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Corinthians perde para o São Bernardo na 7ª rodada do Paulistão

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O  Corinthians entrou em campo para mais um compromisso na temporada 2023,  esta quarta-feira (09.02), válido pela 7ª rodada do Paulistão Sicredi e foi derrotado pelo São Bernardo, no estádio Primeiro de Maio, por 2 a 0.

Mesmo com o resultado negativo, o Corinthians  se mantém na liderança do grupo C, com 13 pontos ganhos em sete jogos. Além do Coringão, o grupo também conta com as equipes da Ferroviária, São Bento e Ituano. No entanto, vale lembrar que, nesta primeira fase, os clubes do mesmo grupo não se enfrentam, apenas nas quartas de final, em que os dois primeiros colocados disputam uma vaga na semifinal.

Escalação

O técnico Fernando Lázaro iniciou o confronto com a seguinte escalação: Cássio, Fagner, Balbuena, Bruno Méndez, Matheus Bidu, Du Queiroz, Roni, Giuliano, Adson, Romero e Róger Guedes. Entraram durante a partida Fábio Santos, Paulinho, Fausto Vera, Jr. Moraes e Matheus Araújo. Ainda estavam no banco de reservas: Carlos Miguel, Rafael Ramos, Gil, Caetano, Murillo, Wesley e Arthur Souza.

Bola em jogo!

A equipe da casa iniciou a partida buscando mais o ataque e, logo aos três minutos, conseguiu um pênalti. Na batida, converteu e abriu o placar. 1 a 0 São Bernardo.

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Nos minutos seguintes, o Coringão foi entrando na partida e equilibrou o jogo, mantendo mais posse de bola e em busca de chances de igualar o placar. A primeira foi aos 15 minutos, quando Róger Guedes recebeu pela esquerda e fez o cruzamento para a grande área. Du Queiroz chegou rápido, buscou a cabeçada e por muito pouco não desviou em direção ao gol.

Aos 25 minutos, o Timão chegou ao ataque mais uma vez. Adson limpou a jogada e mandou a bola para a área, mas ela acabou passando por todo mundo e saiu pela linha de fundo. Dez minutos depois, aos 35, quem por pouco não marcou foi Róger Guedes. O camisa 10 recebeu de costas dentro da grande área, girou, finalizou e a bola passou muito perto da trave esquerda do goleiro.

Aos 39 minutos, a chance mais clara do Alvinegro na partida. Adson foi à linha de fundo, conseguiu o cruzamento, mas a bola passou por Romero e Matheus Bidu dentro da pequena área.

Antes do fim da primeira etapa, aos 44 minutos, Giuliano tentou fazer o dele. Fagner cobrou escanteio e o meia subiu muito bem de cabeça, obrigando o goleiro adversário a se esticar para impedir o gol do Timão.

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Segundo tempo

Logo aos três minutos, a equipe da casa conseguiu o segundo gol na partida. 2 a 0 São Bernardo.

Em busca de uma melhora da equipe no confronto, aos 14 minutos Fernando Lázaro mexeu em dose tripla no Timão. Entraram Paulinho, Fábio Santos e Fausto Vera nos lugares de Du Queiroz, Matheus Bidu e Romero.

Aos 22 minutos, por muito pouco Paulinho não diminuiu para o Corinthians. O meia aproveitou cruzamento de Fagner dentro da grande área e mandou uma bomba em direção ao gol, mas a bola explodiu no travessão e saiu pela linha de fundo.

Aos 33 minutos, as outras duas alterações foram no setor ofensivo. Entraram Jr. Moraes e Matheus Araújo, e deixaram o gramado Giuliano e Adson.

O Coringão ainda lutou pela vitória, mas acabou sendo superado pela equipe da casa.

Próximo jogo

O Corinthians volta a entrar em campo no domingo (12/2), pela 8ª rodada do Paulistão, contra a equipe da Portuguesa, às 16h, em partida que terá o adversário como mandante e será disputada no estádio Mané Garrincha, em Brasília-DF.

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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