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Flamengo vence o Athletico-PR por 1 a 0 e é campeão da Libertadores

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O Flamengo venceu o Athletico-PR por 1 a 0 na tarde deste sábado (29.10), no Estádio Monumental de Guayaquil. O gol do título rubro-negro foi marcado por Gabi, nos acréscimos da primeira etapa. Com o resultado, o Flamengo conquistou o tão sonhado Tri da América e faz a alegra da imensa Nação Rubro-Negra espalhada pelo mundo.

O jogo
A partida começou com muito equilíbrio, com as duas equipes brigando pela posse de bola no meio-campo. O Athletico apertava a saída de bola da equipe rubro-negra e dificultava a transação para o ataque. Os dez primeiros minutos eram bem truncados, com o Flamengo trocando passes em busca de espaços. A equipe paranaense aguardava para investir nos contra-ataques.

Aos 19’, Ayrton Lucas entrou em campo no lugar de Filipe Luís, que saiu contundido. Dez minutos depois, Arrascaeta cobrou falta, mas a bola não passou pela barreira. O time rubro-negro mantinha a posse de bola no ataque, mas encontrava dificuldades na hora de penetrar na área adversária. No final da primeira etapa, o zagueiro Pedro Henrique deu uma entrada dura em Gabigol e levou o segundo cartão amarelo, sendo expulso pelo árbitro.

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Nos acréscimos, para delírio da Nação Rubro-Negra, o Mengão inaugurou o placar em Guayaquil! Aos 48’, Everton Ribeiro tabelou com Rodinei pela direita e cruza na área. Gabigol, o predestinado, apareceu livre na segunda trave para empurrar para as redes e deixar o Mengão em vantagem: 1 a 0.

O Flamengo voltou para a etapa complementar valorizando a posse de bola e insistindo nas jogadas ofensivas. Aos seis minutos, Gabi saiu cara a cara com o goleiro, mas chuta em cima de Bento. Por muito pouco o Mengão não fez o segundo.

O Mais Querido mantinha o domínio da partida e chegava com perigo ao gol adversário. Aos 15’, Pedro recebeu de Arrascaeta na entrada da área, girou o corpo e tenta o chute. A bola desviou e por muito pouco não entra.

Sem sofrer perigo, o time rubro-negro tocava a bola no campo ofensivo em busca do segundo, mas o Athletico se defendia. Aos 37’, Everton Ribeiro arriscou o chute de fora e a bola foi para fora. Nos minutos finais, o Rubro-Negro conseguiu administrar o resultado e saiu de campo com o tão sonhado tricampeonato da América, A Nação Rubro-Negra faz a festa pela Glória Eterna. O FLAMENGO É TRICAMPEÃO DA AMÉRICA!!!

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Escalação do Flamengo
Santos; Rodinei, David Luiz, Léo Pereira e Filipe Luís (Ayrton Lucas); Thiago Maia (Vidal), João Gomes, Everton Ribeiro e Arrascaeta (Victor Hugo); Gabi (Cebolinha) e Pedro.
Técnico: Dorival Júnior.

Escalação do Athletico-PR
Bento; Khellven, Pedro Henrique, Thiago Heleno e Abner Vinícius; Hugo Moura (Terans), Fernandinho, Alex Santana (Matheus Felipe); Victor Bueno (Canobbio), Vitinho (Rômulo) e Vitor Roque (Pablo).
Técnico: Luiz Felipe Scolari.

FICHA TÉCNICA 

Final da Conmebol Libertadores

Flamengo 1×0 Athletico-PR

Local: Estádio Monumental de Guayaquil, Equador
Data e hora: 29/10/2022 às 17h (de Brasília)
Arbitragem: Patricio Loustau (ARG), Diego Bonfá (ARG) e Ezequiel Brailovsky (ARG)
Cartões amarelos: Pedro Henrique (CAP), Alex Santana (CAP), Arrascaeta (FLA) e Rômulo (CAP)
Cartão vermelho: Pedro Henrique (CAP)
Gol: Gabi (48’1ºT).

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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