ESPORTES
Goiás empata no fim e segura o Vasco no Z4 do Brasileirão
O Vasco sofreu um golpe duro na luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Neste domingo (29.10), no confronto direto com o Goiás, o Gigante da Colina sofreu o empate nos acréscimos: 1 a 1, no Estádio Hailé Pinheiro, em Goiânia, na 30ª rodada. O clube carioca também teve uma perda para a próxima rodada, já que Vegetti foi expulso no final do jogo.
Com esse resultado, que foi ruim para ambos os times, Goiás e Vasco continuam na zona de rebaixamento. O Vasco agora tem 31 pontos e está em 18º lugar, enquanto o Goiás, com 32 pontos, ocupa a 17ª posição.
O técnico Ramón Díaz fez algumas mudanças no Vasco em relação à derrota para o Internacional, em São Januário. Robson, Maicon, Jair, Alex Teixeira e Serginho foram as novidades do time. Paulo Henrique, Praxedes, Payet e Gabriel Pec foram deixados de fora, enquanto Paulinho cumpriu suspensão. Léo atuou na lateral esquerda e Lucas Piton atuou mais avançado. Robson novamente atuou como lateral-direito.
Na próxima rodada, o Vasco visitará o Cuiabá, nesta quinta-feira, às 17h (horário de Brasília), na Arena Pantanal. Já o Goiás receberá o Bragantino, também na quinta-feira, às 18h (horário de Brasília), no Hailé Pinheiro.
O jogo começou sem muita emoção. O primeiro lance de destaque foi do Goiás, aos 15 minutos, quando Hugo cobrou uma falta da intermediária e Léo Jardim espalmou para escanteio. O Vasco respondeu dez minutos depois e teve a melhor chance do jogo até então. Após um cruzamento da esquerda, Vegetti ganhou pelo alto e cabeceou, mas Tadeu salvou o Goiás.
Aos 33 minutos, o Goiás recuperou a bola no campo de ataque. Allano carregou e finalizou da entrada da área, porém sem muita força, e Léo Jardim defendeu. O Goiás assustou novamente aos 45 minutos. Após um contra-ataque, Guilherme Marques chutou cruzado, mas Morelli não alcançou a bola. O Vasco tentou novamente pela esquerda. Após um cruzamento, Vegetti cabeceou para fora. O primeiro tempo, com baixo nível técnico, terminou sem gols.
No intervalo, Ramón Díaz fez duas alterações. Ele colocou Praxedes e Gabriel Pec em campo, substituindo Léo e Serginho, enquanto Piton foi deslocado para a lateral esquerda. No primeiro minuto do segundo tempo, a bola sobrou para Matheus Babi, substituição do Goiás, após um levantamento na área, mas Léo Jardim abafou o atacante e salvou o Vasco.
Aos 11 minutos, Vegetti recebeu na área, driblou Tadeu em direção à linha de fundo e bateu, mas a zaga bloqueou o chute. A bola saiu para fora. Na cobrança de escanteio, Maicon ganhou pelo alto, Vegetti se antecipou a Tadeu e marcou, porém o gol foi anulado por impedimento. Contudo, o VAR mostrou que estava em posição legal. O Vasco abriu o placar, 1 a 0.
O Goiás quase empatou aos 33 minutos. Após um cruzamento, Medel desviou a bola para trás e Léo Jardim fez uma defesa difícil no canto. O goleiro do Vasco foi providencial novamente dois minutos depois. Matheus Babi ganhou pelo alto após uma cobrança de escanteio, mas Jardim espalmou a bola, que ainda bateu no travessão.
Aos 44 minutos, Vegetti recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Será uma ausência pesada na próxima rodada. O Goiás conseguiu o empate dois minutos depois. Após um cruzamento, Matheus Babi ganhou pelo alto e fez o gol de empate, 1 a 1.
O Goiás ainda assustou em um cruzamento que saiu para fora. O placar final foi 1 a 1, um resultado ruim para ambos os times.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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