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Athletico perde para o Bolivar no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores

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O Athletico não conseguiu superar o Bolívar e a altitude de La Paz, e está em desvantagem nas oitavas de final da Libertadores. Nesta terça-feira (1º), o Furacão saiu na frente, mas sofreu a virada do time da casa, que chegou ao placar de 3 a 1.O gol rubro-negro saiu logo no começo, em grande jogada de Vitor Roque e finalização perfeita de Erick. Mas o Bolívar chegou à virada ainda no primeiro tempo. Na etapa final, o Athletico foi prejudicado com um pênalti claro não marcado e acabou sofrendo o terceiro gol dos bolivianos.

A decisão da vaga nas quartas será na Ligga Arena. O Caldeirão vai ferver na próxima terça-feira (8), às 21h, para empurrar o Furacão rumo à virada. O time athleticano precisa vencer por dois gols de vantagem para levar a disputa para os pênaltis, ou por três para resolver a parada no tempo normal.

O Jogo

Como era esperado, o Bolívar partiu para a pressão desde o início. Mas foi o Athletico quem conseguiu marcar logo no começo do jogo. Aos 8′, Fernandinho acionou Vitor Roque, que disparou, passou por dois zagueiros e colocou na área. Erick dominou, girou e mandou para a rede!

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O Furacão teve a oportunidade de fazer o segundo, em um toque de Canobbio para Vitor Roque, que por pouco não conseguiu finalizar. Só que logo na sequência, aos 12′, veio o empate do adversário. Ronnie Fernández ganhou de Kaique Rocha e tocou na saída de Bento.

Bento fez grande uma grande defesa em cabeçada de Ronnie Fernández. Mas aos 26′, não teve como evitar o segundo do Bolívar. Ronnie Fernández tocou para Bejarano, que chutou cruzado.

O Rubro-Negro voltou do intervalo com o zagueiro Cacá no lugar de Thiago Andrade. E com uma linha de três zagueiros, ganhou mais solidez defensiva.

E poderia ter chegado ao empate aos 16′. Em cobrança de escanteio, o zagueiro do Bolívar disputou com Zé Ivaldo e, com o braço esticado, claramente colocou a mão na bola dentro da área. Inexplicavelmente, o árbitro nada marcou e o VAR não chamou para revisão.

Aos 30′, o time da casa marcou mais um. Sagredo cruzou e Ronnie Fernández cabeceou no ângulo.

O Furacão teve a oportunidade de diminuir, em um chute de Canobbio, que o goleiro defendeu e Pablo pegou o rebote, mas chutou em cima do arqueiro do Bolívar.

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Ficha técnica: Bolívar 3×1 Athletico Paranaense
CONMEBOL Libertadores 2023: Oitavas de final – Jogo de ida
Data: 01/08/2023 (terça-feira)
Horário: 21h
Local: Estádio Hernando Siles, em La Paz (Bolívia)

Árbitro: Guilherme Guerrero (Equador)
Assistentes: Byron Romero (Equador) e Christian Lescano (Equador)
Quarto árbitro: Juan Andrade (Equador)
Árbitro de vídeo: Carlos Orbe (Equador)

Bolívar: Lampe; Bentaberry; Ferreyra, José Sagredo e Bejarano (Villarroel, aos 20′ do 2º tempo); Villamil, Justiniano, Rodríguez (Uzeda, aos 20′ do 2º tempo) e Sávio; Da Costa (Algarañaz, aos 36′ do 2º tempo) e Ronnie Fernández
Técnico: Beñat San José
Gols: Ronnie Fernández, aos 12′, e Bejarano, aos 26′ do primeiro tempo; Ronnie Fernández, aos 30′ do segundo tempo
Cartão amarelo: Villamil

Athletico Paranaense: Bento; Khellven (Madson, aos 41′ do 2º tempo), Zé Ivaldo, Kaíque Rocha e Esquivel; Erick, Fernandinho (Hugo Moura, aos 28′ do 2º tempo) e Vidal (Vitor Bueno, aos 28′ do 2º tempo); Thiago Andrade (Cacá, no intervalo), Vitor Roque (Pablo, aos 14′ do 2º tempo) e Canobbio
Técnico: Wesley Carvalho
Gol: Erick, aos 8′ do primeiro tempo

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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