ESPORTES
Janela de transferências complica situação de times da Série B
A primeira janela de transferências do futebol brasileiro de 2023 se encerra no próximo dia 4 de abril e isso pode complicar a situação das equipes que foram bem na série B.
A “Janela”, determinada pela CBF a partir de 5 de abril os jogadores livres no mercado podem ser contratados até a reabertura, entre 3 de julho e 2 de agosto.
O problema é que alguns times, como o Água Santa de Diadema (SP) que se classificou para a final contra o Palmeiras, mas pode ficar sem elenco para o segundo jogo da final que será no dia 9, ou seja, 5 dias depois do encerramento dos contratos.
Como a equipe não disputa outros campeonatos, pela lógica, o elenco estaria livre para ir jogar em outros times (e alguns já atétêm novos contratos), desfalcando a equipe que enfrentou e venceu o Bragantino na segunda-feria (20.03), e conquistou a vaga contra o Palmeiras, na final do Paulistão 2023
A princípio, o jogo de ida da final do Paulistão acontece no dia 2 de abril, com mando do Água Santa, em local ainda não definido. Contra o Bragantino, o time mandou na Vila Belmiro, em Santos. Nesta primeira partida da decisão, o time de Diadema ainda contaria com os atletas. Carpini confirmou que gostaria de atuar novamente em Santos.
“Como não é possível jogar na nossa casa, por questões do regulamento da competição, gostaria de jogar a final na Vila Belmiro. Por uma identidade do Santos e dessa casa, de jogar bem e bonito. Particularmente, eu gosto. Se depender de mim, será aqui de novo”, afirmou ainda em Santos após a classificação para a final.
OPERÁRIO – Situação semelhante é enfrentada em Mato Grosso, pelo Operário de Várzea Grande. O artilheiro do campeonato, Daniel está negociando com o Cuiabá, se o Operário for pra final que também é dia 8, o melhor jogador não joga.
Fonte: Esportes
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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