ESPORTES
Athletico goleia Rayo Zuliano por 5 a 1 e mantém 100% de aproveitamento na Sul-Americana
Foi uma boa apresentação rubro-negra, em uma partida em que o técnico Cuca rodou o elenco e deu a diversos jogadores a oportunidade de somar mais minutos em campo.
No primeiro tempo, foram três bolas na rede. Esquivel abriu o placar e Mastriani anotou duas vezes. E na etapa final, mais dois gols do Furacão, com Di Yorio e Felipinho.
O Athletico chegou 12 pontos somados em quatro partidas e é o líder isolado do Grupo E. Na próxima rodada, volta a jogar em casa, contra Danubio, e pode assegurar matematicamente a classificação para as oitavas de final.
O duelo com o time uruguaio está marcado para a próxima quarta (15), na Ligga Arena. Antes, o Furacão enfrenta o Palmeiras, no domingo (12), em Barueri (SP), e tenta manter a liderança também no Campeonato Brasileiro.
O Jogo
A partida começou em ritmo lento. Com uma formação inédita, o Athletico buscava o melhor posicionamento em campo e estudava o adversário. Mas logo o time rubro-negro tomou conta do jogo e não demorou para abrir o placar.
Aos 22′, Cuello recebeu pelo meio e fez um ótimo passe, encontrando Esquivel na área. O goleiro defendeu a primeira finalização, mas no rebote o argentino não desperdiçou. Era o primeiro do Furacão em Caracas!

Pouco depois, o goleiro Corredor fez grande defesa em chute de Zapelli. Mas aos 33′, ele nada pode fazer. Alex Santana tocou para Zapelli, que deixou Mastriani na cara do gol. Livre, o artilheiro não desperdiçou!
A pressão athleticana era fulminante. Esquivel voltou a marcar, mas Madson estava impedido na jogada. E aos 36′, Marcos André lançou do campo de defesa, a zaga falhou e a bola ficou com Cuello, que rolou para Mastriani anotar o terceiro!
No segundo tempo, novos jogadores receberam de Cuca a chance de atuar. No intervalo, Léo Godoy e Romeo Benítez foram chamados. Pouco depois, foi a vez de Julimar e do jovem meia João Cruz, que fez sua estreia na equipe profissional.
O Rayo Zuliano conseguiu descontar aos 17′, com um gol de Ochoa. E daí, foi a vez do técnico athleticano acionar o atacante Lucas Di Yorio.

As substituições deram resultado. Aos 27′, João Cruz recebeu na área e foi puxado por Ángel Faría. A cobrança do pênalti ficou a cargo de Di Yorio, que mandou uma bomba e acertou na gaveta, anotando o quarto do Furacão!
E aos 36′, Felipinho, que atuou como zagueiro em Caracas, também anotou o seu. Ele avançou pelo meio, bateu forte de fora da área e fechou a contagem em 5 a 1 para o Athletico!
Ficha técnica: Rayo Zuliano 1×5 Athletico Paranaense
CONMEBOL Sudamericana 2024: Grupo E – 4ª rodada
Data: 08/05/2024 (quarta-feira)
Horário: 19h (horário de Brasília)
Local: Estádio Brigido Iriarte, em Caracas (Venezuela)
Árbitro: Bryan Loayza (Equador)
Assistentes: Cristian Lescano (Equador) e David Vacacela (Equador)
Quarto árbitro: Yerson Zambrano (Equador)
Árbitro de vídeo: Jorge Balino (Argentina)

Rayo Zuliano: Luis Corredor; Ángel Faría (Jaider Julio, aos 30′ do 2º tempo), Hermes Rodríguez, Edison Penilla e Albert Barboza (Yvan Bello, aos 40′ do 2º tempo); Andrusw Araujo, Edwin Castro e Kenin Montiel (Jhan Vélez, no intervalo); Heiderber Ramírez, Saimon Ramírez (José Ochoa, no intervalo) e Junior Colina
Técnico: Elvis Martínez
Gol: José Ochoa, aos 17′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Andrusw Araujo e Ángel Faría
Athletico Paranaense: Léo Linck; Madson, Marcos André, Felipinho e Fernando (Léo Godoy, no intervalo); Alex Santana e Christian; Cuello (Julimar, aos 18′ do 2º tempo), Zapelli (João Cruz, aos 18′ do 2º tempo) e Esquivel (Romeo Benítez, no intervalo); Mastriani (Di Yorio, aos 21′ do 2º tempo)
Técnico: Cuca
Gols: Esquivel, aos 22′, e Mastriani, aos 33′ e aos 36′ do primeiro tempo; Di Yorio, aos 28′, e Felipinho, aos 36′ do segundo tempo
Cartão amarelo: Fernando
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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