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Atlético-MG sede empate para o América-MG no finalzinho do jogo

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Na tarde deste domingo (2), o Atlético empatou com o América em 2 a 2, no Mineirão, pela décima terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Zaracho e Hulk marcaram para o Galo ainda no primeiro tempo. Mastriani fez os gols do adversário no segundo tempo.

A partida marcou a estreia do técnico Luiz Felipe Scolari diante do torcedor Atleticano.

O atacante Paulinho não esteve em campo, pois seu contrato de empréstimo se encerrou na última sexta-feira e o contrato definitivo só poderá ser registrado nesta segunda-feira (3), quando abre a janela de transferências internacionais.

JOGO

O Galo começou o jogo em ritmo acelerado. Aos 47 segundos, Pavon quase abriu o marcador após cruzamento de Edenilson. Um minuto depois, Pavon foi o garçom. Ele cruzou da esquerda e Zaracho pegou bonito para fazer 1 a 0 Galo.

Aos 19, Hulk soltou a bomba em cobrança de falta, que Mateus Pasinato espalmou.

O super-herói Alvinegro estava atento. Ele interceptou o passe do lateral Marcinho, entrou na área e bateu na saída do goleiro. Gol de número 50 do artilheiro no Mineirão. Na comemoração ele abraçou o massagista Belmiro, que após 55 anos no Clube, trabalhou em seu último jogo e vai se aposentar.

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Ainda na primeira etapa, Everson fez duas enormes defesas. A primeira a queima-roupa na finalização de Danilo Avelar. Aos 40 minutos, ele se esticou todo e defendeu a cabeçada de Maidana.

2ºTEMPO

No segundo tempo o América empatou a partida com dois gols de Mastriani.

O Galo foi atrás da vitória. Patrick entrou na vaga de Zaracho. Alan Kardec e Vargas entraram, para as saídas de Igor Gomes e Pavon.

Nos acréscimos Vargas tentou de fora área, após Alan Kardec ganhar pelo alto.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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