ENTRETENIMENTO
Ex-ator que matou Daniella Perez, filha de Glória Perez morre de infarto: “Em casa!”
Guilherme de Pádua morreu na noite do último domingo (07), após um culto da Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte. O pastor sofreu uma parada cardíaca e morreu instantaneamente em sua casa. A notícia foi confirmada pelo pastor Márcio Valadão.
O ex-ator é responsável pela morte da atriz Daniella Perez, filha da escritora Glória Perez que foi assassinada em dezembro de 1992, quando estava no auge de sua carreira na novela “De Corpo e Alma“. Perez foi morta com 18 golpes de tesoura, sendo oito atingidos na região do coração.
Após algumas semanas de investigação, Guilherme de Pádua e Paula Thomaz foram descobertos como autores do crime. O casal foi condenado por homicídio duplamente qualificado com motivo torpe (que causa repulsa na sociedade), e, impossibilidade de defesa da vítima. Embora tenham sido sentenciados em 19 anos, ambos cumpriram apenas seis em regime fechado.
Guilherme de Pádua era par romântico de Daniella Perez na novela “De corpo e Alma“. Perez interpretava a bailarina Yasmin, enquanto Pádua era o cobrador de ônibus Bira. Em determinado momento da novela, o casal terminou o namoro, o que fez com que as cenas do ator diminuíssem. Especula-se que o motivo do assassinato seria por ciúmes dos holofotes da parceira de cena.

Fonte: TOP Famosos
EMOÇÕES
Lançamento do livro “Mulheres que Marcaram Caminhos” emociona e inspira Capitólio
Por Alex Cavalcante Gonçalves
Na noite de 19 de novembro de 2025, o Clube Campestre Escarpas do Lago, em Capitólio, recebeu um dos eventos mais emocionantes do ano: o lançamento da coletânea “Mulheres que Marcaram Caminhos”, uma obra que eterniza histórias de força, fé, superação e empreendedorismo feminino.
O projeto, desenvolvido pela Câmara da Mulher Empreendedora de Capitólio – ACIAC, nasceu do desejo de celebrar o protagonismo das mulheres que constroem, silenciosamente ou à vista de todos, o futuro da cidade e da região. A coletânea reúne relatos reais que inspiram não apenas pela trajetória individual de cada coautora, mas pela mensagem universal que carregam: quando uma mulher avança, toda a comunidade avança com ela.
A noite de lançamento reuniu autoridades políticas, familiares, convidados especiais e dezenas de moradoras de Capitólio e municípios vizinhos, que foram prestigiar as coautoras. O clima era de orgulho, emoção e pertencimento.
Em seu discurso, Eliza Soares Pereira, coordenadora do projeto e coautora da obra, resumiu a essência do movimento:
“Este livro é mais do que uma publicação. É um legado. Cada história escrita é uma semente de coragem e esperança que floresce no coração de quem lê. Que este livro seja o marco de um novo tempo — um tempo em que as mulheres seguem marcando caminhos com amor, sabedoria e propósito.”
Já a presidente da ACIAC, Valeria Soares e Silva, destacou a importância do trabalho para o desenvolvimento do município:
“Para a ACIAC, este projeto representa o compromisso com o desenvolvimento humano, social, cultural e econômico de Capitólio. Valorizar as memórias das mulheres capitolinas é preservar, acima de tudo, a nossa identidade.”
A presidente da Câmara da Mulher Empreendedora de Capitólio, Elizângela Alves Costa Gini, emocionou o público ao relembrar a origem do movimento “Mulheres que Inspiram Mulheres”, iniciativa que deu vida ao livro:
“Começou pequeno, simples, sem pretensão… mas cresceu, tocou vidas e se tornou símbolo de reconhecimento às trajetórias femininas em Capitólio e na região. Desse movimento nasceu este livro — um livro que eterniza histórias reais, vividas, sentidas. Histórias que marcam, que mudam e que fazem nossa cidade olhar para suas mulheres com ainda mais orgulho.”
A realização do projeto contou com o apoio da Câmara da Mulher Empreendedora de Capitólio, da ACIAC, do Sicoob Credicapi e do comércio local, parceiros que acreditaram no impacto transformador da valorização feminina.
O evento encerrou-se com sessão de autógrafos repleta de emoção, lágrimas, abraços e muitos aplausos. A noite ficará registrada como um marco na história de Capitólio — não apenas pelo lançamento de um livro, mas pela celebração de mulheres que, com coragem e propósito, continuam marcando caminhos.
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