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Cuiabá recebe o Coritiba no último jogo da temporada

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O Cuiabá faz, neste domingo, o último jogo na temporada de 2022. O Dourado recebe o Coritiba, na Arena Pantanal, em confronto válido pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em caso de vitória ou empate, o Dourado garante a permanência na elite do futebol nacional.

O último treinamento antes da partida foi realizado na manhã deste sábado, na Arena Pantanal, palco do confronto.

Para a partida diante do Coritiba, o Cuiabá terá o retorno do zagueiro Marllon e do técnico António Oliveira, desfalques na derrota para o Atlético-MG, em Belo Horizonte, por suspensão. O volante Marcão, que realizou uma cirurgia na mão direita, não fica à disposição para o confronto.

O Dourado espera casa cheia na despedida de 2022: para o duelo decisivo com o Coritiba, o clube disponibilizou ingresso em todos os setores a partir de R$5. Para mais informações, clique aqui.

Cuiabá e Coritiba se enfrentam neste domingo, dia 13, às 15h (de MT), na Arena Pantanal, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Com 38 pontos somados e na 16ª colocação, o Dourado vai em busca da vitória para confirmar a permanência na Série A em 2023.

DETALHES DA PARTIDA

Arbitragem

  • Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (FIFA/SP);
  • Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP);
  • Quarto árbitro: Luiz Paulo de Moura Pinheiro (MT);
  • VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC);
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PENDURADOS: António Oliveira, Rafael Gava, Kelvin Osorio e André Luís.

SUSPENSOS: ninguém.

TRANSMISSÃO: Premiere.

CURTINHAS DO DOURADO

  • Cuiabá e Coritiba se enfrentaram em três oportunidades. São um empate e duas vitórias da equipe paranaense.
  • No primeiro turno do Brasileirão de 2022, vitória do Coritiba no Couto Pereira por 1 a 0.
  • Na Arena Pantanal, as equipes se enfrentaram pela 24ª rodada da Série B de 2019 e a partida terminou empatada em 3 a 3. Paulinho, Jeffinho e Escudero marcaram os gols do Dourado.
  • O técnico português António Oliveira é o primeiro comandante estrangeiro da história do Dourado.
  • António comandou o Cuiabá em vinte e oito partidas, com sete vitórias, nove empates e doze derrotas.
  • Na Série A 2022, o Cuiabá tem dezoito jogos em casa, com cinco vitórias, oito empates e cinco derrotas. Como visitante, são quatro vitórias, três empates e doze derrotas.
  • Rodriguinho é o atleta que mais entrou em campo pelo Dourado em 2022. São 50 das 60 partidas disputadas. O meia também é o artilheiro do Cuiabá na temporada, com 13 gols marcados – três no Brasileirão.
  • Deyverson é o artilheiro do Dourado no Brasileirão, com seis gols marcados.
  • O ataque do Cuiabá marcou 75 gols em 60 jogos em 2022 entre Estadual, Copa do Brasil, Sul-Americana e Série A – média de 1,25 por partida.
  • O Dourado tem 29 jogos como mandante na temporada, com 13 vitórias, 9 empates e 7 derrotas – aproveitamento de 55,1%, com 44 gols marcados e 20 sofridos.
  • Como visitante, o time disputou 31 jogos, com 10 vitórias, 6 empates e 15 derrotas – aproveitamento de 38,7%, com 31 gols marcados e 41 sofridos.
  • O Cuiabá entrou em campo em 60 jogos na temporada 2022, com 23 vitórias, 15 empates e 22 derrotas – aproveitamento de 46,6%.
  • O time mato-grossense está na disputa da segunda Série A de sua história. Na primeira, em 2021, terminou em 15º lugar, com 47 pontos e aproveitamento de 41%.
  • O Cuiabá é o atual Campeão Brasileiro de Aspirantes e também já conquistou por duas vezes a Copa Verde.
  • O Dourado já conquistou 11 títulos do Mato-grossense em 20 anos de história.

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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