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São Paulo empata com o Ituano no Morumbi, na estreia da Copa do Brasil

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Na noite desta terça-feira (11.04), no Estádio do Morumbi, o São Paulo recebeu o Ituano pela primeira partida da terceira fase da Copa do Brasil e empatou por 0 a 0.

O Tricolor foi escalado pelo técnico Rogério Ceni para a estreia na competição nacional com Rafael no gol; Alan Franco, Arboleda e Beraldo na zaga; Nathan, Méndez, Rodrigo Nestor, Wellington Rato e Michel Araújo mais à frente; e Erison e Calleri no ataque.

Os primeiros 45 minutos de jogo foram truncados, com poucas oportunidades de gols de ambos os lados, e a melhore chance são-paulinas foi com Rodrigo Nestor, aos 39, após aproveitar o rebote do goleiro e bater colocado: a bola foi salva pelo rival em cima da linha.

No segundo tempo, Ceni promoveu três mudanças no time, com as entradas de Luciano, Rafinha e David nos lugares de Erison, Nathan e Alan Franco, respectivamente, e, assim, mudando o esquema tático do time, com um defensor a menos e um atacante a mais.

As mudanças tornaram a equipe mais ofensiva e, em um intervalo de quatro minutos, entre os 6 e 10 minutos, o Tricolor criou quatro oportunidades de gol, com Davi, Nestor, Rato e Luciano, na mais perigosa delas.

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Contudo, não foi suficiente para os são-paulinos abrirem o placar: nos acréscimos, Luciano ainda quase marcou, com um cabeceio perigoso, mas o goleiro espalmou a bola. Após os 90 minutos, o 0 a 0 persistiu.

O próximo jogo do Tricolor será no próximo sábado, dia 15, às 18h30, contra o Botafogo no Estádio Nílton Santos pela abertura do Campeonato Brasileiro 2023.

Fonte: Esportes

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Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

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POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.

Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.

Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.

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Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.

A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.

Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.

Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:

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“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”

A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.

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