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Grêmio vence Ypiranga nos pênaltis e está na final do Campeonato Gaúcho 2023

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O Grêmio conquistou a vaga para a final do Campeonato Gaúcho nos pênaltis, em cima do Ypiranga, neste sábado (25.03). Atuando na Arena, o Tricolor venceu a partida no tempo normal por 2 a 1, com gols de Thaciano e Bruno Alves. Nos pênaltis, a equipe gremista superou os adversários por 5×4.

Em busca do hexacampeonato, o Tricolor aguarda o adversário, que será definido neste domingo. Os confrontos das finais podem acontecer diante do Internacional ou Caxias.

Com baixas importantes na equipe por lesões, cartões e convocações para seleções, Renato Portaluppi escalou Bruno Uvini na vaga de Kannemann, um meio campo com Thaciano, Bitello e Vina. Já no ataque, Ferreira, Everton Galdino e Suárez foram os escolhidos.

No primeiro minuto de jogo, o Grêmio já chegou com perigo. Thaciano recebeu de Bitello, driblou a defesa, entrou na área e chutou forte, em cima do arqueiro. No rebote, Luis Suárez acabou pegando muito embaixo da bola e ela subiu demais.

O ponteiro passava e o Ypiranga tentava marcar alto o Grêmio, impedindo as ações do Tricolor com faltas. Em contrapartida, a equipe de Renato Portaluppi trocava muitos passes no meio-campo, afim de chegar ao ataque.

Aos 12’, veio a segunda grande oportunidade. Após bela troca de passes, a bola sobrou para Galdino, na entrada da grande área. De frente para o gol, o atacante chutou firme e rasteiro, mas a finalização passou perto da trave.

Com 14’ jogados, Ferreira sentiu e precisou ser substituído. Com um a menos, Suárez quase furou a meta dos adversários, aos 16’. Vina cruzou, o uruguaio se livrou da marcação e apenas raspou a cabeça na bola, para grande defesa de Caíque, à queima roupa. Aos 17’, Zinho entrou na vaga do camisa 10.

O ponteiro chegava aos 20’, e o Tricolor passou a ficar ainda mais agressivo, impondo pressão. Aos 25’, mais uma vez Galdino recebeu e tentou o chute de fora da área, mas a tentativa foi para fora. Era desta forma que o Grêmio construía as melhores chances. Com 27’ jogados, em contra-ataque, a bola foi recuada para Thaciano, que, de longe, chegou chutando. A chance passou perto da trave.

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Já o Ypiranga, dava pouco trabalho para a defesa gremista e Adriel não era acionado.

O artilheiro gremista, Suárez, também somava boas oportunidades. Aos 33’, “El Pistolero” recebeu pela direita, avançou para dentro da grande área e finalizou cruzado, mas a bola foi para fora.

O Grêmio pressionava com o trio de ataque. Com 34’, foi a vez de Zinho tentar abrir o marcador. O jovem atacante chutou de fora da área, a bola pegou nas mãos de Lorran, na entrada da área, mas a arbitragem nada marcou. Três minutos depois, mais uma reclamação. Dentro da área, Ronald chegou rasgando e atingiu Thaciano, mas o VAR não foi acionado.

Nos acréscimos, o Tricolor seguiu em cima. Aos 45’, Bitello finalizou de fora da área, para grande defesa de Caíque, que espalmou para escanteio. No minuto final, mais uma vez o camisa 39 deu trabalho para o arqueiro. Dessa vez, dentro da área, o meia gremista chutou firme, mas o goleiro defendeu.

No intervalo, Renato Portaluppi promoveu uma troca no Grêmio. Thiago Santos entrou na vaga de Thaciano. Assim como na primeira etapa, o Tricolor dominava as ações da partida e trocava muitos passes no ataque.

Aos quatro minutos, Caíque já precisou trabalhar. Suárez driblou os defensores dentro da pequena área, com direito a caneta, chutou e o arqueiro defendeu. Na sobra, Zinho chegou finalizando, mas a bola subiu demais. Três minutos depois, Bruno Alves acionou Suárez. O uruguaio só deu um toque, tentando encobrir o goleiro, mas a tentativa foi por cima do gol, beijando a trave.

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No contra-ataque, o Ypiranga marcou o gol. Após erro da defesa, Mossoró avançou e, de longe, finalizou forte. A bola desviou em Bruno Uvini e balançou as redes, aos nove.

O Grêmio, precisando marcar, seguiu pressionando. Aos 13’, Thaciano, arriscou de longe, mas a finalização ficou na defesa. Com 15’, o meia, depois de tanto insistir, deixou sua marca. Bitello cruzou e, de cabeça o camisa 28 marcou, levantando a torcida na Arena.

Só dava Grêmio o o Tricolor somava as melhores chances. Aos 19’, Caíque fez um milagre. Suárez avançou para a área, passou pela marcação e chutou na saída, mas o goleiro conseguiu tirar. Com 22’, mais uma vez o artilheiro gremista recebeu. Dessa vez, da entrada da grande área, ele apenas chutou colocado, mas o arqueiro defendeu.

Aos 23’, mais duas trocas no Grêmio. Diego Souza e Cristaldo entraram nas vagas de Vina e Thiago Santos.

O Tricolor foi guerreiro, seguiu em cima e encontrou o segundo gol aos 32’. Depois de uma cobrança de escanteio, Bruno Alves subiu mais que todo mundo e estufou as redes de cabeça. Três minutos depois, Thaciano deixou o gramado para a entrada de Gustavinho.

No embalo da torcida, o ponteiro passava e a equipe de Renato Portaluppi continuava dando trabalho para Caíque. Era um ataque atrás do outro, mas a defesa afastava.

No último minuto, Adriel cobrou falta e quase marcou. Caíque apenas deu um soco, tirando a bola.

Não dava tempo para mais nada. Nos pênaltis, o Grêmio conquistou a vaga por 5×4 e vai em busca do hexacampeonato Gaúcho.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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