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Cano e Alan marcam, e Fluminense se despede da torcida em 2022 com vitória

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O Fluminense venceu o Goiás por 3 a 0 em jogo válido pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira (09/11), diante de mais de 35 mil torcedores, incluindo o ídolo Fred, que foi para o meio da galera na arquibancada, o Tricolor foi dominante e garantiu os três pontos na última apresentação da equipe no Maracanã no ano.

Germán Cano, responsável pelo primeiro gol, fez questão de direcionar a celebração a Fred, e o 9 histórico, diretamente da torcida, retribuiu. O segundo gol saiu dos pés de Alan, Moleque de Xerém que marcou pela primeira vez desde seu retorno. Michel Araújo foi o responsável por fechar o placar segundos após a torcida entoar gritos pedindo por “mais um”.

Ainda na terceira colocação, agora com 67 pontos, a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz volta a campo no domingo (13/11) para fechar sua participação na competição diante do Red Bull Bragantino, às 16h, no Estádio Nabi Abi Chedid, em busca do vice-campeonato.

PRIMEIRO TEMPO

O Fluminense iniciou a partida de forma intensa e teve a primeira boa chance logo aos 4 minutos de jogo, com Yago Felipe. O volante recebeu passe de Ganso na área, girou o corpo e bateu firme, mas o goleiro fez a defesa. Um minuto depois, Alexsander avançou pela esquerda e tocou para Arias mandar uma bomba que parou em outro boa defesa. O colombiano voltou a aparecer com perigo aos 8, quando fez grande jogada individual e bateu forte. Ganso aproveitou o rebote, mas foi a vez do zagueiro adversário impedir o gol.

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Com 28 minutos, a equipe chegou muito perto de abrir o placar após Ganso achar belo passe para Yago e o volante mandar rente ao travessão.

SEGUNDO TEMPO

Aos 8 minutos, Samuel Xavier cruzou e Matheus Martins teve o chute bloqueado pelo defensor. Aos 13, após mais um cruzamento do lateral, nem Cano, nem Nathan conseguiram a finalização. O Tricolor seguiu pressionando, e aos 18, a bola de Matheus Martins voltou a parar na defesa. Minutos depois, foi a vez de Nathan ser travado.

A primeira finalização do Fluminense com a defesa adversária mais aberta ocorreu aos 24 minutos, quando Alexsander limpou o defensor e achou Matheus Martins na área, que mandou pela linha de fundo. No minuto seguinte, Cano arriscou forte, a bola desviou e saiu. Mas, aos 32, ninguém conseguiu impedir o artilheiro de estufar as redes e tirar o zero do placar.

A noite ficou mais emocionante quando Alan, que havia acabado de entrar, fez seu primeiro gol após o retorno ao clube, aos 34, com assistência de Michel Araujo. Por fim, o uruguaio fechou o placar aos 44, após receber passe de Matheus Martins. Com a torcida “louca da cabeça”, o Fluminense se despediu do Maracanã em 2022 com a vitória por 3 a 0.

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FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 3 X 0 GOIÁS

Campeonato Brasileiro – 37ª rodada

09/11/2022, 19h – Maracanã

Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Manoel (Nathan) e Alexsander; André, Martinelli (Alan), Yago Felipe (Matheus Martins) e Paulo Henrique Ganso (Michel Araújo); Jhon Arias e Germán Cano (Felipe Melo). Técnico: Fernando Diniz

Goiás: Tadeu; Maguinho, Lucas Halter, Reynaldo e Sávio (Apodi); Auremir (Marquinhos Gabriel), Matheus Sales e Luan Dias (Fillipe Bastos); Diego, Pedro Raul (Nicolas) e Dadá Belmonte. Técnico: Jair Ventura

Gols: Cano (32′ 2T), Alan (34′ 2T) e Michel Araújo (44′ 2T) (FLU)

Cartões amarelos: Ganso e Samuel Xavier (FLU); Pedro Raul (GOI)

Cartões vermelhos: Dadá Belmonte e Fillipe Bastos (GOI)

Arbitragem: Paulo Cesar Zanovelli da Silva, auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Fernanda Nandrea Gomes Antunes

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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