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Palmeira vence o Água Santa e é campeão Paulista

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Nesta domingo (09.04), de Páscoa, teve um sabor ainda mais açucarado para o Palmeiras, que entrou em campo no Allianz Parque, às 16h, precisando reverter o placar do revés sofrido por um gol de diferença diante do Água Santa (2 a 1 na Arena Barueri). Entretanto, o Verdão foi ainda além: com dois de Gabriel Menino (aos 15 e 27 do 1°T), de Endrick (34) e de Flaco López (28 do 2°T), o time de Abel Ferreira levou a agremiação esmeraldina à conquista de seu 25° Estadual.

Aliás, algumas coincidências marcaram a partida dessa tarde. Uma delas foi que o placar da final anterior se repetiu: ano passado, o Alviverde foi campeão por 4 a 0, no mesmo estádio, e também precisando reverter um resultado do jogo de ida (havia perdido de 3 a 1 para o São Paulo no Morumbi).

Outra coincidência foi que, novamente, Gabriel Menino brilhou na partida e marcou duas vezes em um jogo que valeu taça ao Verdão só neste ano! Isso porque em janeiro de 2023, ele foi autor de dois gols na final da Supercopa do Brasil – taça obtida contra o Flamengo-RJ, na vitória por 4 a 3.

Esta foi a 16ª final de Campeonato Paulista disputada pelo Palmeiras, tendo sido campeão nove vezes (1920, 1936, 1959, 1974, 1993, 2008, 2020, 2022 e, agora, 2023) e vice sete vezes (1986, 1992, 1995, 1999, 2015, 2018, 2021). Além disso, essa também é a quinta decisão contra um time de fora da capital: Santos (1959 e 2015), Internacional de Limeira (1986), Ponte Preta (2008) e Água Santa (2023).

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De quebra, o Palmeiras continua perseguindo números recordistas dentro de casa. Este foi o 23° jogo invicto do time no Allianz Parque por qualquer competição (17 vitórias e seis empates). Com isso, a equipe do técnico Abel Ferreira ostenta a sua segunda maior sequência de invencibilidade na história da arena – o recorde é de 28 jogos, alcançado entre agosto de 2016 e junho de 2017 (21 vitórias e sete empates).

Em casa, aliás, o Palmeiras vem mantendo sua fama de durão em queda-de-braço. Só neste ano, esta foi a terceira disputa em jogo mata-mata e 100% de aproveitamento; as outras duas vitórias foram em jogo único pelo Campeonato Paulista atual (quartas de final contra o São Bernardo e semifinal contra o Ituano).

Aliás, das agora sete finais disputadas na arena, o Palmeiras ganhou cinco (Copa do Brasil 2015, Campeonato Paulista 2020, Copa do Brasil 2020, Recopa Sul-Americana 2022 e os Paulistas de 2022 e 2023), ficando com o vice uma vez (Paulista de 2018), e faturou ainda dois Campeonatos Brasileiros por pontos corridos (2016 e 2022).

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Individualmente, não foi só Gabriel Menino que brilhou. Além de Endrick e López, é claro, que colocaram seus nomes no hall de jogadores que já marcaram gol pelo Verdão em finais, outros também se sobressaíram não só pelo futebol bem apresentado tecnicamente nesta tarde, mas também por números atingidos: o zagueiro Gustavo Gómez, por exemplo, alcançou ninguém menos do que Ademir da Guia como capitão que mais levantou taças pelo clube (atualmente, tem seis títulos com a braçadeira, ao lado de César Sampaio e atrás do Divino, como sete).

Já o goleiro Weverton, com esse título, se isolou como goleiro mais vezes campeão pelo Verdão (antes, dividia a primeira posição com Oberdan Cattani, com nove conquistas). Portanto, Weverton chegou ao seu incrível décimo título no Palmeiras (desde 2018 que o jogador está no Verdão).

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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