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AUTOR ALPINOPOLENSE FAZ ENTREGA DE LIVROS

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ALPINÓPOLIS, o policial militar Cabo Juliano Pereira de Souza, autor fez a distribuição aos patrocinadores e para a população do livro de sua autoria: “Ventania Valorizando Nosso Povo– Conhecendo Nossa História”, que trata de alguns personagens históricos da cidade, desde que o lugar denominava-se Fazenda Ventania, depois Arraial de São Sebastião da Ventania e por ultimo Alpinópolis.

Cabo Juliano, além de fazer parte da assessoria de comunicação organizacional do 3º Pel PM/ 110ª Cia/ 12º BPM também é genealogista, historiador e autor em seus momentos de folga, ao longo dos anos vêm realizando pesquisas sobre a genealogia da cidade e com isso acumulando documentos e conteúdos históricos. O pesquisador também percorreu várias cidades da região como Carmo do Rio Claro, Conceição da Aparecida, Nova Resende, Passos e São José da Barra, cidades que fotografou vários documentos e obteve um grande acervo.

A ideia do livro surgiu no início do ano 2019, quando o policial militar elaborou um documento e foi levado a Câmara Municipal e apresentado aos vereadores, que continha alguns personagens históricos que fazem parte da história da cidade, porém não foram reconhecidos até o dia de hoje pelas autoridades e não possuem nomes em logradouros públicos. Tal documento foi repassado a parte da população que chamou a atenção de alguns empresários e comerciantes, que patrocinaram a publicação do material.

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O lançamento que estava marcado para o dia 18 de março desde ano, foi adiado devido a eclosão da Pandemia de Covid 19 e agora no final do mês de outubro o autor decidiu realizar a entrega aos patrocinadores e populares interessados no material. O livro também serão doado as escolas municipais e estaduais para enriquecerem o acervo local.

O livro: “Ventania Valorizando Nosso Povo– Conhecendo Nossa História”, o seu formato tipo revista ficou moderno e atrativo, em sua capa leva a fotografia da Serra da Ventania, símbolo da cidade e de seu povo, a contra capa leva a fotografia do Morro do Chapéu, local de vegetação de serrado e com altitude elevada, podendo avistar várias cidades da região no seu cume. As 88 páginas o leitor poderá descobrir várias curiosidades da cidade, das pessoas, das famílias, das festas, fazendo o leitor dar uma volta ao passado e relembrar dos antepassados, que muito fizeram pela nossa Ventania.

“E com muito prazer que levo esse livro a toda população alpinopolense, para que possam compreender de onde viemos e quem muito fez pela nossa cidade e região, desde já agradeço a todos pelo apoio e colaboração, bem como não poderia de agradecer imensamente meus professores ao longo da vida que muito contribuíram para minha formação”. Disse o Cabo Juliano Pereira de Souza, o autor da obra.

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Alpinópolis e a noite em que a história ganhou voz e rosto

Por entre páginas e memórias, cidade celebra passado e presente em noite de homenagens e autógrafos

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Na noite de 25 de junho de 2025, Alpinópolis não apenas abriu um livro — abriu o coração.

Foi mais do que um lançamento. Mais do que uma cerimônia. Foi um reencontro da cidade com sua própria alma. No Espaço de Eventos Cabana, sob luzes cálidas e olhares marejados, nasceu — ou melhor, renasceu — a segunda edição de “Caminhando pela História – Um Passeio pelas Ruas”, obra do sargento e historiador autodidata Juliano Pereira de Souza.

Homem de farda e de memória, Juliano carrega na postura firme o rigor da disciplina militar, mas é no olhar que se revela sua maior missão: preservar o que muitos já esqueceram. Desde 2009, ele vasculha arquivos e ouve vozes anônimas. Percorre cemitérios, cartórios e corações. Com paciência de quem cultiva uma herança, e com amor de quem pertence à terra que pisa, ele escreveu um livro que é, antes de tudo, um gesto de gratidão.

Na plateia, autoridades e amigos. No ar, um clima de reverência e afeto. O evento, que ele mesmo nomeou de “Noite de Autógrafos e Homenagens aos Amigos da História”, contou com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, empresas locais e a presença marcante do prefeito Rafael Freire e do secretário de Cultura, Zé G.

Ali, o tempo parecia suspenso.

Entre discursos, lágrimas e palmas, foram homenageadas figuras que moldaram — e continuam a moldar — a identidade de Alpinópolis. Dos mais velhos, como um senhor de 102 anos, guardião vivo de tempos idos, aos jovens que, com talento e dedicação, levam o nome da cidade para além das montanhas, todos foram lembrados. Empresas que apoiaram o projeto também tiveram seu reconhecimento, num claro símbolo de que cultura e iniciativa privada podem — e devem — caminhar juntas.

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“Reconhecer em vida é mais do que um gesto: é um dever”, disse o assessor do Sicoob Credialp, Daniel de Paula, num depoimento que arrancou aplausos sinceros da plateia. E era exatamente isso que acontecia naquela noite — vidas sendo valorizadas, histórias sendo contadas por quem ainda respira.

Juliano, ao apresentar a nova edição de sua obra, parecia emocionado como quem entrega um filho ao mundo. E talvez fosse isso mesmo: o livro nasceu em 2012, dentro do projeto “Ventania Valorizando Nosso Povo”, e ganhou forma em 2021, na primeira edição. Agora, revisado, ampliado e ainda mais vibrante, se consolida como instrumento precioso de identidade.

Nas páginas, genealogias, narrativas, documentos, mapas, nomes de ruas e bairros, registros que, mais do que dados, são fragmentos de alma. Um detalhe chama atenção: entre 2019 e 2023, graças ao movimento de valorização histórica, ruas passaram a homenagear personalidades esquecidas — uma verdadeira reparação simbólica promovida em tinta e concreto.

Durante a solenidade, a escritora Conceição Lima — sempre sensível e provocadora — usou seu momento ao microfone para refletir sobre o impacto da obra e da pesquisa. Destacou a importância de equilibrar tradição e tecnologia, lembrando que até mesmo a inteligência artificial pode — e deve — servir à preservação da memória. E ali, ao lado de Juliano, essa ponte entre passado e futuro se fez real.

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Depois das palavras, vieram os autógrafos. Juliano, paciente e sorridente, fez questão de dedicar cada exemplar com o cuidado de quem sabe o que carrega. Entre abraços, fotografias e agradecimentos, se via algo raro nos eventos públicos: comunhão.

Ao final, foi servido um jantar, em clima de festa e pertencimento. Mas era mais que comida — era partilha. E o sabor maior vinha da consciência de que ali, naquela noite, algo maior havia acontecido: a cidade tinha se olhado no espelho da própria história — e gostado do que viu.

“Jamais podemos permitir que a memória de nossos antepassados se perca no tempo”, escreveu Juliano em sua obra. E naquela noite, Alpinópolis deu um passo firme na direção contrária ao esquecimento.

Foi uma noite memorável. Daquelas que se contam aos filhos. Daquelas que viram, por merecimento, mais um capítulo na história da cidade. E que, com certeza, estarão nas próximas edições do livro de Juliano — porque a história de Alpinópolis não para de caminhar.

 

O escritor Juliano comemorou a noite ao lado da família!

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