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Sigma Lithium celebra sucesso do Dona de Mim com lançamento de frente rural e jornada de capacitação

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Sigma Lithium | Divulgação

Encontro marcou nova fase do programa com foco em agricultura familiar e fortalecimento da comercialização dos produtos das mulheres da região

Vale do Jequitinhonha (MG), 21 de agosto de 2025 – A Sigma Lithium, em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, reuniu mais de 200 mulheres na última quarta-feira (20/08) em um evento que celebrou os resultados transformadores do programa Dona de Mim, que já beneficiou mais de 2 mil empreendedoras nos municípios de Itinga e Araçuaí. O encontro foi marcado pela troca de experiências e pelo anúncio da nova fase da iniciativa: o Dona de Mim Rural.

A nova frente promove uma integração com o programa Seca Zero, voltado à construção de sistemas de captação de água da chuva e poços artesianos. As mulheres de famílias já beneficiadas por esse programa poderão contar agora com capacitação e acesso a microcrédito do Dona de Mim para desenvolver atividades empreendedoras ligadas à piscicultura, floricultura, entre outras.

Além do lançamento da nova fase, a programação do evento foi desenhada para inspirar e fortalecer os negócios locais, trazendo debates cruciais para o desenvolvimento das empreendedoras. Também foram discutidas novas frentes de formação com foco em técnicas de venda e disciplina financeira, além de uma parceria com o Sebrae.

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Trocas e oportunidades

Um dos painéis abordou o escoamento da produção a partir da participação em feiras locais e grandes eventos, fortalecendo a comercialização dos produtos e ampliando o acesso a novos mercados. Além de representarem oportunidades concretas de negócios, as feiras movimentam a economia local e reforçam a valorização das tradições e do trabalho das empreendedoras da região.

As trajetórias de superação que marcam o projeto ganharam vida na roda de conversa “Histórias de Transformação e Liderança”, moderada por Ana Cabral, CEO da Sigma Lithium, na qual foram compartilhadas experiências de novas embaixadoras do programa.

“Essa celebração reflete a força e a resiliência da mulher do Vale do Jequitinhonha. Lançar o Dona de Mim Rural é um passo natural para um programa que já transformou a vida de mais de 2 mil famílias. Estamos reforçando nosso compromisso ao criar novas frentes de geração de renda, como o apoio à produção agrícola e a entrega de estruturas para que elas possam vender seus produtos. É o empreendedorismo feminino gerando desenvolvimento real para toda a região.”Ana Cabral, CEO da Sigma Lithium

O Dona de Mim conta com plantões de orientação em duas Casas Dona de Mim, localizadas em Itinga e Araçuaí, oferecendo orientação financeira, microcrédito com juros simbólicos, capacitação e mentoria para o desenvolvimento de negócios. A meta é promover a inclusão de até 10 mil participantes, alcançando direta e indiretamente até 50 mil pessoas, fomentando o desenvolvimento e a prosperidade do Vale do Jequitinhonha.

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Como Lucas Kallas integrou sustentabilidade e impacto social ao setor de mineração

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CEDRO | Divulgação

O pensamento do mineiro Lucas Kallas, que quer deixar seu legado por meio da mineração sustentável e de outros negócios estratégicos para o país, se traduz hoje na Cedro Participações, com faturamento anual da ordem de R$ 2,5 bilhões.

  •  Agência Minera Brasil 

“Consegui unir paixão e convicção ao longo da minha trajetória”. É com brilho nos olhos que Lucas Kallas relembra o início da sua caminhada profissional, ainda no setor imobiliário — trajetória que o levou a atuar como chairman e presidente do Conselho de Administração da Cedro Participações, uma holding com presença em setores estratégicos da economia. Desde a fundação, os negócios sob o guarda-chuva da holding avançam em frentes como agronegócio, saúde, logística e real estate, sempre sob a lógica de atuação integrada e geração de valor, com foco em sustentabilidade, inovação e impacto social.

Com investimentos acima de R$ 2 bilhões, a holding faturou cerca de R$ 2,5 bilhões (referência pública de 2024), com a maior parte do montante oriunda da Cedro Mineração, carro-chefe do grupo para o qual Lucas tem um plano de expansão bem definido: posicioná-la entre as maiores produtoras privadas de minério de ferro do país até 2030, quando estima alcançar uma produção de aproximadamente 20 milhões de toneladas/ano, a partir de suas minas em Mariana e Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Para chegar à marca de 20 milhões de toneladas, a companhia prevê investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (estimativa divulgada). “Entendemos que temos um papel importante e estratégico a cumprir para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Brasil. Fazemos isso reinvestindo parte substancial dos nossos lucros em setores estratégicos para o crescimento do país e das comunidades onde atuamos”, afirma.

Com perfil inovador, arrojado e carismático, disciplina de execução e faro apurado para oportunidades, Lucas ressalta que a holding é uma expressão do seu DNA empreendedor — algo que ele define como Jeito Cedro. “Nossos negócios combinam esforços em diversas frentes para chegar à equação ideal que orienta todas as ações do grupo: Sociedade + Sustentabilidade + Resultados”, explica.

Ele conta que esse olhar o levou a implementar, em todos os negócios da holding, a ideia de que as pessoas devem estar no centro de tudo. Com essa mentalidade, reitera que tanto as decisões do dia a dia quanto as mais estratégicas são tomadas, acima de tudo, pela análise do impacto positivo que possam gerar aos diferentes stakeholders direta ou indiretamente envolvidos — sejam acionistas, colaboradores, clientes, municípios ou comunidades do entorno.

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“Começar os negócios do zero dá à Cedro a oportunidade — e também o desafio — de fazer tudo da forma como gostaríamos. Para quem está realmente preocupado com as pessoas que estão dentro da cadeia de relacionamentos da empresa, essa é sempre a melhor maneira de dar o pontapé inicial. Assim conseguimos adotar o jeito Cedro de fazer negócios, com sustentabilidade e excelência, em todos os nossos projetos”, explica.

Divulgação/Cedro

  • DNA sustentável

Comprometido com a Agenda 2030, Lucas reforça que investir priorizando a sustentabilidade é a melhor forma de a holding não apenas inovar e ser mais competitiva, mas também garantir um futuro mais próspero e seguro para as pessoas e o planeta.

“Desde que iniciamos as operações da Cedro, ainda no setor de mineração, sempre atuamos focados na sustentabilidade, tendo como primeiro projeto o beneficiamento de rejeitos de minério estocados, com o uso de tecnologia de processamento apta a eliminar o uso de barragens”, pontua.

As plantas em Nova Lima e Mariana são exemplos do compromisso com inovação e segurança ambiental do grupo. Em Nova Lima, foram adotados processos de empilhamento a seco (com alto reaproveitamento de água), eliminando o uso de barragens de rejeitos.

Em Nova Lima, também foi desenvolvido um projeto de aproveitamento de materiais com baixo teor de ferro, antes descartados. Essas iniciativas foram reconhecidas por premiações setoriais associadas a inovação e eficiência operacional.

Lucas destaca ainda investimentos em tecnologia para que a Cedro se torne referência na produção de pellet feed para redução direta — o chamado “minério verde” — uma matéria-prima mais fina, rica e com baixos níveis de impurezas, destinada à produção de pelotas de minério de ferro que, nos fornos das siderúrgicas, podem reduzir em até 50% as emissões de carbono.

No agronegócio, para sustentar as fazendas em que investe, a Cedro Agro adota tecnologias modernas de captação de água e irrigação, além de infraestrutura de apoio adequada.

“Gosto de falar de como estruturamos os projetos, do planejamento ao controle de rejeitos. Em todas as ações, buscamos tanto a preservação do patrimônio histórico, ambiental e cultural quanto investimos na preservação de áreas de reserva e sítios arqueológicos das fazendas”, relata.

  • Negócios diversos e estratégicos
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A Cedro vem ampliando sua presença no setor de logística, com a concessão de um terminal portuário em Itaguaí (RJ), com investimentos previstos de R$ 3,6 bilhões. O empreendimento é peça-chave para verticalizar a logística da Cedro e abrir alternativa operacional para pequenas e médias mineradoras. O projeto deve ter capacidade para movimentar até 24 milhões de toneladas por ano, reduzindo gargalos e ampliando a competitividade do setor.

Da mesma forma, a visão de oportunidade resultou na autorização concedida pela ANTT para implantação de um ramal ferroviário de cerca de 26 quilômetros, na região de Serra Azul, como opção de escoamento para mineradoras e indústrias do entorno. “Enxergamos a holding como uma promotora de negócios que geram retornos muito além do quadrante econômico-financeiro. Estamos investindo, por exemplo, R$ 1,5 bilhão nesta shortline que, ao iniciar sua operação nos próximos anos (estimativa), promete retirar cerca de 5 mil carretas por dia das rodovias e reduzir de forma relevante o risco de acidentes na BR-381. Entregamos uma solução logística eficiente, mas também mais segura e limpa”, explica Kallas.

Cedro é mantenedora da Creche São Judas Tadeu em Nova Lima – MG. Mais de 800 crianças atendidas.  Divulgação/Cedro

  • Integração com as comunidades

Lucas afirma que a integração com as comunidades próximas aos negócios do grupo é uma forma genuína de aproximação e entrega de valor.

“A Cedro se preocupa com as pessoas e sabe da importância do impacto que seus projetos têm para as comunidades nas quais está inserida. Por isso, priorizamos a contratação e a formação de mão de obra local para que a riqueza gerada por nossos empreendimentos tenha o maior impacto positivo possível em âmbito local”, acredita.

Com atividades em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e Goiás, a Cedro Participações conta com 3.200 colaboradores diretos e indiretos, sob regras rigorosas de governança e compliance.

Além disso, a holding lidera mais de 60 projetos sociais, com ações voltadas para educação, cultura, esporte e saúde. O grupo é mantenedor da Creche São Judas Tadeu, em Nova Lima, que atende 800 crianças em período integral e fornece cerca de 4 mil refeições diárias. Desde 2020, os investimentos sociais e urbanos já ultrapassaram R$ 80 milhões, beneficiando diretamente as comunidades de Nova Lima, Mariana e Ouro Preto.

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