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Internacional empata em Montevidéu pela Libertadores

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Com gol de Alan Patrick, o Clube do Povo empatou em 1 a 1 com o Nacional-URU, nesta noite de quarta-feira (07.06), em partida da quinta rodada do grupo B da CONMEBOL Libertadores.

O resultado leva o Inter aos 9 pontos na tabela de classificação. Pela competição, o Colorado volta a campo no próximo dia 28, às 19h, no Beira-Rio. O adversário será o Independiente Medellín-COL

Apoiado pela torcida, o Nacional-URU tratou de armar a esperada pressão nos primeiros movimentos do confronto. Com Ramírez e Zabala, os donos da casa criaram oportunidades na altura do minuto 10, mas pouco assustaram depois disso. Com atuação consistente de seus dois volantes, Rômulo e Johnny, o Inter logo assumiu o controle da partida, irritando o time uruguaio.

No Parque Central, Mano armou o Inter em um desenho diferente do que adotara nos últimos jogos. Carlos de Pena, que costumeiramente atua na linha de volantes, foi escalado na meia-direita. Centralizado esteve Alan Patrick, enquanto PH ocupou o corredor esquerdo. Nesta disposição, três grandes oportunidades foram criadas pelo ataque alvirrubro.

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Aos 28, Pena cobrou falta em direção à esquerda da área charrua. Por ali, Mercado subiu mais do que a marcação e escorou, de cabeça, na direção de Johnny. De frente para o goleiro, o meio-campista finalizou à queima-roupa, mas Rochet salvou. Na sequência, o lance foi parado por impedimento.

Aos 35, Rochet fez outra defesa providencial em jogada anulada por impedimento. Quem arrematou foi Luiz Adriano, após assistência de Renê. Mais tarde, aos 43, o goleiro operou o último milagre da etapa inicial. Livre na esquerda da área adversária, PH finalizou no ângulo. De mão trocada, o rival espalmou.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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