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Luverdense consegue empate com o Cuiabá e vaga para final será disputada na Arena Pantanal

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Fora de casa, o Cuiabá empatou em 0 a 0 com o Luverdense, pelo jogo de ida da semifinal do Campeonato Mato-grossense. A partida aconteceu na tarde deste sábado, no Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde.

O jogo da volta da semifinal deve ser confirmado para o dia 25 de março, na Arena Pantanal – a FMF vai divulgar a data e horário nos próximos dias. O Dourado garante classificação para a grande final do Mato-grossense com vitória simples.

O jogo

O primeiro tempo foi de amplo domínio do Cuiabá. O Dourado chegou a marcar aos 15 minutos, em cobrança de falta magistral de Pablo Ceppelini. O árbitro da partida, porém, já havia interrompido o lance. Em nova cobrança, o uruguaio mandou por cima do gol, com perigo.

Poucos minutos depois, Denilson arriscou chute de fora da área e o goleiro espalmou. No rebote, Mateusinho, de cabeça, empurrou para as redes. O lateral, porém, estava em posição de impedimento e a arbitragem anulou corretamente o gol do Dourado.

Isidro Pitta, em chute colocado de fora da área, e Jonathan Cafú, em finalização interceptada pela zaga adversária, também assustaram o Luverdense. O atacante Wellington Silva, principalmente em jogadas individuais, dava trabalho para a marcação.

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O Luverdense também chegou com perigo em três oportunidades – ambas em contra-ataque, mas as finalizações foram fora da meta defendida por Walter. O camisa 1 do Dourado fez boa defesa já nos acréscimos do primeiro tempo. Cris Magno recebeu passe dentro da área, driblou a marcação e finalizou, parando na defesa do capitão do Cuiabá.

O time da casa voltou para o segundo tempo pressionando o Cuiabá e tentando criar chances de gol através dos cruzamentos e da bola parada. E foi assim que Walter precisou fazer grande defesa em cabeçada a queima-roupa, aos dois minutos. O lance, porém, foi anulado pela arbitragem por impedimento.

Aos poucos, o Cuiabá retomou o controle da partida e voltou a criar chances de gol. Pablo Ceppelini, de cabeça, por pouco não abriu o placar aos 12 minutos. Aos 16, Mateusinho soltou a bomba de fora da área e obrigou o goleiro do Luverdense a fazer grande defesa.

A partida passou a ficar bastante truncada no segundo tempo, com as duas equipes sem conseguir criar oportunidades de gol. O Cuiabá mantinha a posse de bola, mas esbarrava na forte marcação do Luverdense que, por sua vez, tentava chegar ao gol de Walter através dos contra-ataques.

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Aos 45 minutos, Iury Castilho cometeu falta no campo de ataque, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais dentro de campo, o Luverdense voltou a tentar pressionar o Cuiabá pela bola aérea, mas não conseguiu levar maiores perigos ao gol de Walter.

Com o resultado, o Cuiabá precisa vencer o jogo da volta para se classificar para a final do estadual. Empate no tempo normal leva a decisão para os pênaltis. Antes de encarar novamente o Luverdense, porém, o Dourado encara o Vila Nova, pelo jogo da volta das quartas de final da Copa Verde – o Cuiabá venceu o primeiro jogo, em Goiânia, por 2 a 0. A partida está marcada para quarta-feira, na Arena.

O Cuiabá esteve em campo com Walter; Matheus Alexandre, Marllon, Alan Empereur e Mateusinho; Ronald (Rafael Gava), Denilson e Pablo Ceppelini (Fernando Sobral); Jonathan Cafú, Wellington Silva (Lucas Cardoso) e Isidro Pitta (Iury Castilho).

Fonte: Agência Esporte

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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