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Filosofia de Fernando Diniz rende elogios do zagueiro Marquinhos

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Uma filosofia muito prazerosa de se jogar. É assim que o zagueiro Marquinhos, da Seleção Brasileira Masculina de Futebol, classificou o estilo de jogo do técnico Fernando Diniz.

“Desde o primeiro dia, Fernando Diniz fala sobre não estar exposto. É uma filosofia muito prazerosa de se jogar, mas ao mesmo tempo ocupamos as posições e sabemos nos resguardar e estar bem protegidos. Vamos evoluir muito ainda, sofremos um gol [contra a Bolívia] por falha e descuido nosso, muito mais do que por sua filosofia. Analisamos bem as situações do jogo, em muitas estivemos bem protegidos, anulando os contra-ataques. É uma filosofia muito ambiciosa, mas ao mesmo tempo não tem descuido. É mais uma imagem que se passa. A gente se sente muito bem”, disse o defensor do time canarinho”, destacou.

O Brasil enfrenta o Peru na terça-feira (12), às 23h, no Estádio Nacional de Lima, na capital peruana, pela segunda rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo 2026. Marquinhos projeta um confronto disputado.

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“Brasil e Peru vem tendo uma rivalidade muito grandes nos últimos anos. Copa América, Eliminatórias, jogos muito disputados e muito difíceis. Muitas vezes os resultados não dizem a ideia real do jogo. O Peru vem cada vez mais crescendo. É uma geração de jogadores que sempre deu muita dificuldade para gente. O Guerrero faz parte dessa geração. Eu o conheço desde o Corinthians, sei da grandeza dele, da experiência que tem, acredito que é um jogador melhor. Todo o sucesso da seleção do Peru passa pelo grande jogador que o Guerrero é”.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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