ESPORTES
Bragantino e Botafogo ficam no empate e Palmeiras dorme na liderança do Brasileirão
O Red Bull Bragantino somou mais um ponto no Campeonato Brasileiro. Na tarde deste domingo (12), no Nabizão, o Massa Bruta empatou com o Botafogo em 2 a 2 pela 34ª rodada do Nacional. Thiago Borbas marcou os dois gols do Braga. Vitor Sá e Eduardo marcaram pelos visitantes.
Com este resultado, o time comandado pelo técnico Pedro Caixinha chegou aos 59 pontos na quarta posição.
O próximo desafio do Braga será apenas no dia 23 contra o Flamengo, O duelo, válido pela 30ª rodada, será realizado às 21h30, no Maracanã.
O jogo
O Braga começou o duelo de forma letal. Logo com 2 minutos de jogo, Léo Realpe afastou bola na zaga e viu Sasha dominar com liberdade no círculo central. O experiente jogador avançou pelo meio e passou para Vitinho na esquerda. O ponta trouxe para a grande área e bateu cruzado. A bola bateu no pé da trave e sobrou para Thiago Borbas empurrar para o gol vazio.
A equipe bragantina valorizou a posse de bola e esfriou a reação do rival. Sasha finalizou duas vezes de fora da área, aos 16 e os 18 minutos, mas ambas as tentativas saíram pela linha de fundo.
O Botafogo conseguiu o empate aos 34 minutos, com Vitor Sá, e a virada aos 36 minutos, com Eduardo.
Precisando da virada, o Massa Bruta voltou do intervalo sufocando o Botafogo. Com 20 minutos de jogo, Lucas Evangelista recebeu de Henry Mosquera na entrada da área e arriscou de esquerda, mas Perri encaixou. Um minuto e meio depois, Sasha também bateu de longe e viu a bola passar ao lado da trave antes de sair pela linha de fundo.
Aos 4 minutos, Sasha finalizou de cabeça na pequena área, mas Perri conseguiu mandar para escanteio. Aos 7, Jadsom bateu de longe procurando o ângulo, porém a bola saiu pela linha de fundo.
O Botafogo teve uma grande chance aos 19 minutos. Diego Hernández bateu dentro da área, mas Cleiton conseguiu defender. Na sobra, Jadsom desviou para escanteio o chute de Gabriel Pires que tinha endereço certo.
Luan Cândido respondeu pelo Braga aos 22 minutos ao chutar pela esquerda na risca da grande área, mas Perri saltou para salvar o empate.
O Red Bull Bragantino continuou tentando infiltrações na zaga rival, mas as finalizações vieram apenas em jogadas de bola parada. Luan Cândido e Bruninho desviaram cruzamentos com cabeceios, aos 25 e aos 42, mas as tentativas saíram pela linha de fundo.
Aos 44, Alerrandro aproveitou cruzamento na área e finalizou de cabeça, mas Perri encaixou. Três minutos depois, Alerrandro recebeu na linha da grande área e buscou o ângulo, porém a bola saiu pela linha de fundo,
O Braga não desistiu do jogo e conseguiu o empate aos 50 minutos. Sorriso recebeu pela direta e cruzou na área para Borbas desviar de cabeça para o fundo do gol e dar números finais ao duelo.
Red Bull Bragantino 2 x 2 Botafogo
Local: Nabizão;
Público: 9990;
Renda: R$ 428.585,00;
Árbitro: Anderson Daronco-RS (FIFA);
Assistentes: Rafael da Silva Alves-RS (FIFA) e Luanderson Lima dos Santos-BA (FIFA);
Cartão amarelos: Léo Realpe e Matheus Fernandes (Red Bull Bragantino); Diego Hernández (BOT);
Gols: Thiago Borbas, aos 2min do 1ºT e aos 50min do 2ºT (Red Bull Bragantino); Vitor Sá, aos 34min do 1ºT, e Eduardo, aos 36min do 1ºT (BOT).
Red Bull Bragantino: Cleiton; Andrés Hurtado, Léo Realpe (Matheus Fernandes), Léo Ortiz e Juninho Capixaba (Alerrandro); Jadsom, Lucas Evangelista e Sasha (Bruninho); Henry Mosquera, Thiago Borbas e Vitinho (Sorriso). Técnico: Pedro Caixinha.
Botafogo: Lucas Perri; Di Placido, Adryelson, Victor Cuesta, Marçal, Marlon Freitas, Tche Tche (Diego Hernández), Eduardo (Gabriel Pires), Junior Santos (Danilo Barbosa), Tiquinho Soares (Diego Costa) e Victor Sá (Hugo). Técnico: Lucio Flávio.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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