ESPORTES
Fluminense dá show e faz 5 a 1 no River no Maracanã pela Libertadores; Cano faz 3 gols
O Fluminense goleou o River Plate por 5 a 1 no Maracanã em partida válida pela terceira rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores. Com o resultado desta terça-feira (02/05), o Tricolor mantém 100% de aproveitamento e a liderança do grupo D com 9 pontos. Germán Cano marcou três vezes e Arias, duas.
Em sintonia total com o time, os mais de 62 mil tricolores criaram uma atmosfera de arrepiar do início ao fim do jogo e foram fundamentais na construção da goleada histórica.
Sob comando do técnico Fernando Diniz, a equipe volta a campo no sábado (06/05) para o clássico diante do Vasco, em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto ocorre às 21h, no Maracanã.
PRIMEIRO TEMPO
Com o Fluminense controlando as ações do jogo, a partida começou em alta voltagem. Após algumas chegadas ao ataque, o primeiro lance de perigo ocorreu aos 15 minutos. Em falta lateral, Ganso arriscou direto para o gol e exigiu boa defesa do goleiro. Aos 22, o camisa 10 puxou contra-ataque e lançou Arias pela direita. O colombiano avançou e conseguiu cruzamento que buscava Ganso, mas o meia não alcançou.
Aos 28 minutos, Keno achou Germán Cano na área. O artilheiro limpou três defensores e bateu firme no ângulo, abrindo o placar no Maracanã com um golaço. Aos 38, Beltrán empatou para a equipe adversária.
SEGUNDO TEMPO
Aos 6 minutos, após receber de Ganso, Cano bateu da entrada da área e parou no goleiro. Na sequência, o camisa 10 abriu a marcação adversária com passe espetacular para Samuel Xavier, que só rolou para Cano fazer o segundo L da noite. Pressionando, o Tricolor voltou com perigo aos 14, quando, em sobra de bola, Ganso bateu de primeira e obrigou o goleiro a aparecer novamente.
Aos 15 minutos, Cano marcou novamente, mas o impedimento foi assinalado. Aos 24, foi a vez da trave impedir mais um gol do artilheiro, após batida cruzada. Dois minutos depois, em tentativa de chute colocado, Arias mandou para fora. Porém, aos 29, o colombiano não perdoou. Após tabelar com Alexsander, Arias ficou cara a cara com o goleiro e estufou a rede. Aos 41, com assistência do camisa 21, Cano concretizou seu hat-trick. Aos 46, com passe de John Kennedy, Arias fechou a goleada tricolor em 5 a 1.

FICHA TÉCNICA
Libertadores – Fase de grupos (3ª rodada)
Fluminense 5 x 1 River Plate
02/05/2023, 21h – Maracanã
Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Felipe Melo (Vitor Mendes) e Marcelo (John Kennedy); André, Alexsander e P.H. Ganso; Jhon Arias, Keno (Lima) e Germán Cano (Lelê). Técnico: Fernando Diniz
River Plate: Armani; Herrera, González Pirez, Mammana (Solari) e Casco; Aliendro, Pérez (Palavecino) e De la Cruz (Paradela); Nacho Fernández (Robert Rojas), Barco e Beltrán (Santiago Simón). Técnico: Martín Demichellis
Gols: Cano (28′ 1T) (7′ 2T) (41′ 2T) e Arias (29′ 2T) (46′ 2T) (FLU); Beltrán (38′ 1T) (RIV)
Cartões amarelos: Felipe Melo, André e Lima (FLU); González Pirez, Pérez, Beltrán e Aliendro (RIV)
Cartão vermelho: González Pirez (RIV)
Arbitragem: Esteban Ostojich, auxiliado por Nicolas Taran e Carlos Barreiro
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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