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Carnaval 2025 no Mar de Minas: Região tem ocupação máxima e se consolida como destino do “Carnaval da Tranquilidade”

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A região do Mar de Minas, um dos principais polos turísticos do estado, registrou 100% de ocupação hoteleira durante o Carnaval 2025, consolidando-se como um dos destinos mais procurados para aqueles que buscam uma folia mais tranquila, conectada à natureza e ao turismo de experiência. O crescimento da demanda reflete a diversificação do Carnaval mineiro, que oferece opções para públicos variados – da festa vibrante de Belo Horizonte e dos blocos de rua no interior até o chamado “Carnaval da Tranquilidade”, que vem se fortalecendo na região de Capitólio, Furnas e entorno.

Os secretários de Governo, Marcelo Aro, e de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, visitaram a região para acompanhar de perto o impacto positivo do Carnaval no turismo e na economia local. Durante a agenda, os secretários também se reuniram com prefeitos da região do Mar de Minas para discutir estratégias de fortalecimento do turismo e questões essenciais para o desenvolvimento sustentável da região, como a manutenção da cota 762 do Lago de Furnas, garantindo o nível adequado da água para impulsionar o turismo náutico e proteger a economia local.

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“Minas Gerais tem um dos maiores Carnavais do Brasil, e parte desse sucesso se deve à diversidade de experiências que oferecemos. Enquanto algumas regiões recebem foliões em grandes festas e blocos de rua, outras, como o Mar de Minas, se consolidam como destinos para quem busca descanso, lazer e contato com a natureza. Essa ocupação máxima demonstra que a estratégia de descentralização do Carnaval foi acertada e está gerando impactos diretos na economia do turismo”, destacou o secretário de Governo, Marcelo Aro.

“O Carnaval mineiro é plural, e o Mar de Minas prova isso. A região, que já é referência em turismo náutico e de natureza, agora se fortalece como destino para um Carnaval voltado ao descanso e à contemplação. O fato de termos 100% de ocupação hoteleira na região mostra que a diversificação da folia em Minas está consolidada. Como temos dito, este é o Carnaval do equilíbrio: Minas para Minas, Minas para o mundo e o mundo para Minas”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira.

Na reunião com os prefeitos da região, foi reforçada a importância da manutenção da cota 762 do Lago de Furnas, essencial para a preservação da atividade turística e econômica do Mar de Minas. O encontro também tratou da ampliação da infraestrutura turística, do fortalecimento da promoção da região no Brasil e no exterior e do desenvolvimento sustentável da atividade turística.

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A visita dos secretários reforça o compromisso do Governo de Minas com a valorização do turismo e da economia criativa como motores do desenvolvimento regional. Com hospedagens lotadas, movimentação intensa em bares, restaurantes e atividades de turismo náutico, o Carnaval 2025 no Mar de Minas já se destaca como um dos mais bem-sucedidos da história da região.

Com opções que vão das festas populares às experiências mais exclusivas, o Carnaval de Minas Gerais se consolida como um dos mais diversos do país, movimentando todas as regiões e atendendo a diferentes perfis de turistas.

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Alpinópolis e a noite em que a história ganhou voz e rosto

Por entre páginas e memórias, cidade celebra passado e presente em noite de homenagens e autógrafos

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Na noite de 25 de junho de 2025, Alpinópolis não apenas abriu um livro — abriu o coração.

Foi mais do que um lançamento. Mais do que uma cerimônia. Foi um reencontro da cidade com sua própria alma. No Espaço de Eventos Cabana, sob luzes cálidas e olhares marejados, nasceu — ou melhor, renasceu — a segunda edição de “Caminhando pela História – Um Passeio pelas Ruas”, obra do sargento e historiador autodidata Juliano Pereira de Souza.

Homem de farda e de memória, Juliano carrega na postura firme o rigor da disciplina militar, mas é no olhar que se revela sua maior missão: preservar o que muitos já esqueceram. Desde 2009, ele vasculha arquivos e ouve vozes anônimas. Percorre cemitérios, cartórios e corações. Com paciência de quem cultiva uma herança, e com amor de quem pertence à terra que pisa, ele escreveu um livro que é, antes de tudo, um gesto de gratidão.

Na plateia, autoridades e amigos. No ar, um clima de reverência e afeto. O evento, que ele mesmo nomeou de “Noite de Autógrafos e Homenagens aos Amigos da História”, contou com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, empresas locais e a presença marcante do prefeito Rafael Freire e do secretário de Cultura, Zé G.

Ali, o tempo parecia suspenso.

Entre discursos, lágrimas e palmas, foram homenageadas figuras que moldaram — e continuam a moldar — a identidade de Alpinópolis. Dos mais velhos, como um senhor de 102 anos, guardião vivo de tempos idos, aos jovens que, com talento e dedicação, levam o nome da cidade para além das montanhas, todos foram lembrados. Empresas que apoiaram o projeto também tiveram seu reconhecimento, num claro símbolo de que cultura e iniciativa privada podem — e devem — caminhar juntas.

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“Reconhecer em vida é mais do que um gesto: é um dever”, disse o assessor do Sicoob Credialp, Daniel de Paula, num depoimento que arrancou aplausos sinceros da plateia. E era exatamente isso que acontecia naquela noite — vidas sendo valorizadas, histórias sendo contadas por quem ainda respira.

Juliano, ao apresentar a nova edição de sua obra, parecia emocionado como quem entrega um filho ao mundo. E talvez fosse isso mesmo: o livro nasceu em 2012, dentro do projeto “Ventania Valorizando Nosso Povo”, e ganhou forma em 2021, na primeira edição. Agora, revisado, ampliado e ainda mais vibrante, se consolida como instrumento precioso de identidade.

Nas páginas, genealogias, narrativas, documentos, mapas, nomes de ruas e bairros, registros que, mais do que dados, são fragmentos de alma. Um detalhe chama atenção: entre 2019 e 2023, graças ao movimento de valorização histórica, ruas passaram a homenagear personalidades esquecidas — uma verdadeira reparação simbólica promovida em tinta e concreto.

Durante a solenidade, a escritora Conceição Lima — sempre sensível e provocadora — usou seu momento ao microfone para refletir sobre o impacto da obra e da pesquisa. Destacou a importância de equilibrar tradição e tecnologia, lembrando que até mesmo a inteligência artificial pode — e deve — servir à preservação da memória. E ali, ao lado de Juliano, essa ponte entre passado e futuro se fez real.

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Depois das palavras, vieram os autógrafos. Juliano, paciente e sorridente, fez questão de dedicar cada exemplar com o cuidado de quem sabe o que carrega. Entre abraços, fotografias e agradecimentos, se via algo raro nos eventos públicos: comunhão.

Ao final, foi servido um jantar, em clima de festa e pertencimento. Mas era mais que comida — era partilha. E o sabor maior vinha da consciência de que ali, naquela noite, algo maior havia acontecido: a cidade tinha se olhado no espelho da própria história — e gostado do que viu.

“Jamais podemos permitir que a memória de nossos antepassados se perca no tempo”, escreveu Juliano em sua obra. E naquela noite, Alpinópolis deu um passo firme na direção contrária ao esquecimento.

Foi uma noite memorável. Daquelas que se contam aos filhos. Daquelas que viram, por merecimento, mais um capítulo na história da cidade. E que, com certeza, estarão nas próximas edições do livro de Juliano — porque a história de Alpinópolis não para de caminhar.

 

O escritor Juliano comemorou a noite ao lado da família!

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