ESPORTES
Inter encerra temporada com público de 650 mil pessoas nas partidas que disputou
Grandes públicos movimentaram o Beira-Rio em 2022. Ano de recorde batido no futebol feminino brasileiro, feito estabelecido graças às 36.330 pessoas que lotaram o Gigante na partida de ida da final do Brasileirão A1, a temporada passada também registrou a maior presença de torcida (43.191) em um jogo disputado no Beira-Rio desde a reabertura dos portões após as medidas tomadas para combate à pandemia de Covid-19. Ao todo, 650 mil acessos ocorreram nos duelos travados pelo Clube do Povo em sua casa.
O Beira-Rio foi o principal palco dos 87 jogos e seis eventos sediados pelo Inter na última temporada. No Gigante, ocorreram 31 partidas do futebol masculino e outras sete das Gurias Coloradas. Já o CT de Alvorada recebeu 29 confrontos, nove a mais do que os disputados no SESC, enquanto todos os eventos foram realizados no Gigantinho. Confira os maiores públicos do ano:
| 1 – 43.191 – Inter x Melgar-PER (11/08) 2 – 40.598 – Inter x Colo-Colo-CHI (05/07) 3 – 39.541 – Inter x Atlético-MG (31/07) 4 – 36.573 – Inter x Fortaleza (17/04) 5 – 36.330 – Gurias Coloradas x Corinthians (18/04) |
Agora, o calendário reserva mais emoções para os Colorado em 2023. Com as iminentes disputas de Gauchão, Copa do Brasil, Libertadores e Campeonato Brasileiro, o Inter estima sediar 119 jogos na próxima temporada, além de 15 eventos. O número representa um acréscimo de 44% em comparação ao registrado em 2022, e o Clube já está se preparando para torná-lo realidade – assim como fez em 2022, quando desenvolveu uma série de melhorias para garantir uma experiência ainda mais satisfatória aos seus torcedores e torcedoras.
Fonte: Agência Esporte
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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