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Athletico-PR perde para o Danubio pela Sul-Americana

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O Furacão não resistiu nesta quarta-feira (15.05), e perdeu para o time do Danubio do Uruguai por 2 a 1 em jogo válido pela quinta rodada da fase de grupos da Sul-Americana. Primeira derrota athleticana na competição.Gols de Ignacio Pintos e Sebastián Fernandez ainda no primeiro tempo para os visitantes. Já nos acréscimos da etapa final, Lucas Di Yorio fez o tento do Furacão.O Rubro-Negro segue na liderança do Grupo E. Já está classificado. Com 12 pontos, precisa só de um empate na última rodada para ficar com a vaga direta às oitavas de final.Sportivo Ameliano, do Paraguai, com 10 pontos, e Danubio, com 7 pontos, seguem na disputa. Rayo Zuliano, da Venezuela, ainda sem pontuar, já está eliminado.

A última rodada da chave é dia 30 de maio, às 19h no horário de Brasília. Athletico x Sportivo Ameliano na Ligga Arena. Danubio x Real Zuliano no Estádio Centenário, no Uruguai.

O Jogo

Primeiro tempo de amplo domínio do Athletico Paranaense. O Rubro-Negro ficou praticamente o tempo todo com a bola dominada no campo do adversário. Enfileirou oportunidades com Bruno Zapelli, Pablo, Cuello e Mastriani.

O CAP era o dono do jogo – mais de 80% de posse de bola, o maior índice de um primeiro tempo de CONMEBOL Sudamericana dentre todas as partidas da fase de grupos deste ano até aqui. O gol e uma vitória tranquila pareciam uma questão de tempo. Não foi.

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Aos 29 minutos, o lateral Ancheta veio com o Danubio para o ataque e conseguiu um bom cruzamento na direita. A bola chegou até Ignacio Pintos, que cabeceou no contrapé de Bento e abriu o placar.

Aos 42 minutos, segundo ataque uruguaio. E segundo gol. Lançamento longo de Matías González – ele estava quase lá da linha de grande área de defesa. A bola quicou, enganou a marcação athleticana e caiu nos pés de Sebastián Fernández. Com um toque, ele encobriu o arqueiro do Furacão e da Seleção Brasileira.

O segundo tempo veio com a esperança de uma virada. Ou pelo menos a expectativa de um empate.

O Furacão se esforçou bastante. Cercava a área adversária, mas não conseguia furar o bloqueio do Danubio. Bem fechado lá atrás, o time uruguaio era esperto. Tentava ganhar todo o tempo do mundo.

Um cabeceio de Erick, aos 28 minutos. Um chute de Alex Santana, aos 29 minutos, foram as principais chances rubro-negras até o gol de Lucas Di Yorio, já aos 48 minutos da etapa final.

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FICHA TÉCNICA

Athletico Paranaense 1×2 Danubio

CONMEBOL Sudamericana: Grupo E – 5ª rodada
Data: 15/05/2024 (quarta-feira)
Horário: 19h
Local: Ligga Arena

Árbitro: Carlos Arturo Ortega Jaimes (Colômbia)
Assistente 01: David Alejandro Fuentes (Colômbia)
Assistente 02: Javier Leonardo Patiño Peralta (Colômbia)
Quarto árbitro: Robert Nicolas Cabrera Cantos (Equador)
VAR: Susana Nataly Corella Manzo (Equador)
AVAR 1: Edison Fernando Vasquez Oñate (Equador)

Público: 22.058 pagantes | 22.926 total
Renda: R$ 629.590,00

Athletico Paranaense: Bento; Léo Godoy (Alex Santana, no intervalo), Kaique Rocha, Mateo Gamarra (Christian, aos 12min do 2ºT) e Lucas Esquivel; Fernandinho. Erick, Tomás Cuello (Julimar, aos 12min do 2ºT) e Bruno Zapelli (Agustín Canobbio, no intervalo); Gonzalo Mastriani e Pablo (Lucas Di Yorio, aos 20min do 2ºT). Técnico: Cuca

Danubio: Goicochea; Ancheta, González (Ferreira, no intervalo), Etchebarne, Fracchia e Tizón; Romero, Ignacio Pintos (Bueno, aos 39min do 2ºT) e Mateo Peralta; Gabriel Leyes (Facundo Silvestre, aos 26min do 2ºT) e Sebastián Fernandez.
Técnico: Alejandro Apud

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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