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Cuiabá perde e é eliminado da Copa do Brasil na primeira rodada
O Cuiabá foi derrotado pelo São Raimundo na noite desta quarta-feira (22.02) e está eliminado da Copa do Brasil. O time de Roraima venceu por 4 a 3, em partida disputada no Estádio Canarinho, em Boa Vista, e válida pela primeira fase da competição nacional. Iury Castilho, Alan Empereur e Mateusinho marcaram os gols do Dourado.
Agora, o Cuiabá foca no estadual. No domingo, o Dourado recebe o Luverdense, na Arena Pantanal, pela oitava rodada.
O jogo
O time da casa começou o jogo com uma postura ofensiva e abriu o placar logo aos dois minutos. Em cobrança de falta da intermediária, Alan Rosário, de cabeça, marcou o primeiro gol da partida – o atleta do adversário, porém, estava em posição de impedimento. Apesar desse detalhe, a arbitragem validou o gol.
A partir desse momento, o Cuiabá foi pura pressão sobre o adversário. Jonathan Cafú, de cabeça, viu a finalização ser interceptada pela zaga e a bola sair em escanteio. Na cobrança, a bola sobrou pra Marllon, dentro da área, mas o defensor chutou por cima. Pouco tempo depois, Pablo Ceppelini cobrou falta com grande categoria e acertou a trave. Isso tudo antes dos dez minutos.
Iury Castilho, de cabeça, quase empatou o jogo aos 11 minutos do primeiro tempo. O atacante aproveitou grande cruzamento de Mateusinho e por muito pouco não marcou o primeiro gol do Dourado na Copa do Brasil.
Aos 16 minutos, o São Raimundo ampliou a vantagem. Tavinho acertou chute forte de fora da área e marcou um bonito gol. Seis minutos mais tarde, Iury Castilho aproveitou cobrança perfeito de escanteio feita por Pablo Ceppelini e cabeceou firme para diminuir o marcador.
A jogada aérea foi uma arma muito forte da equipe adversária. E foi assim que Alan Rosário marcou o segundo gol dele no jogo, o terceiro do São Raimundo, aos 35 minutos do primeiro tempo, de cabeça, após cobrança de escanteio vindo da direita.
O Dourado voltou do intervalo disposto a correr atrás do prejuízo. Com menos de um minuto, Iury Castilho teve boa chance. O atacante recebeu passe em profundidade, invadiu a área e bateu forte, mas mandou por cima do gol.
Aos nove minutos, Ceppelini cabeceou e o goleiro adversário fez grande defesa. No rebote, Matheus Alexandre chutou e o goleiro, mais uma vez, evitou o gol do Cuiabá, mandando a bola pra escanteio. Aos 13, Iury Castilho, mais uma vez de cabeça, levou perigo.
O Dourado conseguiu descontar aos 22 minutos da etapa final. Ceppelini, mais uma vez, cobrou falta com perfeição e o zagueiro Alan Empereur subiu alto para marcar o segundo gol do Cuiabá.
A pressão do Dourado foi muito grande na metade final do segundo tempo. Mateusinho e Vinicius Boff, em chutes de fora da área, assustaram o goleiro adversário. O Cuiabá rondava a área do São Raimundo em busca do gol de empate e da classificação.
E o gol de empate chegou. Aos 40 minutos do segundo tempo, Mateusinho apareceu na segunda trave e, de cabeça, marcou o terceiro gol do Dourado na partida e o primeiro pelo Cuiabá.
Aos 46 minutos, porém, o time da casa marcou o quarto gol. O zagueiro Alan Rosário acertou um bonito chute da entrada da área para anotar o terceiro gol dele na partida e decretar a classificação do São Raimundo.
Cuiabá: Walter, Matheus Alexandre (Rikelme), Marllon, Alan Empereur e Mateusinho; Denilson (Deyverson), Pablo Ceppelini e Rodriguinho (Ronald); Jonathan Cafú (Vinicius Boff), Iury Castilho (Lucas Cardoso) e Isidro Pitta.
Fonte: Agência Esporte
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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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