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Grêmio empata com São Luiz na Arena mas segue líder do Gauchão
O Grêmio entrou em campo na tarde deste sábado, na Arena, para enfrentar o São Luiz, em jogo válido pela 7ª rodada do Campeonato Gaúcho. Sob forte calor, o Tricolor empatou em 1 a 1 com os visitantes. Os adversários abriram a contagem com Lucas Souza, mas Everton Galdino deixou tudo igual na reta final da etapa complementar.
Com o resultado, a equipe gremista soma um ponto, chega a 16 e se mantém na liderança da competição.
O duelo começou disputados nos primeiros minutos. Tanto a equipe gremista como o São Luiz, buscando criar chances no ataque. Apesar dos visitantes ameaçarem inicialmente, foi o Grêmio quem levou maior perigo: trabalhando bem a bola, Pepê fez um lançamento por cima da zaga para JP Galvão, que fez o desvio, mas o goleiro adversário segurou com tranquilidade, aos 6′. Logo na sequência, foi a vez de André Henrique acionar JP Galvão na área, que saiu da marcação e cruzou na marca penal, mas a zaga do time de Ijuí conseguiu interceptar o lance.
Criando maior volume de jogo e pressionando no campo de ataque, a equipe do técnico Renato Portaluppi chegou pela esquerda, com Reinaldo passando pelos defensores e cruzando na área. André Henrique mandou em direção a meta e no meio do caminho, JP Galvão tentou a conclusão para as redes, mas a bola saiu pelo lado esquerdo do gol, passados 9 minutos.
O São Luiz chegou aos 15’, com um chute forte de Gabriel Pereira de fora da área, obrigando Marchesín a espalmar, fazendo a defesa. No rebote, Vini Peixoto ainda tentou chutando cruzado, mas mandou para fora.
Outra boa oportunidade tricolor saiu aos 27 minutos, quando JP Galvão recebeu na meia direita, deslocou a marcação e chutou cruzado, mas a bola foi para fora, perdendo a chance de abrir a contagem. Em resposta, os visitantes carimbaram a trave, com um chute rasteiro de Vini Peixoto.
Com 32 minutos de bola rolando, o Tricolor teve uma falta frontal, próximo a linha da grande área. Reinaldo mandou direto e a bola passou raspando a trave superior da meta defendida por Raul. Três minutos depois, após a recuperação de Pepê na intermediária, o volante acionou João Pedro na direita, que cruzou para JP Galvão. O atacante subiu e desviou de cabeça, mas a bola saiu à esquerda do gol.
Na reta final, o Grêmio chegou com Jhonata Robert acionando JP Galvão, que dividiu com R. Thalheimer, sofrendo a falta. No lance, Robert acabou sentindo e precisou ser substituído. Franco Cristaldo cobrou a falta, mas carimbou a barreira do São Luiz.
O segundo tempo seguiu mais equilibrado, sem ataques de perigo antes dos dez minutos iniciais. Uma das chances foi de bola parada. Quando Reinaldo colocou no primeiro poste, mas a defesa do time do interior do estado cortou. Já o SLU arriscou de longa distância com Gabriel Pereira, mas Marchesín defendeu no centro da meta.
Quando o relógio marcava 13 minutos, a equipe visitante foi mais oportuna e abriu o marcador com Lucas Souza, que recebeu em condições na área e mandou a gol.
Em resposta, o Grêmio tentou com Geromel mandando a gol, mas Raul segurou firme. Pepê também tentou arriscar, mas o goleiro adversário defendeu mais uma.
Já passados 20’, Nathan fez um cruzamento na pequena área para André Henrique, que desviou de cabeça. Raul segurou.
O jogo passou a ficar mais truncado, o Grêmio com tentativas no ataque, mas nada que conseguisse ultrapassar a marcação adversária. Tentou ainda na partida com Dodi, aos 29’, que fez um lançamento para Rubens, mas a bola acabou saindo pela linha de fundo, no domínio do meia.
Foi na reta final da partida, aos 42 minutos, que o Tricolor conseguiu igualar o marcador com um cruzamento de Gustavo Nunes na área e o desvio de cabeça de Everton Galdino, que mandou para o fundo das redes.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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