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SPR de Muriaé lança projeto gratuito de equoterapia

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Método terapêutico utiliza o cavalo para o desenvolvimento físico e emocional de pessoas

O Sindicato dos Produtores Rurais (SPR) de Muriaé deu início ao Projeto Equoterapia, que já está sendo oferecido gratuitamente à população do município e da região. A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento físico, emocional e social de pessoas com deficiência, transtornos mentais ou outras necessidades especiais.

A psicóloga e equoterapeuta responsável pelas sessões, Cíntia Muglia, destaca o impacto social da iniciativa:
“É magnífico ofertar esse tratamento para as crianças. Com o acompanhamento, já percebemos evolução, principalmente nos casos de saúde mental.”
Segundo ela, a interação com o cavalo — desde os primeiros contatos até a montaria — contribui diretamente para a socialização, autoconfiança e autoestima dos participantes.

O projeto acontece no Parque de Exposições de Muriaé, com o uso de animais do Sindicato e acompanhamento profissional especializado. Os interessados podem obter mais informações ou se inscrever pelo telefone: (32) 99806-6506.

Convidamos toda a população a conhecer e participar”, reforça o presidente do SPR de Muriaé, Altomirando Viegas.

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A iniciativa conta com a parceria do Cisleste, por meio do prefeito de Vieiras, Ricardo Maia, e com o apoio do Sicoob Credisudeste e Sicredi.

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Coluna Minas Gerais

Produção de feijão cresce em Minas e sustenta liderança no Sudeste

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FAEMG SENAR | Divulgação

Celebrado nesta data (10 de fevereiro), o Dia Mundial do Feijão destaca a relevância de uma das bases da alimentação nacional. Além do valor nutricional como fonte de proteínas, fibras e ferro, a cultura possui forte peso econômico e social, especialmente para a agricultura familiar. No cenário atual, Minas Gerais confirma seu protagonismo ao projetar um crescimento de 8,6% na produção estadual, alcançando um volume estimado de 502,8 mil toneladas.

Segundo Mariana Marotta, analista de agronegócios do Sistema Faemg Senar, as projeções para a safra 2025/26 indicam um aumento de 1,5% na produtividade nacional. No entanto, o volume total do país deve apresentar leve queda.

│ Apesar desse avanço, a produção total deve registrar leve retração de 0,5%, reflexo da redução estimada de 1,9% na área cultivada — explica a analista, apontando que o cenário reflete ganhos de eficiência mesmo com ajustes na ocupação das lavouras.

Em contrapartida, os números mineiros são mais robustos. O estado mantém a liderança na Região Sudeste e a segunda colocação no ranking nacional, respondendo por cerca de 16,9% da produção brasileira.

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│ O estado mantém uma trajetória de relativa estabilidade produtiva ao longo da última década — destaca Marotta.

  • Ciclos produtivos e destaques regionais

A produção mineira divide-se em três etapas. A primeira, conhecida como safra das águas (ou de verão), ocorre entre novembro e fevereiro e é a mais representativa, concentrando 45,3% do total do estado. A segunda safra estende-se de dezembro a março, enquanto a terceira (safra de inverno ou irrigada) abrange o período seco, de abril a outubro. O município de Unaí desponta como o maior produtor estadual, com destaque para a safra irrigada, fundamental para a regularidade da oferta.

  • Desafios sanitários e articulação institucional

A cadeia produtiva enfrenta obstáculos significativos, como a incidência da mosca-branca, vetor do Mosaico Dourado do Feijoeiro, doença que impacta a produtividade. Diante disso, produtores solicitaram apoio para a criação de um novo vazio sanitário. A demanda mobilizou a Comissão Técnica de Grãos do Sistema Faemg Senar, que articula esforços com a Embrapa Arroz e Feijão, sindicatos rurais e a CNA.

Além da questão sanitária, o setor lida com custos elevados, redução de área plantada e a necessidade de investimentos em tecnologia e gestão de riscos.

  • Preços em alta
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O mercado reflete a restrição de oferta. Em 2025, a saca do feijão carioca (peneira 8,0 a 8,5) na região do Triângulo Mineiro teve média de R$ 179,00. Já no início de 2026, o valor médio saltou para R$ 225,45, com mínima registrada de R$ 210,00. A valorização é atribuída à redução dos estoques e à menor disponibilidade do grão, sustentando preços firmes mesmo durante a colheita da primeira safra.

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