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4 continentes, 13 países e 27 Estados: o Mundo e o Brasil na Copinha 23

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Com 128 times divididos em 32 grupos, a Copa São Paulo de Futebol Júnior se destaca pela imensa oportunidade que proporciona a milhares de jovens que sonham se tornar jogadores de futebol. Na edição de 2023, são exatamente 3771 atletas de 4 continentes, 13 países e 27 Estados brasileiros que nutrem este sonho.

14 destes jogadores nasceram em outros países e representam quatro continentes diferentes. Metade da América do Sul, com dois bolivianos, um argentino, colombiano, equatoriano, paraguaio e peruano; três africanos -bissau-guineense, camaronês e nigeriano-; dois japoneses; um francês; e um panamenho.

Em território nacional, os 27 Estados estão representados, com 1199 paulistas de 187 cidades diferentes formando maioria; destes, 376 são paulistanos, 46 ribeirão-pretanos e 41 campineiros compõem o Top 3 de São Paulo. Dos demais estados, 350 são cariocas, 203 mineiros, 197 baianos e 177 paranaenses fecham o Top 5.

Nascido em 21 de novembro de 2007, em Curitiba, Reberth dos Santos Barroso Martins, do Vitória da Conquista, é o atleta mais novo da competição.

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Confira as principais informações do Censo da Copinha:

3771 jogadores
4 continentes
13 países
27 estados

1199 jogadores nascidos no Estado de São Paulo;
de 187 cidades diferentes

Top 10 cidades paulistas

376 da capital;
46 de Ribeirão Preto;
41 de Campinas;
33 de Santos;
28 de Franca e São José do Rio Preto;
27 de Guarulhos;
23 de Santo André;
22 de Marília;
20 de Limeira e São Bernardo do Campo;
16 de Piracicaba e Taubaté.

Top 10 estados

350 cariocas;
203 mineiros;
197 baianos;
177 paranaenses;
153 gaúchos;
123 maranhenses;
120 alagoanos;
114 pernambucanos;
105 cearenses
101 paraenses.

Estrangeiros

2 bolivianos;
2 japoneses;
1 argentino;
1 bissau-guineense;
1 camaronês;
1 colombiano;
1 equatoriano;
1 francês;
1 nigeriano;
1 panamenho;
1 paraguaio;
1 peruano.

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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