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Corinthians fica no empate com a Portuguesa pelo Paulistão

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Na tarde deste domingo (12), o Corinthians entrou em campo para mais um compromisso na temporada 2023, válido pela 8ª rodada do Paulistão Sicredi. O duelo foi diante da Portuguesa, disputado no estádio Mané Garrincha, em Brasília.  O Timão acabou ficando no empate sem gols, 0 a 0.
Com o resultado, o Time do Povo se mantém na liderança do grupo C, com 14 pontos ganhos em oito jogos. Além do Coringão, o grupo também conta com as equipes da Ferroviária, São Bento e Ituano. No entanto, vale lembrar que, nesta primeira fase, os clubes do mesmo grupo não se enfrentam, apenas nas quartas de final, em que os dois primeiros colocados disputam uma vaga na semifinal.
Escalação
O técnico Fernando Lázaro iniciou o confronto com a seguinte escalação: Carlos Miguel, Rafael Ramos, Gil, Bruno Méndez, Fábio Santos, Fausto Vera, Du Queiroz, Renato Augusto, Adson, Róger Guedes e Yuri Alberto. Entraram durante a partida Romero, Giuliano, Paulinho e Matheus Araújo. Ainda estavam no banco de reservas: Matheus Donelli, Caetano, Matheus Bidu, Roni, Balbuena, Murillo e Wesley.
Bola em jogo!
O Timão iniciou o confronto com mais volume no campo de ataque, em busca de boas oportunidades de abrir o placar. Nos primeiros minutos, no entanto, poucas chances de gols para ambos os clubes.
Aos 25 minutos, foi com Róger Guedes que o Coringão levou perigo ao adversário pela primeira vez. O atacante aproveitou cobrança de falta de Rafael Ramos na grande área para subir bem de cabeça, mas a bola passou ao lado da trave esquerda.
Logo depois, aos 27 minutos, foi com Yuri Alberto que quase saiu o gol alvinegro. Fausto Vera conseguiu ganhar duas divididas, a segunda delas já dentro da grande área. A bola sobrou para o centroavante, que chutou firme, fazendo a bola triscar a trave esquerda defendida pelo goleiro da Portuguesa.
Aos 40 minutos, o Coringão teve a chance mais clara de marcar até ali. Renato Augusto fez uma boa jogada e achou um ótimo passe para Róger Guedes. O camisa 10, já dentro da área, conseguiu finalizar, mas o goleiro se esticou e evitou o primeiro gol da partida.
Antes do intervalo, Róger Guedes, em finalização cruzada após passe de Adson, ainda tentou marcar, mas novamente o goleiro fez a defesa. 0 a 0 após o fim do primeiro tempo.
Segundo tempo
Os primeiros minutos da etapa complementar foram de mais posse de bola corinthiana, mas com poucos momentos perigosos de ataque.
Aos 19 minutos, o zagueiro adversário salvou o primeiro gol do Corinthians. Rafael Ramos cruzou na área e o defensor da Portuguesa conseguiu desviar a bola que iria nos pés de Yuri Alberto.
Aos 21 minutos, Fernando Lázaro realizou as duas primeiras alterações no time. Entraram Romero e Giuliano nos lugares de Róger Guedes e Du Queiroz.
Aos 34 minutos, na busca de mais ofensividade no meio-campo, Fernando mexeu mais uma vez na equipe: Adson deu lugar a Paulinho.
Antes do fim de jogo, também entrou Matheus Araújo no lugar de Renato Augusto.
O Timão ainda batalhou pelo gol, mas sem sucesso. 0 a 0 foi o resultado final do jogo.
Próximo jogo
O Corinthians volta a entrar em campo na próxima quinta-feira (16), pela 9ª rodada do Paulistão, no derby contra o Palmeiras, às 21h30, na Neo Química Arena.
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Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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