ESPORTES
Seleção Brasileira Feminina perde primeiro confronto amistoso contra o Canadá
Nesta sexta-feira (11.11), a Seleção Brasileira Feminina foi superada pelo Canadá no primeiro dos dois amistosos. Na Vila Belmiro, em Santos (SP), Zadorsky e Leon marcaram para as visitantes, enquanto Debinha descontou para a Canarinho. Este foi o primeiro revés da Seleção Brasileira após dez jogos de invencibilidade. As duas seleções voltam a se enfrentar na terça-feira (15), na Neo Química Arena, em São Pauli (SP).
Amistoso da Seleção Feminina Principal na Vila Belmiro: Brasil x Canadá
Créditos: Thais Magalhães/CBF
O jogo
O duelo começou equilibrado com boas chances para os dois lados. O Canadá abriu o placar aos 21 minutos, após cobrança de escanteio, Fleming cobrou rasteiro para Lawrence, que cruzou para a área. De cabeça, Zadorsky encobriu a goleira Lorena e abriu o placar para a equipe adversária. Aos 31 minutos, Leon aproveitou bola sobrada na entrada da área para emendar de primeira e ampliar a vantagem.
O Brasil reagiu rápido, aos 32, Kerolin construiu uma boa jogada, arrancou pelo meio e lançou para Debinha. A artilheira recebeu na área, dominou no peito e tocou na saída de Sheridan para descontar. Foi o 57º gol da atacante com a Amarelinha.
Na segunda etapa, a Seleção seguiu pressionando, mas não conseguiu balançar as redes novamente. Aos 12 min, Ary Borges finalizou com perigo, mas a arqueira canadense fez grande defesa.
As duas equipes se enfrentam novamente nesta terça-feira (15), na Neo Química Arena, em São Paulo (SP), às 15h15 (de Brasília). Este será o último compromisso das comandadas de Pia Sundhage em 2022.
Brasil: Lorena; Fernanda P., Lauren, Tainara e Tamires (Antonia); Adriana (Geyse), Ary, Kerolin (Duda) e B. Zaneratto (Jaqueline); Ludmila (Gabi Nunes) e Debinha.
Fonte: Agência Esporte
ESPORTES
Marcos Roberto Bueno Vilela recebe reconhecimento como Mestre de Capoeira após 28 anos dedicados à arte

POR ALEX CAVALCANTE GONÇALVES
No dia 20 de novembro de 2025, data marcada nacionalmente pela valorização da cultura afro-brasileira, Alpinópolis e Cássia testemunharam um momento histórico para a capoeira no Sul de Minas: Marcos Roberto Bueno Vilela, filho de Cássia e morador de Alpinópolis desde 2015, foi oficialmente reconhecido como Mestre de Capoeira por seu mestre de origem, Mestre Serginho, e pela comunidade cassiense.
Nascido em 1984, Marcos iniciou sua jornada na capoeira aos 13 anos, em Cássia, sob a orientação de Mestre Serginho. Desde então, trilhou um caminho de disciplina, respeito, resistência cultural e dedicação absoluta à arte que carrega até hoje como missão de vida.
Ao mudar-se para Alpinópolis, em 2015, começou a ministrar aulas na garagem de sua própria casa — um espaço simples, mas que se tornou o berço de dezenas de novos capoeiristas. Com o tempo, seu trabalho cresceu, ganhou apoio da comunidade e evoluiu para aulas em academias da cidade. Atualmente, Marcos mantém um projeto social voluntário na quadra da APE, onde treina diversos alunos de todas as idades, oferecendo inclusão, educação e cultura através da capoeira.
Sua dedicação levou alunos a participarem de batizados, apresentações e campeonatos em toda a região, trazendo para Alpinópolis troféus e medalhas de primeiro lugar, prova do resultado transformador de um trabalho feito com amor e propósito.
A celebração de seu reconhecimento reuniu grandes nomes da capoeira do Sul de Minas e regiões próximas, como Mestre Beto (Franca), Mestre Elias (Patrocínio Paulista), Mestre Kam (Itaú de Minas), Professor Domenico (Carmo do Rio Claro), Contramestre Borracha (Franca), Contramestre Luiz (Itaú de Minas), entre vários outros mestres, professores e contramestres que prestigiaram a homenagem.
Mas a trajetória de Marcos ganha um novo capítulo: no dia 6 de dezembro de 2025, ele será oficialmente apresentado ao Grupo de Capoeira Nosso Senhor do Bonfim, fundado pelo Grão-Mestre Reginaldo Santana, durante evento em Passos. O encontro contará ainda com a presença especial de Mestre Luizinho, filho do lendário Mestre Bimba, criador da capoeira regional — um dos maiores nomes da história da capoeira no Brasil.
Em suas palavras, Marcos resumiu a emoção desta conquista:
“Só tenho a agradecer a todos que contribuíram de alguma forma para que, depois de 28 anos de dedicação à arte da capoeira, eu concluísse mais uma etapa na minha vida. Obrigado à minha cidade natal, Cássia, e à cidade que me acolheu, Alpinópolis. Essa conquista é de todos vocês também.”
A trajetória de Marcos segue como exemplo vivo de que a capoeira transforma, educa, une e faz florescer talentos. Seu reconhecimento como Mestre coroa quase três décadas de compromisso com a preservação dessa herança cultural brasileira — e abre portas para muitos outros jovens que, através dele, encontram na capoeira um caminho de disciplina, identidade e esperança.
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