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Red Bull Bragantino avança para a terceira fase da Libertadores após vencer nos pênaltis o Águilas Doradas
O Red Bull Bragantino está classificado para a terceira fase da Copa Conmebol Libertadores. Na noite desta terça-feira (27), no Nabizão, o Braga empatou em 0 a 0 com Águilas Doradas (COL) no tempo regulamentar e garantiu a vaga com vitória nos pênaltis por 4 a 3. Lincoln, Nathan Mendes, Luan Cândido e Léo Ortiz converteram para o Braga. Cleiton defendeu uma cobrança de Goéz desperdiçou a última cobrança para os visitantes.
A equipe de Bragança Paulista aguarda o vencedor do duelo entre Aurora (BOL) x Botafogo para conhecer seu próximo adversário.
Os comandados do técnico Pedro Caixinha voltam a campo neste domingo (3) para enfrentarem o Santos, pela 11ª rodada do Campeonato Paulista. A partida será realizada no Nabizão, às 18 horas.
O jogo
Os primeiros minutos de partida foram de muita briga por espaço, mas o Braga quase abriu o placar em sua primeira boa subida ao ataque. Aos 10 minutos, Lincoln roubou bola no campo de ataque e deixou para Vitinho na área. O ponta soltou uma bomba cruzada e viu o goleiro Contreras espalmar para escanteio.
A equipe de Bragança Paulista voltou a finalizar aos 18 minutos, com Sasha de dentro da área, aos 22, com Juninho Capixaba de longe, e aos 46, com Vitinho da entrada da área, porém todas as tentativas saíram pela linha de fundo.
Sem conseguir furar o bloqueio rival na primeira etapa, o Massa Bruta voltou do intervalo mais agudo. Aos 3 minutos, Sasha tabelou com Thiago Borbas e finalizou pela direita da área, porém a batida subiu muito. Aos 6 minutos, Helinho chutou de longe e viu a bola passar perto da trave direita antes de sair pela linha de fundo.
O time colombiano respondeu aos 8 minutos e quase abriu placar. Cleiton conseguiu desviar chute de Rivas, porém a bola ia entrando devagar, mas Léo Ortiz cortou em cima da linha.
Aos 22 minutos, foi a vez de Nathan Mendes bater de fora da área, mas a finalização passou longe do gol. Na subida seguinte, Helinho tabelou com Sasha e cruzou para Thiago Borbas na pequena área. O uruguaio bateu de primeira, mas o chute saiu fraco e o goleiro Contreras encaixou.
Os comandados do técnico Pedro Caixinha continuaram tentando infiltrar na zaga rival, porém a marcação colombiana não permitiu mais chances claras. Ainda aos 49, Thiago Borbas aproveitou cruzamento de Léo Ortiz para finalizar de cabeça, mas Contreras defendeu com tranquilidade e levou a decisão para os pênaltis.
Nas cobranças, Cleiton defendeu a primeira batida do Águilas Doradas, cobrada por Salazar. Lincoln, Nathan Mendes, Luan Cândido e Léo Ortiz converteram para o Braga e Goés errou a quinta cobrança para os colombianos, fechando o placar com vitória do Massa Bruta por 4 a 3.
Red Bull Bragantino 0 (4) x (3) 0 Águilas Doradas
Local: Nabizão;
Público: 4201;
Renda: R$ 127.505,00;
Árbitro: Piero Maza Gomez (CHI);
Assistentes: Claudio Andres Urrutia Cordova (CHI) e Juan Andres Serrano Santibanez (CHI);
Cartão amarelos: Juninho Capixaba, Luan Cândido, Helinho e Bruno Gonçalves (Red Bull Bragantino); Quiñónes, Celis, Varela, Pineda (AGU);
Red Bull Bragantino: Cleiton; Nathan Mendes, Léo Ortiz, Luan Cândido e Juninho Capixaba (Guilherme); Jadsom, Eric Ramires (Bruno Gonçalves) e Lincoln; Helinho (Nacho Laquintana), Sasha (Talisson) e Vitinho (Thiago Borbas). Técnico: Pedro Caixinha.
Águilas Doradas: Contreras; Quiñónes, Víctor Moreno e Varela; Puerta, Pineda, Celis (Góez), Salazar, Jesús Rivas e Garavito; Vuletich (Jorge Ramos). Técnico: Hernán Gomez.
Fonte: Esportes
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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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