) manifesta preocupação e lamenta o silêncio do Governo de Minas Gerais quatro meses após a solicitação de reunião da diretoria da entidade, sem que, até o momento, tenha havido qualquer resposta oficial do Executivo estadual.

O encontro foi formalmente solicitado por meio do Ofício nº 230/2025, encaminhado em 23 de setembro, com o objetivo de estabelecer diálogo entre o Estado e a nova diretoria da AMM, gestão 2025–2028. A reunião é considerada estratégica para o fortalecimento do municipalismo e para o encaminhamento de pautas urgentes que impactam diretamente os municípios mineiros.

  • Pautas prioritárias para os municípios

Entre os temas propostos estão a inauguração dos hospitais regionais, investimentos na conservação das estradas estaduais, ampliação dos recursos para a saúde, apoio à implementação da reforma tributária, saneamento básico, prorrogação de prazos relacionados a multas ambientais e, especialmente, o ressarcimento de despesas atualmente assumidas pelos municípios, mas que são de responsabilidade do Estado.

Diante da sobrecarga financeira enfrentada pelas prefeituras, a AMM destaca que, a seu pedido, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) está realizando um levantamento técnico para dimensionar e calcular os gastos assumidos pelos municípios mineiros em áreas que extrapolam suas atribuições legais.

  • Preocupação com o diálogo institucional
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Para o presidente da AMM e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão, a ausência de retorno do Governo de Minas preocupa e enfraquece o diálogo institucional.

| A AMM sempre defendeu o diálogo como instrumento fundamental para a construção de soluções conjuntas. O silêncio do Governo de Minas, após quatro meses, causa apreensão aos prefeitos e prefeitas, que enfrentam dificuldades reais e urgentes para manter serviços essenciais à população.

Falcão ressalta que o levantamento conduzido pelo TCE-MG reforça a gravidade da situação vivida pelos municípios.

| Estamos falando de números concretos, que estão sendo apurados por um órgão de controle. Os municípios estão arcando com despesas que não lhes cabem, comprometendo investimentos em áreas essenciais. Precisamos de respostas e de uma parceria efetiva com o Estado.

A AMM reafirma que permanece aberta ao diálogo e espera que o Governo de Minas se manifeste com brevidade, reconhecendo a urgência das demandas municipalistas e o papel fundamental dos municípios no desenvolvimento econômico e social do Estado.

Clique aqui para baixar o Ofício sobre a reunião da AMM com o Governo de Minas

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