ESPORTES
Cuiabá e Operário empatam em partida movimentada no Campeonato Mato-grossense
A Arena Pantanal foi palco de um jogo cheio de emoções entre Cuiabá e Operário, que terminou empatado em 2 a 2. A partida, válida pela segunda rodada do Campeonato Mato-grossense, teve reviravoltas e teve dois jogadores expulsos pelo time da casa.
O Cuiabá começou na frente, abrindo o placar aos 18 minutos do primeiro tempo, quando Max fez um cruzamento preciso para Pitta marcar de cabeça. No final da primeira etapa, Pitta brilhou novamente ao completar de letra um cruzamento de Eliel, anotando um golaço e ampliando a vantagem do Dourado.
No segundo tempo, Max cometeu uma falta dura em um jogador do Operário e acabou sendo expulso pelo árbitro, que estava próximo ao lance. Logo em seguida, Guilherme aproveitou uma sobra na grande área e diminuiu para a equipe visitante.
Aos 36 minutos, o Cuiabá teve mais um jogador expulso. Alan Empereur, ao perder na disputa de velocidade com um adversário, segurou o jogador e recebeu o cartão vermelho direto. Na cobrança da falta, Mateus Castanho pegou o rebote e marcou um belo gol, igualando o placar.
No próximo confronto, o Cuiabá enfrentará o Dom Bosco, novamente na Arena Pantanal, no sábado (27). Já o Operário terá pela frente o Mixto, em uma partida ainda a ser definida em termos de local e horário.
A quarta-feira também reserva outros jogos emocionantes no Campeonato Mato-grossense. Primavera e Araguaia se enfrentam no estádio Cerradão, enquanto Academia e União duelam no Luthero Lopes, ambos às 19 horas. Além disso, Dom Bosco e Nova Mutum jogam no Dito Souza, às 19h30. Para fechar a segunda rodada, o Mixto enfrenta o Luverdense na quinta-feira (25), às 20 horas.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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