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Internacional e Corinthians empatam pelo Brasileirão Sub-20

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O Internacional empatou em 2 a 2 com o Corinthians, nesta noite de sexta-feira (10.03), no Sesc Protásio Alves. Rangel e Felipe marcaram os gols do Inter na partida, válida pela segunda rodada do Brasileirão Sub-20. Invicto na competição, o Clube do Povo voltará a campo às 15h da próxima quarta-feira, em Alvorada, diante do Atlético-MG.

Inter e Corinthians fizeram grande jogo pelo Brasileirão Sub-20/Foto: Jota Finkler

A primeira grande chance do jogo foi colorada. Aos cinco minutos, Gustavo surgiu com espaço pela direita da área paulista e finalizou para defesa providencial de Felipe. No rebote, Jhonatan Kauan mandou pela linha de fundo. Lipe, em arremate de longa distância, também ameaçou na sequência, mas foi bloqueado pela zaga adversária. No contragolpe, Biro quase marcou um golaço, mas apenas tirou tinta do poste do Inter.

As chances seguiram aparecendo nos movimentos seguintes. Higor, aos 15, foi lançado nas costas da marcação colorada e chutou cruzado. Alta, ela saiu por cima do poste superior. A pontaria que faltou ao paulista sobrou para Rangel, que marcou um golaço no minuto 16. De canhota, o lateral soltou a bomba de fora da área e guardou no ângulo de Felipe. Indefensável!

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Capitão Rangel abriu o marcador para o Colorado/Foto: Jota Finkler

O Corinthians reagiu de imediato, e empatou com Biro, cobrando pênalti, aos 21 minutos. Depois, aos 30, João Vitor saiu muito bem nos pés de Felipe Augusto para impedir a virada visitante. Para o Inter, Samuel aproveitou escanteio batido da direita e teve, nos acréscimos, a última chance da etapa inicial. Na continuidade do lance, Vinicius Souza e Higor foram expulsos por desentendimento.

Assim que reiniciado o confronto, o Corinthians assumiu a dianteira do placar. Depois de cruzamento feito por Vitor Meer, Felipe Augusto, com espaço na pequena área do Inter, finalizou para as redes logo aos seis minutos da etapa final. A resposta colorada saiu dos pés de Jhonatan Kauan, dono de perigoso chute de perna direita, mas que tomou o caminho da linha de fundo.

Bola aérea Colorada levou perigo aos paulistas /Foto: Jota Finkler

Alçado a campo durante a etapa final, Wendel quase empatou aos 31, quando chutou, pela direita da grande área adversária, rasteiro e cruzado. A bola saiu com perigo. No minuto seguinte, Adriel, outro que saiu do banco, parou em milagre de Felipe Longo – goleiro que mais tarde seria vilão de Felipe. Integrante do grupo profissional do Inter, porém, o zagueiro não se deu por satisfeito com a primeira chance desperdiçada, e insistiu.

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Aos 42 minutos da etapa final, após falta cobrada pela intermediária direita de ataque, Felipe apareceu livre na segunda trave e, com faro digno de artilheiro, empurrou para o gol aberto. Tudo igual no placar, que passou a refletir com maior justiça as ações do campo.


Ficha técnica:

Internacional (2): João Vitor; Allan Aniz, Samuel, Felipe e Rangel; Lukayan (Anderson), Lipe (Wendel), Gustavo Prado (Adriel) e Matteo (Fellipe Resende); Vinicius Souza e Jhonatan Kauan (Enzo). Técnico: João Miguel.

Corinthians (2): Felipe; Leo Mana, Gustavo Henrique, Renato e Vitor Meer; Gabriel Moscardo, Ryan, Biro (Wesley) e Pedrinho (Breno Bidon); Higor e Felipe Augusto (Arthur Souza). Técnico: Danilo.

Gols: Rangel, aos 16’/1ºT, e Felipe, aos 42’/2ºT (I). Biro, aos 21’/1ºT, e Felipe Augusto, aos 6’/2ºT (C).

Estádio: Sesc Protásio Alves.

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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