Coluna Minas Gerais
Salinas vai sediar Seminário da Cachaça
Foto: Diego Vargas/Seapa MG
COLUNA MG
Principais destaques dos jornais e portais integrantes da rede Sindijori MG
Salinas vai sediar Seminário da Cachaça
Salinas, no Norte de Minas, é reconhecida mundialmente pela excelência na produção de cachaça artesanal. Para fortalecer o setor e apoiar o desenvolvimento dos produtores, será realizado, no dia 25 de setembro, o 2º Seminário da Cachaça. A iniciativa é promovida pelo Sebrae Minas e a Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas. O evento vai reunir, no Centro de Convenções da cidade, produtores, especialistas e apreciadores da bebida. (Gazeta Norte Mineira – Montes Claros)
Fliaraxá com mais de 40 escritores
O Fliaraxá chega à sua 13ª edição trazendo ao Brasil a escritora ruandesa Scholastique Mukasonga, que é a autora homenageada do festival, assim como o baiano Itamar Vieira Junior. Além deles, o festival conta com a presença de mais de 40 escritores e escritoras de diversas regiões do país, envolvidos pelo tema “Literatura, Encruzilhada e Memória”. A escritora camaronesa Léonora Miano é presença confirmada. O Festival Literário Internacional de Araxá vai acontecer entre os dias 1.º e 5 de outubro de 2025, no Teatro CBMM do Centro Cultural Uniaraxá. (Jornal Interação – Araxá)
https://www.jornalinteracao.com.br/o-13o-fliaraxa-chega-com-mais-de-40-autores
Carmo pode ter lei Charlie Kirk
O Prefeito de Carmo do Rio Claro, Filipe Carielo, encaminhou nesta semana à Câmara Municipal o Projeto de Lei “Charlie Kirk”, que institui regras de responsabilização para servidores, empresas contratadas e beneficiários de programas municipais que pratiquem atos de enaltecimento, comemoração ou apologia a crimes de ódio e assassinatos motivados por ideologia. O projeto é uma homenagem a Charlie Kirk, influenciador conservador internacionalmente reconhecido, vítima de um assassinato com clara motivação extremista. Após o crime, diversas publicações em redes sociais surgiram comemorando a morte e incentivando a violência contra pessoas. (Portal Onda Sul – Carmo R Claro)
Mudanças no prédio de agência gera reações
O prédio onde funcionava uma agência bancária no centro comercial de Nanuque tem chamado atenção de quem passa pela região. Após o encerramento das atividades da instituição financeira, a estrutura passou por modificações que deram ao local uma aparência, no mínimo, curiosa: moradores afirmam que o imóvel agora lembra uma penitenciária de segurança máxima. Não há informações sobre a futura utilização do imóvel. (Em Tempo – Nanuque)
Divinópolis reúne transplantados
A Câmara Municipal de Divinópolis será palco, no próximo dia 24 de setembro, às 19h, do 1º Encontro de Transplantados do Centro-Oeste de Minas. O evento, promovido pela Casa Renal, terá entrada gratuita e pretende reunir transplantados, doadores, médicos, pacientes renais e a comunidade em geral em uma roda de conversa sobre histórias de vida e experiências reais ligadas ao transplante. O encontro contará com a participação de especialistas e pacientes que darão seus depoimentos, incentivando a conscientização e o diálogo em torno do tema. (Portal G37 – Divinópolis)
Café de Caratinga no Oriente
O prefeito de Caratinga, Giovanni Corrêa, recebeu em seu gabinete o consultor internacional e representante do projeto “Conexão Dubai/Brasil”, Argileu Cruz. O encontro trouxe uma notícia animadora para o município: o café caratinguense despertou o interesse de potenciais compradores do Oriente Médio. Durante a reunião, Argileu destacou a qualidade do produto local e explicou os objetivos da iniciativa. Segundo ele, o projeto busca aproximar empresas brasileiras de líderes árabes, abrindo espaço para exportações estratégicas. (Diário de Caratinga)
Uberaba começa decoração natalina
A Prefeitura de Uberaba inicia nesta segunda-feira 22 a instalação da decoração natalina deste ano, que terá como tema “Contando Nossa História”. A iniciativa vai iluminar quase 20 pontos históricos da cidade, com conclusão prevista para o final de outubro. A instalação antecipada deste ano contrasta com a do ano passado, quando o “Natal Geoparque 2024”, prevista para ficar pronta no dia 7 de dezembro, sofreu atrasos e foi concluída poucos dias antes do Natal. O projeto, realizado em Parceria Público-Privada pelo consórcio Concip Uberaba, terá supervisão da Diretoria de Iluminação Pública e Telegestão da Sesurb. (Jornal da Manhã – Uberaba)
Coluna Minas Gerais
Como Lucas Kallas integrou sustentabilidade e impacto social ao setor de mineração
CEDRO | Divulgação
O pensamento do mineiro Lucas Kallas, que quer deixar seu legado por meio da mineração sustentável e de outros negócios estratégicos para o país, se traduz hoje na Cedro Participações, com faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões.
- Agência Minera Brasil
“Consegui unir paixão e convicção ao longo da minha trajetória”. É com brilho nos olhos que Lucas Kallas relembra o início da sua caminhada profissional, ainda no setor imobiliário — trajetória que o levou a atuar como chairman e presidente do Conselho de Administração da Cedro Participações, uma holding com presença em setores estratégicos da economia. Desde a fundação, os negócios sob o guarda-chuva da holding avançam em frentes como agronegócio, saúde, logística e real estate, sempre sob a lógica de atuação integrada e geração de valor, com foco em sustentabilidade, inovação e impacto social.
Com investimentos acima de R$ 2 bilhões, a holding faturou cerca de R$ 2,5 bilhões (referência pública de 2024), com a maior parte do montante oriunda da Cedro Mineração, carro-chefe do grupo para o qual Lucas tem um plano de expansão bem definido: posicioná-la entre as maiores produtoras privadas de minério de ferro do país até 2030, quando estima alcançar uma produção de aproximadamente 20 milhões de toneladas/ano, a partir de suas minas em Mariana e Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Para chegar à marca de 20 milhões de toneladas, a companhia prevê investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (estimativa divulgada). “Entendemos que temos um papel importante e estratégico a cumprir para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Fazemos isso reinvestindo parte substancial dos nossos lucros em setores estratégicos para o crescimento do país e das comunidades onde atuamos”, afirma.
Com perfil inovador, arrojado e carismático, disciplina de execução e faro apurado para oportunidades, Lucas ressalta que a holding é uma expressão do seu DNA empreendedor — algo que ele define como Jeito Cedro. “Nossos negócios combinam esforços em diversas frentes para chegar à equação ideal que orienta todas as ações do grupo: Sociedade + Sustentabilidade + Resultados”, explica.
Ele conta que esse olhar o levou a implementar, em todos os negócios da holding, a ideia de que as pessoas devem estar no centro de tudo. Com essa mentalidade, reitera que tanto as decisões do dia a dia quanto as mais estratégicas são tomadas, acima de tudo, pela análise do impacto positivo que possam gerar aos diferentes stakeholders direta ou indiretamente envolvidos — sejam acionistas, colaboradores, clientes, municípios ou comunidades do entorno.
“Começar os negócios do zero dá à Cedro a oportunidade — e também o desafio — de fazer tudo da forma como gostaríamos. Para quem está realmente preocupado com as pessoas que estão dentro da cadeia de relacionamentos da empresa, essa é sempre a melhor maneira de dar o pontapé inicial. Assim conseguimos adotar o jeito Cedro de fazer negócios, com sustentabilidade e excelência, em todos os nossos projetos”, explica.

Divulgação/Cedro
- DNA sustentável
Comprometido com a Agenda 2030, Lucas reforça que investir priorizando a sustentabilidade é a melhor forma de a holding não apenas inovar e ser mais competitiva, mas também garantir um futuro mais próspero e seguro para as pessoas e o planeta.
“Desde que iniciamos as operações da Cedro, ainda no setor de mineração, sempre atuamos focados na sustentabilidade, tendo como primeiro projeto o beneficiamento de rejeitos de minério estocados, com o uso de tecnologia de processamento apta a eliminar o uso de barragens”, pontua.
As plantas em Nova Lima e Mariana são exemplos do compromisso com inovação e segurança ambiental do grupo. Em Nova Lima, foram adotados processos de empilhamento a seco (com alto reaproveitamento de água), eliminando o uso de barragens de rejeitos.
Em Nova Lima, também foi desenvolvido um projeto de aproveitamento de materiais com baixo teor de ferro, antes descartados. Essas iniciativas foram reconhecidas por premiações setoriais associadas a inovação e eficiência operacional.
Lucas destaca ainda investimentos em tecnologia para que a Cedro se torne referência na produção de pellet feed para redução direta — o chamado “minério verde” — uma matéria-prima mais fina, rica e com baixos níveis de impurezas, destinada à produção de pelotas de minério de ferro que, nos fornos das siderúrgicas, podem reduzir em até 50% as emissões de carbono.
No agronegócio, para sustentar as fazendas em que investe, a Cedro Agro adota tecnologias modernas de captação de água e irrigação, além de infraestrutura de apoio adequada.
“Gosto de falar de como estruturamos os projetos, do planejamento ao controle de rejeitos. Em todas as ações, buscamos tanto a preservação do patrimônio histórico, ambiental e cultural quanto investimos na preservação de áreas de reserva e sítios arqueológicos das fazendas”, relata.
- Negócios diversos e estratégicos
A Cedro vem ampliando sua presença no setor de logística, com a concessão de um terminal portuário em Itaguaí (RJ), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões. O empreendimento é peça-chave para verticalizar a logística da Cedro e abrir alternativa operacional para pequenas e médias mineradoras. O projeto deve ter capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas por ano, reduzindo gargalos e ampliando a competitividade do setor.
Da mesma forma, a visão de oportunidade resultou na autorização concedida pela ANTT para implantação de um ramal ferroviário de cerca de 26 quilômetros, na região de Serra Azul, como opção de escoamento para mineradoras e indústrias do entorno. “Enxergamos a holding como uma promotora de negócios que geram retornos muito além do quadrante econômico-financeiro. Estamos investindo, por exemplo, R$ 1,5 bilhão nesta shortline que, ao iniciar sua operação nos próximos anos (estimativa), promete retirar cerca de 5 mil carretas por dia das rodovias e reduzir de forma relevante o risco de acidentes na BR-381. Entregamos uma solução logística eficiente, mas também mais segura e limpa”, explica Kallas.

Cedro é mantenedora da Creche São Judas Tadeu em Nova Lima – MG. Mais de 800 crianças atendidas. Divulgação/Cedro
- Integração com as comunidades
Lucas afirma que a integração com as comunidades próximas aos negócios do grupo é uma forma genuína de aproximação e entrega de valor.
“A Cedro se preocupa com as pessoas e sabe da importância do impacto que seus projetos têm para as comunidades nas quais está inserida. Por isso, priorizamos a contratação e a formação de mão de obra local para que a riqueza gerada por nossos empreendimentos tenha o maior impacto positivo possível em âmbito local”, acredita.
Com atividades em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Goiás, a Cedro Participações conta com 3.200 colaboradores diretos e indiretos, sob regras rigorosas de governança e compliance.
Além disso, a holding lidera mais de 60 projetos sociais, com ações voltadas para educação, cultura, esporte e saúde. O grupo é mantenedor da Creche São Judas Tadeu, em Nova Lima, que atende 800 crianças em período integral e fornece cerca de 4 mil refeições diárias. Desde 2020, os investimentos sociais e urbanos já ultrapassaram R$ 80 milhões, beneficiando diretamente as comunidades de Nova Lima, Mariana e Ouro Preto.
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