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Grêmio sofre derrota para o Huachipato na Libertadores

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Na noite desta terça-feira, o Grêmio enfrentou o Huachipato do Chile em jogo válido pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores na Arena do Grêmio. A equipe brasileira acabou derrotada por 2 a 0, sofrendo ambos os gols ainda na primeira etapa da partida.

O resultado negativo deixou o Grêmio sem pontos na competição internacional, ocupando a última colocação do Grupo C com um saldo negativo de quatro gols. Enquanto isso, o Huachipato assumiu a liderança do grupo com quatro pontos conquistados. Estudiantes e The Strongest completam a classificação do grupo.

Além da derrota, o jogo marcou uma marca histórica para o técnico Renato Portaluppi, que alcançou a marca de 500 jogos como treinador do Grêmio, mostrando a sua longa história e dedicação ao clube.

O Huachipato inaugurou o placar aos 13 minutos do primeiro tempo com um gol de Felipe Loyola após uma falha defensiva gremista. O segundo gol dos visitantes veio nos acréscimos da primeira etapa, aos 51 minutos, com um belo chute de Gonzalo Montes de fora da área.

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Agora, o Grêmio volta a se concentrar no Campeonato Brasileiro e enfrentará o Vasco da Gama no próximo domingo, no estádio São Januário. Enquanto o Huachipato volta suas atenções para o Campeonato Chileno, onde enfrentará o O’Higgins na oitava rodada.

A derrota do Grêmio na Libertadores serve como alerta para a equipe, que terá que buscar a recuperação rapidamente tanto no cenário internacional quanto no nacional, visando alcançar seus objetivos na temporada.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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