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Jamaica consegue empate histórico com a França

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A história foi feita no Sydney Football Stadium depois que a Jamaica conquistou seu primeiro ponto na Copa do Mundo Feminina da FIFA™, após um empate em 0 a 0 com a França.

Apesar de pressionar durante grande parte da partida, a equipe de Herve Renard não conseguiu superar a defesa jamaicana, que deixou muito pouco ao acaso.

Um primeiro tempo equilibrado ganhou vida após a marca de meia hora, com Kadidiatou Diani forçando a goleira jamaicana Rebecca Spencer a uma parada inteligente em seu poste próximo, antes de ela ter um remate desviado por pouco no final do intervalo.

As Reggae Girlz se mantiveram firmes e, sem surpresa, viram sua melhor chance no primeiro período cair para a estrela Khadija Shaw, mas seu livre de longo alcance brilhou do lado errado da trave esquerda.

A França continuou a sondar no segundo período, mas não conseguiu criar nada claro até o jogo entrar em suas batidas finais. Um canto perverso de Kenza Dali encontrou Maelle Lakrar desmarcada a seis metros de distância, mas foi mais ombro do que cabeça e a bola girou para o telhado do próximo.

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Diani, no entanto, fez contato com a cabeça enquanto o jogo avançava para os acréscimos, apenas para que seu remate acertasse a parte inferior da barra, depois a trave, antes de ser jogada em segurança.

A batalha da Jamaica para se segurar ficou ainda mais difícil quando Shaw foi expulso por seu segundo cartão amarelo nos acréscimos. Mas a equipe de Lorne Donaldson conseguiu fazer história.

Estatística chave

Depois de estrear na França 2019 com três derrotas consecutivas, a Jamaica conquistou seu primeiro ponto na Copa do Mundo pela quarta vez.

Melhor Jogadora do Jogo

Deneisha Blackwood (Jamaica)

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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