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SPR de Muriaé lança projeto gratuito de equoterapia

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FAEMG SENAR | Divulgação

Método terapêutico utiliza o cavalo para o desenvolvimento físico e emocional de pessoas

O Sindicato dos Produtores Rurais (SPR) de Muriaé deu início ao Projeto Equoterapia, que já está sendo oferecido gratuitamente à população do município e da região. A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento físico, emocional e social de pessoas com deficiência, transtornos mentais ou outras necessidades especiais.

A psicóloga e equoterapeuta responsável pelas sessões, Cíntia Muglia, destaca o impacto social da iniciativa:
“É magnífico ofertar esse tratamento para as crianças. Com o acompanhamento, já percebemos evolução, principalmente nos casos de saúde mental.”
Segundo ela, a interação com o cavalo — desde os primeiros contatos até a montaria — contribui diretamente para a socialização, autoconfiança e autoestima dos participantes.

O projeto acontece no Parque de Exposições de Muriaé, com o uso de animais do Sindicato e acompanhamento profissional especializado. Os interessados podem obter mais informações ou se inscrever pelo telefone: (32) 99806-6506.

Convidamos toda a população a conhecer e participar”, reforça o presidente do SPR de Muriaé, Altomirando Viegas.

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A iniciativa conta com a parceria do Cisleste, por meio do prefeito de Vieiras, Ricardo Maia, e com o apoio do Sicoob Credisudeste e Sicredi.

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Coluna Minas Gerais

Vender a Copasa pode até ser opção, mas retirar direitos dos mineiros, não

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AMM | Divulgação

A Associação Mineira de Municípios (AMM) está preparada para ocupar, a partir de fevereiro, seu assento na mesa de conciliação do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) para debater o futuro da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).

A privatização da empresa pode ser uma opção para o Governo de Minas Gerais, que obteve autorização da Assembleia Legislativa em dezembro do ano passado com a aprovação do Projeto de Lei nº 4.380/2025. No entanto, esse processo não pode implicar a retirada de direitos da população mineira.

A discussão sobre o modelo de desestatização exige seriedade, transparência e foco nas pessoas que dependem, diariamente, do abastecimento de água e do saneamento — serviços essenciais à saúde, à dignidade e ao desenvolvimento econômico e social.

Prioridades da AMM na mesa de negociação

A atuação da AMM terá como eixo central a proteção dos interesses dos municípios e da população. Entre os pontos prioritários estão:

  • manutenção e aprimoramento da qualidade dos serviços, com metas claras e fiscalização efetiva;
  • garantia de continuidade do fornecimento, sem interrupções ou descontinuidade por decisão unilateral, sem negociação prévia e sem salvaguardas;
  • tarifas justas e previsíveis, compatíveis com a realidade de cada localidade, evitando que o custo recaia sobre quem já vive em maior vulnerabilidade.
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Realidades distintas exigem soluções responsáveis

Atualmente, a Copasa atende 585 municípios mineiros, total ou parcialmente, com serviços de abastecimento de água e/ou saneamento. São centenas de realidades distintas — grandes centros urbanos, cidades médias e pequenas comunidades do interior — que não podem ser tratadas de forma uniforme em um processo de mudança estrutural dessa magnitude.

Por isso, a participação ativa dos municípios é essencial na definição de qualquer modelo de privatização. Prefeitos e prefeitas são os responsáveis legais pela assinatura dos contratos de prestação de serviços e, portanto, devem ter voz nas decisões que impactarão esses contratos, a continuidade do atendimento e o bolso do consumidor.

Proteção aos municípios mais vulneráveis

É fundamental esclarecer quais serão os impactos da mudança, especialmente para os pequenos municípios, historicamente mais vulneráveis em negociações com grandes empresas. Esses municípios não estarão sozinhos.

A AMM existe para dar escala, coordenação e respaldo institucional ao que é legítimo: defender a população, proteger os contratos públicos e assegurar que qualquer decisão preserve direitos, serviços essenciais e a autonomia municipal.

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